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Selecção Oficial

Os filmes seleccionados para a XV edição dos Caminhos do Cinema Português são:

Longas-Metragens
98 Octanas de Fernando Lopes 94’
Corrupção 95’
Lobos de José Nascimento 100’
Dot.com de Luís Galvão Teles 103’
Daqui P’ra Frente de Catarina Ruivo 87’


 

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Concurso Cartaz 2009

Concurso para a Elaboração de um Cartaz
 
Este concurso visa a elaboração de um cartaz para o seguinte evento:
– Festival Caminhos do Cinema Português XVI
 
Características a ter em atenção na concepção do cartaz:
§ O cartaz deverá ser entregue em formato TIF com layers.
§ O cartaz deverá ter o tamanho A0 (120cm – largura X 176cm – altura) com uma resolução de pelo menos  150 DPI’s (ou tamanho inferior com maior  resolução por forma a obter o tamanho A0 a 150 DPI’s sem necessidade de alterar a imagem).
§ No cartaz do Festival Caminhos do Cinema Português XVI, deverão obrigatoriamente, constar os seguintes elementos:
1 – “Logótipo Caminhos do Cinema Português”
2 – “XVI”
3 – “12 a 19 de Abril” (Datas Indicativas)
4 – “Coimbra”
5 – “2009”
 

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Prorrogação Datas

Atenção!
 
A Direcção da Organização da XVª edição do Festival Caminhos do Cinema Português, entendeu, depois de algumas dificuldades no envio de inscrições de filmes, prorrogar o prazo das mesmas até à proxima Sexta-feira 22 de Março, mantendo-se as restantes datas que se encontram no Regulamento Oficial do festival e ao qual poderão ter acesso neste sitio. Em caso de dúvidas não hesite em contactar-nos.

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Newsletter 01/08

 Por impossibilidade técnica não nos foi possível enviar a primeira newsletter da XV edição do Caminhos do Cinema Português, pelo que para que dela tenha conhecimento, decidimos coloca-la acessível online no site. Aos subscritores as nossas mais sinceras desculpas.

 

Caminhos do Cinema Português – Newsletter

De 22 a 25 de Maio de 2008 em Coimbra!

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Uma Palavra!

“O Cinema português nunca existiu”  é o título de uma obra conhecida, chocante que desencadeia em nós a vontade de confrontar tal acepção. Ao longo dos últimos sete anos tive o prazer de verificar e denúnciar que aquele juízo de valor está errado e longe da realidade. Se é verdade que a produção de cinema português foi e continua a ser parca, não é menos verdade que uma média de cinquenta filmes portugueses têm entrado em competição ano após ano no único festival de cinema nacional – os Caminhos do Cinema Português.
Nas últimas quatorze edições este conseguiu afirmar-se  ao nível local e nacional como um espaço de referência onde o público pode assistir à maior montra de filmes portugueses, nos diversos formatos, complementada por um vasto leque de actividades paralelas. Estamos orgulhosos de ter conseguido este reconhecimento e ter contribuido decisivamente para a deslocalização geográfica de que padecem a maioria dos eventos culturais, ao realizar no centro do país este evento singular.
Queremos continuar a contestar a estranha relação que se criou entre o público português e o seu cinema, da qual estamos todos cientes, reforçando o evento com as suas componentes de formação como é o caso dos Workshops, das sessões para crianças, no caso dos Caminhos Juniores, e continuar a apostar na exibição dos trabalhos resultantes das diversas Escolas de Cinema, no caso dos Ensaios Visuais. O Festival não poderá assentar somente nas sessões competitivas, mas tem que ser obrigatoriamente preenchido com estas actividades basilares. E à semelhança da produção, entendemos ser impossível descurar a promoção e exibição da nossa cinematografia.

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Ad Urbi et Orbi

Temos Vencedores!

JÚRI OFICIAL
Grande Prémio do Festival – Transe de Teresa Villaverde
Melhor Longa – Atrás das Nuvens de Jorge Queiroga
Melhor Curta – Cântico das Criaturas de Miguel Gomes
Menção Honrosa – História Desgraçada de Elsa Bruxelas
Melhor Animação – Stuart de Zepe
Menção Honrosa – Jantar em Lisboa de André Carrilho
Melhor Documentário – Logo Existo de Graça Castanheira
Menção Honrosa – Humanos A Vida em Variações de António Ferreira
Prémio Revelação – Hugo Vieira da Silva

JÚRI FICC
A Minha Aldeia Já Não Mora Aqui de Catarina Mourão

JÚRI IMPRENSA
Ainda há Pastores? de Jorge Pelicano
Menção Honrosa – Operário em Construção de Pedro Canotilho e Eduardo Nascimento

PRÉMIO DO PÚBLICO
Suicídio Encomendado de Artur Serra Araujo

PRÉMIO ARDENTER IMAGINE

Lauro António

 

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Os Primeiros Números…

E estamos na recta final do festival! Depois de 113 filmes durante os oito dias de festival, e de isso se traduzir em mais de 2781’38” minutos de filmes portugueses. Deixamos-vos os factos mais interessantes do festival.

O filme mais curto "Starway to Nowhere" com 1’58”
O filme mais longo "Transe" com 126′.

Em termos de alojamento foram alojados mais de 80 convidados, entre realizadores, produtores, júris e técnicos. Em termos de alimentação foram servidos mais de 250 refeições.

Cerca de 2000 crianças viram cinema português pela primeira vez. E na bagagem levaram mais de 4000 chocolates Mini Milka Souflé, 400 Sumos Joi, 420 Frutis Pêssego, 420 Frutis Pêra, 390 Frisumo Laranja, 480 Vitalis Pet, entre outras lembranças.
Este são os números de hoje, amanhã teremos mais…

 

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Animação

É notório, nos últimos tempos, que a cada ano que passa cresce o número de projectos cinematográficos nacionais pertencentes ao género animação. Tal se tem manifestado nas últimas edições do festival Caminhos do Cinema Português, inclusive a deste ano. Cada vez mais se discute o impacto que a evolução das técnicas de animação teve no panorama do cinema português e qual o futuro que este género de cinema poderá tomar.

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25 Abril

  <p style="text-align: justify" class="MsoNormal">Neste dia que se celebra nacionalmente e anualmente como &ldquo;o Dia da Liberdade&rdquo;, e tendo em conta o debate &ldquo;Cinema e Revolu&ccedil;&atilde;o&rdquo; que se realiza hoje &agrave; tarde no Teatro Acad&eacute;mico Gil Vicente, vimos falar da relev&acirc;ncia desta data hist&oacute;rica como marco nos caminhos que o cinema portugu&ecirc;s percorre.<br /><br />Com efeito, o 25 de Abril, sem d&uacute;vida uma data relevante para a hist&oacute;ria do nosso pa&iacute;s, come&ccedil;a por ser uma &oacute;ptima fonte de inspira&ccedil;&atilde;o para filmes, quer sejam estes contos ficcionais que tenham como cen&aacute;rio os tempos da Revolu&ccedil;&atilde;o, quer sejam document&aacute;rios que procurem abordar de forma imparcial e crua os tempos que se viveram e apresent&aacute;-los a p&uacute;blicos que n&atilde;o os viveram pessoalmente. Esta t&aacute;ctica de se aproveitarem factos hist&oacute;ricos para servir de material para filmes n&atilde;o sucede apenas no nosso pa&iacute;s. Veja-se como os americanos j&aacute; representaram os ataques de 11 de Setembro, assim como a Alemanha j&aacute; apresentou filmes baseados no Holocausto Nazi.</p><p style="text-align: justify" class="MsoNormal">&nbsp;</p>   <!--more-->       <p style="text-align: justify" class="MsoNormal">Tal &eacute; prova de que o cinema, como dimens&atilde;o da cultura nacional, &eacute; um testemunho do passado. Por&eacute;m, n&atilde;o se deve entender este como uma posi&ccedil;&atilde;o est&aacute;tica, j&aacute; que o cinema procura tanto relembrar, assim como celebrar ou at&eacute; mesmo criticar factos que j&aacute; passaram, de modo a elucidar gera&ccedil;&otilde;es futuras, mesmo ao ponto de as motivarem a se criar novos ideais. De facto, n&atilde;o ser&aacute; tal uma express&atilde;o da liberdade, a mesma que agora &eacute; celebrada? A verdade &eacute; que o cinema &eacute;, em si mesmo, uma revolu&ccedil;&atilde;o, visto que procura sempre desafiar-se e, consequentemente, desenvolver como actividade criativa.<br /><br />O cinema portugu&ecirc;s, assim como qualquer aspecto cultural do nosso pa&iacute;s, foi radicalmente alterado gra&ccedil;as ao 25 de Abril. Para melhor? Para pior? A verdade &eacute; que, mesmo ap&oacute;s 33 anos da Revolu&ccedil;&atilde;o dos Cravos, ainda n&atilde;o se encontra resposta certa a tal pergunta. Deve-se, todavia, ter em conta que, mesmo que haja liberdade para se abordar qualquer tem&aacute;tica no grande ecr&atilde;, real&ccedil;ando que o mundo n&atilde;o se encontra livre de controv&eacute;rsias ou tabus, tal n&atilde;o &eacute; tudo no cinema. Ou seja, a liberdade &eacute; uma pe&ccedil;a essencial, mas n&atilde;o a principal ou a &uacute;nica a ter em conta, para a realiza&ccedil;&atilde;o cinematogr&aacute;fica, j&aacute; que existem outros elementos cruciais para o seu desenvolvimento.</p>  

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