
Os oito trabalhos a concurso foram submetidos ao escrutínio do júri, composto por Rita Camarneiro e Rita Alcaire. A exibição das curtas-metragens teve lugar no Centro Cultural D. Dinis, em Coimbra.

Os oito trabalhos a concurso foram submetidos ao escrutínio do júri, composto por Rita Camarneiro e Rita Alcaire. A exibição das curtas-metragens teve lugar no Centro Cultural D. Dinis, em Coimbra.

Cristina Figueiredo Janicas, nascida a 10 abril 1965, licenciada em Filosofia, pela Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, com o mestrado em Estudos Artísticos, variante de Cinema. No contexto deste mestrado apresentou a dissertação final intitulada CineSophia: Cinema e Filosofia. Desde 1989, é professora do Ensino Secundário, e atualmente exerce a sua profissão no Agrupamento de Escolas de Montemor-o-Velho, onde leciona Filosofia. É sócia e pertence aos órgãos socias da Bonifrates – Cooperativa de Produções Teatrais e Realizações Culturais, desde 1984, onde participou como atriz em vários espetáculos teatrais. Frequentou algumas formações ligadas ao Cinema das quais destaca: um curso de formação orientado pelo realizador Pedro Sena Nunes, A construção do olhar documental, promovido pelo CES da Universidade de Coimbra; O poder narrativo da imagem: introdução à linguagem do cinema, da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra e o Seminário de Argumento no Cinema, orientado por António Cabrita, no âmbito das Comemorações dos 30 anos da atividade do TAGV.

J. Norberto Pires é Professor Associado com Agregação do Departamento de Engenharia Mecânica da Universidade de Coimbra. Exerceu funções como presidente do Conselho de Administração do iParque – Coimbra Inovação Parque SA, em Coimbra, desde 2007 a 2012, e foi Presidente da Comissão de Coordenação da Região Centro entre Fevereiro e Julho de 2012. Foi membro do Conselho Nacional de Ciência e Tecnologia, e do Conselho Nacional de Empreendedorismo e Inovação. Na sua carreira académica tem ocupado diferentes cargos e exercido inúmeras funções em várias associações científicas. É autor de mais de 150 publicações científicas, livros científicos e técnicos e várias centenas de artigos de divulgação científica e técnica. Mantem também uma extensa atividade de publicação em jornais e revistas sobre temas nacionais e internacionais. O seu perfil pode ser encontrado em: http://robotics.dem.uc.pt/norberto

Sérgio Dias Branco é Professor Auxiliar Convidado de Estudos Fílmicos na Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, onde coordena os estudos fílmicos e da imagem no curso de Estudos Artísticos. É investigador em cinema e filosofia no IFL (Instituto de Filosofia da Linguagem) na Universidade Nova de Lisboa e membro convidado do grupo de análise fílmica The Magnifying Class na Universidade de Oxford. Co-edita as revistas Cinema: Revista de Filosofia e Imagem em Movimento (http://cjpmi.ifl.pt) e Conversations: The Journal of Cavellian Studies (https://uottawa.scholarsportal.info/ojs/index.php/conversations). Tem diversos capítulos de livros e artigos publicados sobre cinema, televisão, e vídeo, nomeadamente nas revistas Refractory e Fata Morgana. Tem apresentado trabalhos científicos nestas áreas em muitas universidades, designadamente na Universidade de Nova Iorque, Universidade Yale, e Universidade de Glasgow.

Rita Camarneiro nasceu a 15 de Janeiro de 1988 é natural de Figueira da Foz e estudou na Universidade de Coimbra. Actualmente é conhecida por participar no conhecido talk show da RTP2 “5 para a Meia Noite”.

É Mestre em Psiquiatria Cultural com uma dissertação sobre as representações da masturbação no cinema e televisão mainstream. Licenciou-se em Antropologia com a tese Filhos do Tédio, que questiona o estereótipo de Coimbra “fado, estudantes e guitarradas” a partir da banda Tédio Boys. Co-realizou com Rodrigo Lacerda os documentários Filhos do Tédio (2006), Breve História do Rock de Coimbra (2010), O Pessoal do Pico Toma Conta Disso (2010), Um Quarto no Éter (2011), Filarmónicas da Ilha Preta (2011) e Das 9 às 5 (2011). A estes trabalhos junta-se Para-Suicídio Pop (2008), realizado inicialmente para o cumprimento da parte curricular do Mestrado. Tem várias obras publicadas, das quais se destaca Filhos do Tédio; o número especial do Magazine de Artes de Coimbra, que coordenou; e Bandas Filarmónicas do Concelho de Cantanhede. Actualmente integra a equipa do projecto No trilho dos naturalistas – as missões botânicas em África, da responsabilidade da Universidade de Coimbra, que consiste na produção de quatro documentários (três deles em África), com produção da Terratreme Filmes acompanhamento do jornal Público e transmissão pela RTP.

João Braz, 43 anos, vive em Lisboa e é formado em Cinema pela Escola Superior de Teatro e Cinema. Ao longo de 20 anos de carreira montou dezenas de longas-metragens, documentários, assim como séries e filmes publicitários. Longas-metragens como ”Alice”, “Noite Escura”, “Filme do Desassosego”, “Crime do Padre Amaro”, “Mistério da Estrada de Sintra”, “Como desenhar um circulo perfeito”, “Florbela” ou “Sangue do meu sangue”. Documentários como “Linha Vermelha”, “Fantasia Lusitana”, “Muitos dias tem o mês” ou “Obrigação” e séries de tv como “Bocage”, “O dia do Regicídio” ou “República”. Trabalhou com realizadores como João Canijo, Marco Martins, João Botelho, Manoel de Oliveira, Jorge Paixão da Costa, Vicente Alves do Ó, Fernando Vendrell, Margarida Cardoso, José Filipe Costa, Margarida Gil, Eduardo Guedes, Leonel Vieira, Margarida Leitão e Jorge Queiroga entre outros Editou dezenas de filmes publicitários para marcas como Optimus, Tmn, Super Bock, Tap, Pt, Bes, Volvo ou Galp. Recebeu o prémio de Melhor Montagem pelo filme “Fantasia Lusitana”, na XVII.ª Edição do Festival Caminhos do Cinema Português e em três edições do Cineport – Festival de Cinema dos Paises de lingua Portuguesa, o prémio de melhor montagem com os filmes “Noite Escura”, “Alice” e “Mal Nascida” Leccionou diversos workshops como “Cinemalogia – Montagem” nos Caminhos do Cinema Português em Coimbra, “Ver cinema” na Casa das Histórias / Museu Paula Rego em Cascais ou ainda “Ver o Invisivel” para o “Estaleiro- Festival de Vila do Conde”. Deu aulas nos cursos de Mestrado de Cinema na Escola Superior de Teatro e Cinema e na Universidade Lusófona.

João Quadros nasceu em Lisboa a 13 de Fevereiro de 1964 é argumentista e autor de diversos programas de televisãoe rádio. Actualmente escreve o Tubo de Ensaio, na TSF, com Bruno Nogueira e o 5 para a meia-noite, na RTP-1, com Nuno Markl e tem uma crónica semanal no Jornal de Negócios (Um tiro no porta-aviões).

José Rebola, letrista e músico é natural de Coimbra. Fundador, em 2007, do grupo musical Anaquim. Um grupo musical perspicaz, observador e crítico da sociedade contemporânea. José Rebola é também conhecido de outros projectos, que buscam no rock a força para se exprimirem, como é o caso de Cynicals, talvez por isso Anaquim tenha surgido com um sabor, se não especial e pessoal, diferente. José Rebola apura as conversas sobre as vidas dos outros, mas também é capaz de assinar poemas claramente auto-irónicos e atirar-se, sem medos nem vergonhas, a temas de clara intervenção política como o swingante “O Desilusionista” (o título diz tudo), o pungente “Livro de Reclamações” ou o folk-punk a dar para os Pogues “Hoje é um Bom Dia!”. Outro tríptico, este mais ensombrado, é formado pela marcha (quase) fúnebre “Se eu mandasse”, o psychobilly gingão com letra de filme de terror “A Semente do Medo” e uma inesperada pseudo-balada com piano (e orquestração, digamos, “celestial” no final) “O Jardim”. No entanto, estas trevas são contrapostas com temas surpreendentes como a lindíssima valsinha musette “Por aí”, o western “Onde acaba o Oeste?” (com Viviane a “duelar” com José Rebola entre um trompete mariachi e citações a Ennio Morricone), o ragtime fumarento de “…mas nunca em dias de Sol”, a pop descarada de “Já te disse mais de Mil vezes” e o jazz sexy de “Nós”.

Rodrigo Lacerda nasceu em Coimbra em 1979. Estudou Cinema e Televisão no London Metropolitan University e National Film and Television School, no Reino Unido. Co-realizou, com Rita Alcaire, os documentários Filhos do Tédio (2006), O Pessoal do Pico Toma Conta Disso (2010), Um Quarto no Éter (2011), Filarmónicas da Ilha Preta (2011) e Das 9 às 5 (2011). Em 2010, realizou o documentário Pelos Trilhos do Andarilho – Ao Encontro de Ernesto Veiga de Oliveira para o GEFAC – Grupo de Etnografia e Folclore da Academia de Coimbra. Os seus principais temas de interesse nesta área são a música, o trabalho e a etnografia. Também desenvolve trabalho na área de pós-produção para cinema e publicidade tendo participado em campanhas para a Mitsubishi, Alpro e John Frieda e nas longas-metragens My Last Five Girlfriends (Julian Kemp, 2009), Embargo (António Ferreira, 2010) e Retornos (Luis Avilés, 2010). Actualmente, está a concluir o mestrado em Antropologia, especialização Culturas Visuais, na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa com uma tese sobre o poder da imagem na representação da morte de figuras públicas.

Tânia Duarte Nasceu em Espinho, em 1976. Licenciada em Design de Comunicação pela Faculdade de Belas Artes do Porto, tem vindo a desenvolver ao longo dos últimos doze anos diversas actividades na área do vídeo e cinema de animação, tanto na realização, animação como no ensino e formação em workshops. Tem colaborado com vários artistas plásticos como Helia Aluai (”Nós somos quem sóis”) e Ícaro (“Ex-machinae”). Realizou o filmes “A Guardiã dos Sonhos” – seleccionado para a Mostra Europeia de Arte Contemporânea, numa exposição Itinerante (Nimes, Edinburgh, Porto); Fez a animação do filme “Cicatriz”, Prémio “Onda Curta” no Festival de Cinema e Vídeo dos Países de Língua Portuguesa IMARGENS, Cabo Verde, 2005; Participou na equipa de animadores do filme de Fernando Saraiva “A Meio da Noite”, premiado em festivais como o Cinanima (Prémio Tóbis 2008) e Adana Golden Boll Film, na Turquia (melhor curta de animação 2009). No Cinanima teve alguns filmes a concurso, resultado da orientação em ateliês com crianças e jovens. Destacam-se “Apito final” (Prémio Jovem Cineasta), “O Lagarteiro”(menção honrosa)“, e “Amigo do Peito”, também selecionado no Festival Caminhos do Cinema Português(2011), Animamundi 2012, e Festival de Hamburgo 2012. Tem vindo a colaborar como formadora de cinema de animação com a Casa da Animação (Porto), com o Espalhafitas(ANIMAIO), em Abrantes e no Festival ANIMAR(Vila do Conde). Teve a seu cargo a docência das disciplinas de Animação I e Animação 2D, de 2006 a 2010, do Curso Multimédia e Design de Jogos Digitais no IPB (Instituto Politécnico de Bragança) . Foi também docente no Curso de Animação 2D/3D na Escola Artística e Profissional Árvore (Porto) 2008/2010. Foi formadora , animadora e realizadora no projecto MIX REPÚBLICA, um projecto original da MONSTRA – Festival de Animação de Lisboa co-produzido e apoiado pela Comissão Nacional para as Comemorações do Centenário da República. Este projecto itinerante percorreu cerca de 25 municípios portugueses ao longo de 2010 e 2011, da qual resultaram 25 curtas de animação sobre a 1º República em Portugal. (2010/2011).

Nasceu em Viena de Austria em 1968. Cresceu em Lisboa onde começa a trabalhar como actriz ainda adolescente. Desde 1995 que partilha a sua vida entre Lisboa e Paris. Em cinema, como actriz, participou em mais de vinte longas metragens com realizadores como João Botelho, Joaquim Pinto, José Fonseca e Costa, Jacques Rivette, Pedro Costa, etc. No teatro onde começou, fez uma dúzia de espectáculos tanto em português como em Francês com encenadores como Ricardo Pais, Olga Roriz, Alain Rais, no Teatro nacional de São Carlos, no Théâtre de l’Odéon, no ACARTE, entre outros. Em 2007 assina a sua primeira encenação teatral no Centro Cultural de Belém com “Correspondência a Três”. Depois de ter trabalhado como assistente de realização de Teresa Villaverde, João César Monteiro e de Joaquim Pinto, desde 1998 que se dedica à realização de filmes de ficção e documentais. “Sr. Jerónimo” a sua primeira curta metragem de ficção é premiado em vários festivais dos quais se distinguem o prémio para melhor filme português no Festival Internacional de Vila Conde e o Prémio Canal+ em Brest. A sua primeira longa metragem documentário “O Fato Completo ou à procura de Alberto” é seleccionada para o Festival Internacional de Veneza, na secção Outros Territórios. O seu último filme, “Cartas a uma Ditadura”, recebeu o Prémio da Distribuição para o melhor documentário português no DocLisboa 2006, o FIPA de Prata no Festival Internacional de Biarritz, o Grande Prémio do Femina, no Rio de Janeiro e Prémio do Público na Mostra de São Paulo 2007. Em 2009 foi eleita deputada da Assembleia da República Portuguesa.

Tânia Ganho nasceu em Coimbra, em 1973, onde estudou e deu aulas de tradução como assistente convidada da Universidade. Depois de ter feito legendagem de filmes durante vários anos (para TV, vídeo e o festival de cinema de Vila do Conde) e de ter passado pela redação da SIC como tradutora de informação, decidiu dedicar-se exclusivamente à literatura. É tradutora de autores como John Banville, Alan Hollinghurst, Christos Tsiolkas, David Lodge, Ali Smith, Annie Proulx e Anaïs Nin, entre muitos outros. Viveu em Londres e em Paris, e reside actualmente em Lisboa. É autora dos romances “A Vida Sem Ti” (Oficina do Livro, 2005), “Cuba Libre” (Oficina do Livro, 2007), “A Lucidez do Amor” (Porto Editora, 2010) e “A Mulher-Casa” (Porto Editora, 2012). Em Julho de 2011, ganhou o 1º Prémio da categoria internacional do Concurso de Contos Cidade de Araçatuba, Brasil, com o texto “Perfeita Simetria”. Tem contos publicados nas revistas “Egoísta” e “Portefólio”.

Ana Lopes é natural de Coimbra, cresceu em São Miguel, licenciou-se em Direito em Lisboa e formou-se em Representação em Los Angeles, onde viveu dois anos intensos, quer em formação, quer em trabalho, regressando, depois, a Portugal. Como actriz, tem um vasto currículo em Cinema independente e participa, regularmente, em peças de Teatro, telefilmes, anúncios, sketches de comédia e web séries. Tem também experiência como Produtora.

Custódia Gallego, actriz portuguesa, nascida em Beja em 1959. Ingressou no curso de Medicina, na Universidade Nova Lisboa, acabando por abandonar o curso. Em 1984 terminou os seus estudos na Escola Superior de Teatro e Cinema de Lisboa. Desde então a sua participação em teatro tem ocupado a maior parte da sua carreira, tendo participado também, por algumas vezes, em cinema, estando presente em filmes de realizadores como Joaquim Leitão, Fonseca e Costa, Margarida Cardoso e António Ferreira. É também presença assídua em várias telenovelas e séries televisivas, como “Laços de Sangue”, “Perfeito Coração”, “Podia Acabar o Mundo”, ”Vingança”. Actualmente participa na telenovela da SIC “Dancin Days”.

Licenciada em Filologia Germânica pela Universidade de Lisboa, com mestrado em Análise Comportamental, e licenciada em Teatro pela Escola Superior de Cinema e Teatro, profissionalizou-se em 1983, tendo desde aí participado em inúmeras peças no Teatro Nacional, Teatro do Século (de que foi cofundadora), Teatro da Comuna, Teatro Persona, Cassefaz e Escola de Mulheres, Oficina de Teatro de que é cofundadora e Diretora Literária. Para além de actriz de Teatro, Televisão e Cinema, exerce as actividades de argumentista, dramaturga e encenadora. O último espetáculo em que participou como atriz foi “Agosto em Osage” de Tracy Letts, encenação Fernanda Lapa no Teatro Nacional D. Maria II. Trabalha em televisão desde 1989, tendo participado em muitas novelas, séries e telefilmes. Neste momento faz parte do elenco fixo da novela “Louco Amor” da TVI. No cinema, trabalhou com António Pedro Vasconcelos, Jorge Silva Melo, Mark Heller, entre outros. Durante a sua carreira como atriz de Teatro, foi distinguida com o Troféu Nova Gente – Atriz Revelação – e o Prémio da Associação Portuguesa de Críticos para Melhor Atriz. Em televisão foi distinguida pelo trabalho na peça “O Pai” de Strindberg pela revista “Blitz”.

Fernando Galrito tem formação em Cinema, Animação e Teatro. Licenciado em Antropologia, MA em Cultura e Tecnologias da Informação. Conclui Doutoramento em Expressão Espácio-Temporal da Imagem em Movimento | Performance e Animação.Como investigador explora a relação e interacção entre o corpo a performance e a imagem em movimento mediada por sistemas digitais e analógicos bem como metodologias de ensino do cinema de animação.Coordenou entre 1987 e 2005 o CITEN | Centro de Experimentação em Imagem e Movimento na Fundação Gulbenkian. Lecciona Animação, Animação de Personagens, Projecto de Imagem e Projecto Interdisciplinar Artístico na Escola Superior de Artes e Design das Caldas da Rainha | ESAD.CR, onde tem desenvolvido metodologia pedagógica e de experimentação entre a Imagem em Movimento, as Artes Plásticas e as Artes Performativas É também professor convidado em várias Universidades Internacionais. Participa e é autor de projectos de criação e investigação transdisciplinares. Realizador de peças transversais à imagem em movimento, à performance, ao teatro e à dança e Realizador de filmes premiados nacional e internacionalmente. É o Director Artístico do Festival de Animação de Lisboa | MONSTRA e coordenador do FIRST | Encontros Internacionais da Artes da Animação na ESAD.CR. Realiza programas, conferencias, workshops e comunicações em vários países da Europa no Brasil e Japão, sendo autor de artigos para catálogos e publicações nacionais e internacionais. Júri em múltiplos festivais nacionais e internacionais, colaborador e membro activo de várias associações e organismos nacionais e internacionais.

Jorri é um membro da banda de Coimbra a Jigsaw, criada enquanto estudante da Universidade de Coimbra em 1998. Com 3 álbuns conceptuais editados que recolheram os mais rasgados elogios da imprensa nacional e internacional, tornou-se um estudioso de inúmeros instrumentos com os quais constrói as canções. Em 2006 fundou a Editora Rewind Music com a qual editou diversos trabalhos de bandas nacionais e internacionais e continua a desenvolver um trabalho profícuo na área do agenciamento, management e booking. Em 2011 assumiu também o papel de produtor no mais recente álbum dos a Jigsaw “Drunken Sailors & Happy Pirates” com o qual está actualmente em tournée tanto em Portugal como além-fronteiras.

Ricardo Filipe Guedes Sousa Nascido a 1 de Maio de 1979. Começou uma carreira de manequim aos 17 anos na companhia do seu irmão gémeo Pedro Guedes. Fotografou e desfilou para varias marcas e revistas internacionais de onde se destacam a Armani , Etro , Vercace ,Tommy Hillfiguer , Givenchy , Lanvin , Valentino , D Square , Iceberg jeans , Abercrombie & Fitch , L’Ummo Vogue , GQ , Madame Figaro , Wallpaper , Condé Nast. Participou também em alguns filmes publicitários para marcas nacionais e internacionais.

Nasceu em 1974. Frequentou a Escola Superior de Jornalismo e é jornalista. Escreveu para o Jornal de Notícias, Público e Press Association. Criou e dinamizou vários festivais literários, como Entre Pedras, Palavras e História Descrita. Criou e presidiu ao júri do Prémio de Poesia Daniel Faria entre 2004 e 2009. É colaborador do Porto Canal, onde se dedica à divulgação literária. Dinamiza ainda um talk-show ao vivo, intitulado Conta-me Histórias, de divulgação da música portuguesa. Mafalda Veiga, Sérgio Godinho e Pedro Abrunhosa são alguns dos seus convidados regulares. É membro do Laboratório de Arte Pública de Paredes, bem como comissário de um conjunto de projetos artísticos associados ao Paredes Polo de Design de Mobiliário. Ingressou na Booktailors em 2012. É consultor editorial na Booktailors, estando integrado no departamento de comunicação e eventos da empresa.

Os 20 vídeos com mais Likes serão avaliados por um júri juntamente com 2 seleccionados pela organização, onde os primeiros três classificados irão ganhar entradas gerais para a Festa das Latas 2012.
De forma a poder corresponder às expectativas de todos os participantes, em especial das escolas de cinema e audiovisual, e devido ao elevado fluxo de inscrições prolongamos o prazo de inscrições até ao dia 25 de Setembro de 2012.
O festival Caminhos do Cinema Português está até 15 de Setembro de 2012 a receber inscrições de filmes e argumentos para selecção nas secções: Secção Competitiva, Ensaios Visuais e Coimbra Filma-se.
Esperamos poder mostrar novamente ao país o que de melhor se produz ao nível cinematográfico em Portugal, numa perspectiva de mostrar todo o cinema português. Do cinema de escola aos profissionais todos têm direito à exibição das suas obras num espírito de comunhão com os diferentes públicos.
O festival Caminhos do Cinema Português afirmou-se como a referência na promoção, divulgação e formação do Cinema Português, atraindo anualmente os diferentes públicos para as suas salas e premiando todo o cinema português. Ao longo das XVIII edições do festival orgulhamo-nos de ter recebido em Coimbra os principais criadores e as principais obras do cinema português, conferindo-lhes para além de um espaço de exibição, acima de tudo um espaço alicerçado na discussão e no convívio com os seus congéneres, mas igualmente com o público.
Estamos a ultimar a equipa de júris da XIX edição, tendo já confirmados nomes de relevo da sociedade portuguesa, do panorama artístico até ao novo empreendedorismo, que brevemente divulgaremos.
A qualidade dos filmes inscritos ao longo das diversas edições do Festival aliados à qualidade das diversas equipas de júris, motivam a organização a mais um ano de trabalho tornando Coimbra a Capital do Cinema Português.
Não perca a oportunidade de fazer parte desta montra do cinema português, podendo, desde já, realizar a inscrição do seu filme e consultar os regulamentos no nosso site oficial em – www.caminhos.info .
Até já!
Mais de um século após a sua invenção, o cinema continua a ser a forma de expressão artística mais importante do mundo contemporâneo. A sua “linguagem” é hoje adoptada por toda uma série de meios de comunicação e expressão visual, in!uenciando não só os novos media, mas contagiando ou invadindo mesmo, também, outras formas de
manifestação artística tradicionais, da literatura à pintura ou da dança à arquitectura.
De facto, apesar, ou por causa, de todos os desenvolvimentos técnicos e artísticos através dos quais se foi permanentemente (re)inventando, o cinema constitui, independentemente do suporte em que é gravado ou do formato em que é exibido, um dos meios de expressão artística mais complexos que nos é dado apreciar.
Arte-síntese, como já foi descrito, por incorporar técnicas e formas de expressão de todas as artes anteriores, o cinema ou “imagem em movimento”, constitui pois uma das manifestações artística mais expressivas, mas também das mais exigentes do ponto de vista criativo, precisamente por exigir o domínio de um sem número de conhecimentos técnicos e artísticos e o desenvolvimento de todo um conjunto de competências específicas.
Neste curso de iniciação à realização cinematográfica, pretende-se transmitir os principais conhecimentos e desenvolver as principais competências, quer do ponto de vista técnico, quer artístico, necessários à realização de um projecto cinematográfico, desde a concepção e desenvolvimento de uma ideia de ficção original à sua exibição numa sala de cinema, habilitando os formandos a produzirem uma curta-metragem, usando os conhecimentos de produção de vídeo digital conseguidos ao longo da formação.
Os vários módulos disponíveis são:
15,16 Dezembro
Argumento II – Escrita — Tiago R. Santos
16,17 Fevereiro
Pré-Produção I — Maria João Mayer
10 Março
Direcção de Arte — João Torres
17 Março
Direcção de Actores — Manuel Pureza
23,24 Março
Pré-Produção II — Maria João Mayer
25 a 28 Março
Realização — Artur Serra Araújo
7,13,14 Abril
Edição de Som & Imagem — Tiago Antunes
20,21 Abril
Imagem III – Pós-Produção
18, 19 Maio
Som III – Pós-Produção — Branco Neskov