Em Braga iremos participar numa noite inteiramente dedicada ao cinema, que contará com a presença de Vítor Ferreira, diretor do Festival Caminhos do Cinema Português e Pedro Magano, realizador do documentário “Irmãos”. Da programação farão parte duas curtas metragens produzidas no âmbito do Curso de cinema Cinemalogia ‘da ideia ao filme’, Paloma e Nunca é Tarde, e posterior exibição do documentário Irmãos vencedor do Grande Prémio ‘Portugal Sou Eu’ do festival Caminhos do Cinema Português.
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Em abril começámos o percurso final da produção de uma obra cinematográfica. A pós-produção engloba o tratamento de todos os brutos de som e imagem produzidos ao longo de uma rodagem. Nesta fase é essencial a organização de todo o material imagético e sonoro bem como a consistência estética de toda a obra.
Estamos em choque! O nosso amigo e companheiro destes caminhos do cinema Afonso Bastos faleceu ontem 24 de Março. O Afonso foi uma pedra basilar na 20.ª edição do festival dando grandes provas da sua enorme competência técnica e profissional mas acima de tudo de altruísmo, companheirismo e espírito de equipa.
A vida foi madrasta! Subitamente aos 25 anos perdemos um grande amigo das artes e do cinema em particular, que fazia tudo ao seu alcance para promover e produzir actividades culturais em Coimbra bem como no resto do país.
Não foram apenas os Caminhos que perderam um grande amigo e colega, fomos todos nós.
Não nos despedimos com um adeus, porque nada é eterno, mas com um até já porque sabemos que estarás no céu a brilhar por nós.
À sua família e amigos, apresentamos as mais sentidas condolências.
Nuno Rocha, Manuel Pinto Barros e Pedro Adamastor coordenam rodagem de curta-metragem em Coimbra
2016-03-17O curso de Cinema – Cinemalogia, promovido pelos Caminhos do Cinema Português desde 2011, preparou ao longo dos últimos meses uma produção cinematográfica e entra agora na derradeira etapa da rodagem. O início dos trabalhos está marcado para o dia 19 e prolongar-se-á até 23 de Março. Esta é a etapa culminar de toda a formação teórica e prática levada a cabo desde o início deste curso dando forma visual ao imaginário criado no argumento.
Os Caminhos Film Festival lamentam a perda de uma figura central e impar da ficção e do Cinema Português, que ao longo dos anos acompanhou este projecto na qualidade de actor, realizador, e também enquanto membro do júri, endereçando à família e amigos as mais sentidas condolências.
E, ao sétimo dia, o Caminhos do Cinema Português anuncia os vencedores da XXI edição do festival. Os vários júris do certame reuniram e chegaram a conclusões sobre quais os filmes merecedores de distinção na edição deste ano. Recordamos que o Caminhos Film Festival tem quatro painéis de júris distintos que premeiam diversas metragens e categorias técnicas.
Tem inicio amanhã o II Simpósio Internacional Fusões no Cinema. Integrado no XXI Caminhos do Cinema Português, e a decorrer até sábado nas instalações de Coimbra da Universidade Aberta, o encontro enquandra-se no esforço do festival de promover a criação e divulgação de conhecimento sobre o cinema.
Depois do sucesso da edição inaugural no ano transacto, o II Simpósio alarga o âmbito das comunicações apresentadas para incluir todas as fusões na sétima arte. Os trabalhos iniciam-se às nove da manhã com uma mesa redonda onde estarão os jurados do festival Maria Vieira e Lauro António.
A partir das onze da manhã é aberto o primeiro painel onde serão discutidas as potencialidades do cinema narrativo e sua relação com o momento didáctico da sétima arte. Aprender com o cinema: da narrativa à didáctica, é o tema do painel que abre o Simpósio e terá como oradores convidados Luis M. Alves, da Universidade do Porto e Pedro Alves, da Universidade Católica do Porto.
Ao longo do dia mais três painéis terão lugar, subordinados as temas tão diversos como o Webdocumentário e a Interactividade ou as visões diferentes da Arquitectura no Cinema. Até ao final do Simpósio, sábado dia 5 de Dezembro, ainda existe a possibilidade de assistir a comunicações que abordarão temas como o cruzamento do Cinema com a Literatura, às nove da manhã de dia 4; com a Pintura ou com a Fotografia esteroscópica do século XIX no mesmo dia à tarde e por fim como ultrapassar as dificuldades da Tradução e Legendagem no sábado de manhã.
O programa completo do II Simpósio Internacional Fusões no Cinema pode ser consultado em caminhos.info/pt/programa-ii-simposio-internacional. Para assistir às comunicações é necessária inscrição prévia que pode ser efectuada em caminhos.info/pt/simposio/simposio-inscricao/inscricao-simposio-publico-geral.
O início da fase adulta implica por vezes um desmembramento da criança e do adolescente que residem dentro daquele que cresce. Idealmente feito de forma paulatina, na prática acaba por ser um salto inesperado. O bom cinema, seja ficcional ou documental, tem a capacidade de registar e mostrar – se o seu criador assim o entender – essa transferência de consciência entre a criança e o recém-adulto, que são o mesmo.
Afirma-se consecutivamente que tempo não é intensidade. Nem sempre existe a carência de prolongar a duração de uma obra, quando o seu intento se acha suficientemente satisfatório em alguns minutos. Hoje o TAGV terá as suas sessões dedicadas principalmente a curtas, levando o espectador a percorrer caminhos de expressividade totalmente distintos.