Os Caminhos do Cinema Português desejam a todos os seus associados, parceiros e amigos umas Boas Festas e um Próspero 2022! ✨
Tiago Santos
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Cry Macho substitui Matrix Resurections na programação de 22 de Dezembro da Casa do Cinema de Coimbra
Os Caminhos do Cinema Português e a Cinemundo vêm por este meio anunciar que devido a contingências alheias se vêem obrigados a reprogramar o quarto título da saga Matrix para o mês de Janeiro.
Os Caminhos promoverão este mês uma dupla matiné infantil no dia 18 de Dezembro, com uma sessão dos “Filminhos à Solta pelo País”, às 10h30, e, às 15h00, com o “Cantar! 2” (Sing 2). São duas sessões que antecedem o Natal com muita música e diversão garantida. Na sessão da manhã, as crianças convidam os seus pais (ou até 2 acompanhantes) a vir ao cinema (bilhetes 4€, com entrada livre para até 2 adultos). Na sessão da tarde, com o filme Sing 2, o custo do bilhete é 4€.
Após a XXVII edição dos Caminhos do Cinema Português, a Casa do Cinema de Coimbra retoma a sua exibição regular com exibições de terça a sexta e vários momentos especiais com filmes em estreia nacional e sessões para ver cinema em família.
“PATHOS, ETHOS, LOGOS” entre as sessões especiais do Festival Caminhos do Cinema Português, uma produção de 10 horas, dividida em três dias, transporta o espectador para três anos diferentes.
O Festival Caminhos do Cinema Português vai desenvolver, a 26 e 27 de novembro, as atividades do Programa Incentivar, que procura desenvolver a produção cinematográfica na Região Centro.
Filme que retrata a vida num bacalhoeiro português exibido às 17h30. Sessão da noite contempla “Gaza mon Amour”, dos irmãos palestinianos Tarzan e Arab Nasser
“Terra Nova”, de Artur Ribeiro, e “Gaza mon Amour”, de Tarzan e Arab Nasser, são as duas longas-metragens exibidas pelo Festival Caminhos do Cinema Português esta terça-feira, 16 de novembro. Os realizadores Daniel Soares (da curta “O que resta”, exibida à tarde) e Gabriella Giffoni (de “Eco de um soco no osso”, exibida à noite) estarão presentes no Teatro Académico de Gil Vicente.
Tarde do Festival Caminhos dedicada a Timor e Espanha.
“Os Fotocines”, de Sabrina D. Marques, é exibido na noite de terça-feira, 9 de novembro, na Casa do Cinema de Coimbra. Trata-se de um retrato íntimo da Guerra Colonial Portuguesa feita com os seus sobreviventes, ao longo dos 72 minutos do documentário. “Os Fotocines” foi concluído em maio de 2021 e estará em exibição a partir das 21h45, na Casa do Cinema de Coimbra.
Nesta mesma noite, estarão em exibição três curtas, também na secção Outros Olhares. “Éleonor”, da realizadora luso-francesa Éleonor Silva; “Urubu é o Amigo Desconhecido” do ator e realizador luso-guineense Welket Bungué; e “Cassandra de Balaclava”, a história de uma atriz que abandona a sua carreira e o seu país, realizada por Nuno M. Cardoso, que marcará presença na Casa do Cinema de Coimbra.
Durante a tarde, na secção Filmes da Lusofonia, estará em exibição “Uma Halibur Hamutuk – Uma Casa que nos Une”, de Ricardo Dias. Um filme que mostra relatos de mulheres timorenses sobre o atribulado ano de 1999, altura em que foi referendada a independência do país, perante a ocupação indonésia. “O Solo Sagrado da Terra”, sobre a poetisa são-tomense Alda Espírito Santo, completa a secção neste 9 de novembro.
Em Filmes do Mundo, destaque para a presença do realizador hispano-venezuelano Luís Suarez Bracho, autor de “Dilemma”. “Distello Bravio”, de Ainhoa Rodríguez, também originário de Espanha, completa a secção.
A noite é e sempre será associada à escuridão, à penumbra, ao medo e ao proibido. É através desta simbologia que é apresentado a mostra paralela do Turno da Noite onde expomos e damos a conhecer um lado do cinema que não serve para deixar o espectador indiferente. Muito pelo contrário serve para o estremecer seja de susto seja de sensualidade.
O Turno da Noite este ano traz três sessões diferentes onde o cinema explicito tem a missão de chocar o espectador. Nesta mostra paralela, que decorrerá sempre de madrugada, são mostrados filmes de terror que vêm expor diferentes temáticas desde as mais atuais àquelas que são consideradas intemporais, nunca deixando de agitar e arrepiar quem a elas for assistir. Serão ainda mostrados filmes explícitos onde o erotismo é tomado como papel principal e onde serão ainda quebradas barreiras mostrando-se uma sexualidade polivalente e deixando a heteronormatividade de lado para mostrar que há muito mais para além disso.
É nesta mostra que o cinema mais arrojado, sem medos, nem amarras, encontra espaço, criando uma reação imediata entre o que se vê e quem o vê.

