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Módulo “Argumento 1” dá início aos módulos nucleares da 9ª edição de Cinemalogia

No próximo fim-de semana, nos dias 8 e 9 de dezembro, começam os módulos nucleares da 9ª edição do Curso de Cinema “Cinemalogia” promovido pelos Caminhos do Cinema Português e pela Universidade Aberta desde 2011.

O primeiro módulo “Argumento 1”  terá a duração de 16 horas e decorrerá entre as 9h30 e as 18h30 de dia 8 e 9 de dezembro no Departamento de Engenharia Informática da Universidade de Coimbra e será lecionado por Cláudia Clemente, arquiteta de formação, divide o seu trabalho atual entre a escrita e a realização cinematográfica, entre a ficção e os documentários.

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O Caminho do “eu” numa geração virtual

Para fechar a Seleção Ensaios, as novas tecnologias juntaram-se à solidão e ao conhecimento do “eu” às 17h30, na sala 6, dos Cinema NOS, no dia 1 de dezembro, propondo uma reflexão que a atualidade exige.

Sleepless Nights…” de Maria Teixeira, “Irony” de Radheya Jegatheva, “Bruma” de Sofia Cachim , “O Chapéu” de Alexandra Allen, “Him&Her” de Nathalie Lamb, “Homesick” de Hila Einy, Yoav Aluf, Noy Bar e Bezalel, “Zeitgeist” de Oleg Kauz, “A Sweet Story” de Moritz Biene, “Drowning”  de Pedro Harres e “Soulkeeper” de Théo Hoch foram as curtas que se reuniram no grande ecrã da sala de cinema. O controlo tecnológico, o medo do desconhecido e o desejo da aprovação social foram alguns dos temas centrais de uma tarde repleta de virtualidade.

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Última tarde da XXIV edição do Festival Caminhos

A última tarde do Festival Caminhos do Cinema Português começa com a sessão da Seleção Caminhos no Teatro Académico de Gil Vicente (TAGV). “Entre o Verão e o Outono” de Maria Francisca Pinto, “Sleepwalk” de Filipe Melo, “Quando Pudermos” de Miguel Cardoso Faria e “Segunda-Feira” de Sebastião Salgado foram as curta metragens exibidas e, de forma a encerrar a sessão, foi exibida a longa metragem “À Tarde” de Pedro Florêncio. Recetivos às questões do público, estiveram presentes Filipe Melo, realizador de “Sleepwalk”, e Rui Mendes, produtor de “À Tarde”.

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Entre a paixão e a cooperação cria-se o cinema Português

Na voz de quatro convidados debateu-se a importância de ir além da narrativa cinematográfica. O modo como os Conimbricenses vivem a oferta cultural da cidade deu o rumo final à conversa.

Discutir as mudanças na produção de cinema em Portugal foi a proposta apresentada por Sérgio Dias Branco, moderador da última MasterSession da XXIV edição dos Caminhos do Cinema Português com o tema “O valor de uma marca do/no Cinema Português” . O financiamento, o marketing e a cultura foram as temáticas abordadas ao longo da sessão do dia 30 de novembro.

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Antevisão 1 de Dezembro

No último dia do festival, as sessões não se esgotam. Da Seleção Caminhos, no Teatro Académico Gil Vicente, em Coimbra, ‘À Tarde’ (15H) de Pedro Florêncio retrata o olhar sobre a luz, gestos e sons a partir do interior de uma casa em Lisboa, numa tarde banal de primavera.

Irony’ (17H30) é um filme integrante da Seleção Ensaios – que vai ter lugar nos Cinemas NOS do Alma Shopping. Um filme que explora a relação entre o Homem e a tecnologia, do ponto de vista de um telefone. ‘Bruma’ (17H30) é outra produção da seleção que exibe uma jornada emocional. Alice, após a morte do Pai, tenta encontrar uma maneira de ultrapassar a fugacidade do tempo e confortar-se. Uma jornada de autoconhecimento de uma adolescente que está prestes a descobrir o mundo.

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Caminhos são palco de primeiras obras para realizadores

A XXIV edição do festival Caminhos do Cinema Português tem vindo a preencher as telas da cidade. Obras internacionais são exibidas, mas, sobretudo, são as produções nacionais o motivo de celebração. Além disso, esta foi a primeira vez que o festival contou com a presença de um ator internacional: Dominique Pinon. O ator francês fez parte do elenco de “Caminhos Magnétykos” do realizador Edgar Pêra.

Os realizadores são uma parte fulcral de cada produção cinematográfica. O maestro que gere todo o ritmo e sinfonia da orquestra. Os Caminhos são um festival que primam por ser inclusivos, trazendo novos cineastas para o panorama cinematográfico nacional. Como tal, Bruno Gascon, Justin Amorim, Miguel Nunes e Ana Moreira tiveram os seus projetos selecionados e exibidos ao público de Coimbra. O festival prima por ser uma montra para o cinema português e tentar cultivar o seu consumo e gosto no público

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A visão crua da sexualidade: histórias de amor e intimidade

Dia 30 de Novembro, às 21H45, o Teatro Académico Gil Vicente (TAGV) foi marcado por quatro sessões pintadas das cores do arco-íris. A comunidade LGBT+ foi refletida ao longo dos filmes, de forma a demonstrar a urgência da naturalização da sexualidade na sociedade. “Letters from Childhood” de José Magro, “Anjo” de Miguel Nunes, “Self Destructive Boys” de André Santos e Marco Leão e “Até que o porno nos separe…” de Jorge Pelicano foram os escolhidos para a sessão. Estes filmes apresentaram diferentes histórias de lutas internas sobre as relações humanas.

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Rami Al Rabih e Emmanuel Levy presentes na Seleção Ensaios

No dia 30 de novembro, o público pôde contar com mais uma Seleção Ensaios no cinema NOS, no Alma Shopping. O público ficou surpreendido e com desejo de mais minutos em cada curta-metragem. Estiveram em exibição diversas curtas metragens, como “Satán” de Carlos Tapia, “The Dance of Amal” de Rami Al Rabih, “No Sleeping” de Emmanuel Levy e “In Between Spaces” de Don Senoc.  Para além destes filmes estrangeiros, que vão desde as Filipinas à Polónia, foram também exibidos filmes de realizadores portugueses como “The Way of the Shaman Drum” de João Meirinhos e “Primeira Noite” de André Rodrigues.

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