O que ver no dia 21 de novembro

Obras que desafiam percepções artísticas, memórias coletivas e inquietações contemporâneas. O dia abrange sessões no TAGV, na Casa do Cinema de Coimbra e no Cine-Teatro Messias, com destaque para curtas-metragens inovadoras e exibições que prometem provocar diálogos e reflexões intensas, com a presença de vários realizadores.

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Simpósio “Fusões no Cinema” olha o cinema pelas lentes da educação e da arte

De Ponte de Lima a Coimbra, o VI Simpósio Internacional “Fusões no Cinema” reflete sobre a sétima arte a partir de um duplo ponto de vista: por um lado, do ponto de vista da educação, por outro, do ponto de vista da arte. O encontro vai realizar-se digitalmente nos dias 20 e 21 de novembro e 27 e 28 de novembro.

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«Imigrantes do Mar», de Manuel Vitorino, por Alexandra Capelo

Para esta edição do Caminhos, procurámos convidar pessoas — não necessariamente ligadas ao cinema — que pudessem oferecer diferentes leituras sobre os filmes apresentados. É um esforço consciente para aproximar a comunicação do festival dos vários públicos a que se destina e ampliar os modos de ver e pensar cinema. Alexandra Capelo, estudante da Licenciatura em Estudos Artísticos/FLUC,  escreveu sobre um dos filmes da Seleção Ensaios, que vai ser exibido no dia 21 de novembro, sexta-feira, às 14h30, na Casa do Cinema de Coimbra.

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«Naufragia», de Carolina Vaz Rebelo, por Ana Catalão

Para esta edição do Caminhos, procurámos convidar pessoas — não necessariamente ligadas ao cinema — que pudessem oferecer diferentes leituras sobre os filmes apresentados. É um esforço consciente para aproximar a comunicação do festival dos vários públicos a que se destina e ampliar os modos de ver e pensar cinema. Ana Catalão, estudante da Licenciatura em Estudos Artísticos/FLUC,  escreveu sobre um dos filmes da Seleção Ensaios, que vai ser exibido no dia 21 de novembro, sexta-feira, às 14h30, na Casa do Cinema de Coimbra.

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Caminhos apostou numa nova estratégia de comunicação: abrir o festival a críticos inesperados

Na edição deste ano, o Caminhos do Cinema Português adotou uma estratégia de comunicação que procura ampliar o diálogo entre o festival e os seus públicos, convidando críticos inesperados — vozes vindas de fora dos circuitos habituais da crítica de cinema — a escrever sobre as diferentes secções da programação. O objetivo é claro: diversificar os modos de olhar, interpretar e pensar o cinema, aproximando o festival de quem o vê, o estuda e o cria.

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21 NOV | O quotidiano que nos preocupa: do envelhecimento aos problemas atuais da juventude

O penúltimo dia do Festival Caminhos do Cinema Português propõe uma viagem entre geografias e estados de espírito — do Norte de Portugal à Grécia, do realismo íntimo à mitologia, da solidão à procura de sentido. Um dia de encontros entre casa e exílio, amor e desencanto, fé e dúvida. E já reservou lugar para a Cerimónia de Encerramento? Pode fazê-lo aqui.

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O que ver no dia 20 de novembro

De «O melhor dos Mundos», por Rita Nunes, com a atriz Sara Barros Leitão, à obra de Edgar Pêra que imagina uma correspondência impossível entre Fernando Pessoa e H.P. Lovecraft, há muito para ver! E ainda podem participar numa masterclass com  Bruno Caetano, o produtor de «Ice Merchants» e «O Misterioso Crime do Senhor Jacinto».

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Destaques de sexta-feira, dia 20 de novembro

Esta sexta-feira, dia 20 de novembro, propomos-lhe que, na impossibilidade de dar a volta a mundo, dê a volta à estátua de Fernão de Magalhães, tendo por companhia o filme “Entrada Proibida a Pessoas Estranhas aos Navios” (André Torres). Sugerimos-lhe que conheça também o relato de um jovem de 19 anos que reflete sobre o seu passado num campo de refugiados na Grécia, em “Por Detrás de um Rosto” (José Rocha Pinto).

O Cordeiro de Deus” (David Pinheiro Vicente) é o filme que encerra a nossa lista de destaques, com um retrato sensual, violento e de profunda devoção religiosa de uma família humilde.

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Corpos em Cena: Caminhos abre debate sobre ética, desejo e intimidade no cinema português

Da sensibilidade cinematográfica de João Pedro Rodrigues e João Rui Guerra da Mata, à presença performativa e metamórfica de Ssel Marquesa, passando pela experiência ética e técnica de Stéphanie Breton, esta mesa reúne realizadores, performers e uma especialista em intimidade para pensar o corpo, o desejo e as suas políticas de representação.

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