Este domingo, dia 15 de novembro, propomos-lhe uma tríade de reflexões relacionadas com a memória: a memória e a doença de Alzheimer, em “Mãos de Prata” (Catarina Gonçalves); as memórias do quotidiano captadas por câmaras de vigilância desprotegidas, em “Panopticon” (João Pedro Mateus); e uma memória quase em forma de tributo à vida de Cesina Bermudes, a obstetra anti-Estado Novo que introduziu os partos indolor em Portugal, em “Parto Sem Dor” (Maria Mire).
Para esta edição do Caminhos, procurámos convidar pessoas — não necessariamente ligadas ao cinema — que pudessem oferecer diferentes leituras sobre os filmes apresentados. É um esforço consciente para aproximar a comunicação do festival dos vários públicos a que se destina e ampliar os modos de ver e pensar cinema. David Falcão escreveu sobre o filme da secção »Filmes do Mundo» que vai ser exibido no dia 16 de novembro, domingo, às 1qh45, no Teatro Académico de Gil Vicente.
Para esta edição do Caminhos, procurámos convidar pessoas — não necessariamente ligadas ao cinema — que pudessem oferecer diferentes leituras sobre os filmes apresentados. É um esforço consciente para aproximar a comunicação do festival dos vários públicos a que se destina e ampliar os modos de ver e pensar cinema. Vasco Andrade escreveu sobre o filme que vai ser exibido no dia 19 de novembro, domingo, às 14h45, no Teatro Académico de Gil Vicente, com a presença do realizador e da atriz Cleia Almeida.
João Bénard dir-nos-ia que a sala escura é um lugar de fidelidade, mas nós acrescentamos que, em Coimbra e a partir de Coimbra, essa fidelidade alarga-se a todo um país, no nosso gesto habitual de levar ao público o que de mais vivo, diverso e inquieto o nosso cinema colhe a cada ano. Nesta 31.ª edição do Festival Caminhos do Cinema Português, a decorrer entre os dias 15 e 22 de novembro, Coimbra, Benfica, Penacova e Mealhada, podem assistir a mais de 110 filmes em 63 sessões, que dão corpo à vitalidade do nosso cinema e o colocam em diálogo constante com o que é feito à escala internacional.
No âmbito da 31.ª edição do Caminhos do Cinema Português, inaugura no dia 15 de novembro, às 15h, a exposição «Nem Musa, Nem Sombra», no Estúdio 1 (7.º piso, Edifício Avenida). A mostra permanecerá aberta ao público, mediante marcação, durante todo o festival, celebrando e dando visibilidade às mulheres que constroem o cinema e o audiovisual em Portugal — diante e atrás da câmara.
O Festival Caminhos do Cinema Português inicia no sábado, 15 de novembro, a sua 31.ª edição, dando desde logo nota da diversidade de atividades que se estendem por vários espaços da cidade e se dirigem a todos os públicos.
Ao longo de oito dias, Coimbra volta a afirmar-se como o epicentro do cinema nacional, com uma programação que inclui mais de 110 filmes, a realização de masterclasses e mesas-redondas e a inauguração de uma exposição dedicada ao trabalho das mulheres no cinema português. Toda a informação está disponível em caminhos.info.
Este sábado, dia 14 de novembro, sugerimos-lhe que conheça a Ella de “A Greenhouse” (Francisco Pereira Coutinho), uma mulher dividida entre a atração pelo florista do bairro e a necessidade de preservar um casamento menos convencional do que à primeira vista nos pode parecer. Propomos-lhe, ainda, uma viagem a Nova Iorque à boleia de “Carnage” (Francisco Valente) e uma reflexão sobre o erotismo, o obsceno e o erótico em “The Kiss” (Miguel De).
Demos início à XXVI Edição do Festival Caminhos do Cinema Português há uma semana: na passada sexta-feira, dia 13 de novembro. Apesar do mau fado que os mais supersticiosos poderiam ter atribuído à data, esta edição tem superado as nossas expectativas. Conseguimos reinventar-nos face a restrições horárias que nos impediram de promover sessões noturnas e ao fim-de-semana e, exibição após exibição, temos provado que, apesar de separados por medidas, continuamos unidos pela cultura.
Esta sexta-feira, dia 13 de novembro, propomos-lhe uma viagem até ao mundo apocalíptico de “Bunker ou Contos que Ouvi Depois do Mundo Acabar” (João Estrada), sugerimos-lhe que conheça a menina e a mulher de “Sonho de um Verão” (Inês Nunes) e que se deixe arrepiar por uma certa “Canção de Embalar” (João Pedro Frazão).




