Entre debates e projeções, mestres e estreantes, erotismo e reflexão política, o dia 16 de novembro celebra o cinema português na sua diversidade plena. Um domingo de encontros, descobertas e diálogo — onde o cinema volta a ser o espaço onde o país se pensa e se projeta.
CCP31
A TELA — Associação Nacional de Festivais de Cinema será apresentada publicamente no dia 16 de novembro, domingo, pelas 15h00, no Estúdio 1 das Galerias Avenida, em Coimbra, no âmbito do Festival Caminhos do Cinema Português.
A história que não se conta de D. Beatriz de Portugal é uma distinção que sublinha a forte presença temática feminina nesta edição do Festival.
Solveig Nordlund conquista o Prémio Outros Olhares com «Memórias do Teatro da Cornucópia»,
2025-11-15Na secção Outros Olhares, dedicada a obras que estabelecem pontes entre o cinema e outras disciplinas artísticas, desafiando e expandindo os limites da linguagem cinematográfica, o júri composto por Carolina Dias, Joaquim Pedro Pinheiro e Leonor Teles distinguiu o filme Memórias do Teatro da Cornucópia, de Solveig Nordlund, com o Prémio «CISION – Outros Olhares».
O Prémio Universidade de Coimbra para Melhor Filme da Seleção Ensaios foi atribuído pelo Júri Universitário, constituído por Ana Miguel Regedor, Maja Kupczyk e Tomás Clemente Travelho, ao filme «The Good Woman», de Masha Mollenhauer (Hamburg Media School)
Para esta edição do Caminhos, procurámos convidar pessoas — não necessariamente ligadas ao cinema — que pudessem oferecer diferentes leituras sobre os filmes apresentados. É um esforço consciente para aproximar a comunicação do festival dos vários públicos a que se destina e ampliar os modos de ver e pensar cinema. David Falcão escreveu sobre o filme da secção »Filmes do Mundo» que vai ser exibido no dia 16 de novembro, domingo, às 1qh45, no Teatro Académico de Gil Vicente.
Para esta edição do Caminhos, procurámos convidar pessoas — não necessariamente ligadas ao cinema — que pudessem oferecer diferentes leituras sobre os filmes apresentados. É um esforço consciente para aproximar a comunicação do festival dos vários públicos a que se destina e ampliar os modos de ver e pensar cinema. Vasco Andrade escreveu sobre o filme que vai ser exibido no dia 19 de novembro, domingo, às 14h45, no Teatro Académico de Gil Vicente, com a presença do realizador e da atriz Cleia Almeida.
João Bénard dir-nos-ia que a sala escura é um lugar de fidelidade, mas nós acrescentamos que, em Coimbra e a partir de Coimbra, essa fidelidade alarga-se a todo um país, no nosso gesto habitual de levar ao público o que de mais vivo, diverso e inquieto o nosso cinema colhe a cada ano. Nesta 31.ª edição do Festival Caminhos do Cinema Português, a decorrer entre os dias 15 e 22 de novembro, Coimbra, Benfica, Penacova e Mealhada, podem assistir a mais de 110 filmes em 63 sessões, que dão corpo à vitalidade do nosso cinema e o colocam em diálogo constante com o que é feito à escala internacional.
No âmbito da 31.ª edição do Caminhos do Cinema Português, inaugura no dia 15 de novembro, às 15h, a exposição «Nem Musa, Nem Sombra», no Estúdio 1 (7.º piso, Edifício Avenida). A mostra permanecerá aberta ao público, mediante marcação, durante todo o festival, celebrando e dando visibilidade às mulheres que constroem o cinema e o audiovisual em Portugal — diante e atrás da câmara.








