Próximas Sessões


  • A Festa (Thomas Vinterberg, Drama, Comédia, 106′, 1998)
  • Uma Separação (Asghar Farhadi, Drama, 117′, 2011)
  • Shoplifters: Uma Família de Pequenos Ladrões (Hirokazu Kore-eda, Drama, 121′, 2018)
  • O Dia da Revelação (Steven Spielberg, Ficção Científica, 145′, 2026)
  • Dois Procuradores (Sergei Loznitsa, Drama, 118′, 2025)
  • Acreditamos em Ti (Arnaud Dufeys, Charlotte Devillers, Drama, 78′, 2025)

Notícias

  • O ensino do Cinema em Portugal

    Integrado no Ciclo “20 Anos de Cinema Português” são exibidos os filmes ”Uma comédia Infeliz”, do realizador Artur Serra Nunes, “Rupofobia”, do realizador Telmo Martins, “Sinfonia de Loucos”, do realizador Vasco Mendes, e “Karma”, do realizador Telmo Martins, na próxima quinta-feira, 13 de Março. A exibição será seguida de Master Session com o tema “O ensino do Cinema em Portugal” e a presença do professor António Costa Valente, da Universidade de Aveiro e com o Prof. Doutor Osvaldo Silvestre, da Universidade de Coimbra. O evento terá lugar no mini-auditório Salgado Zenha, Edifício AAC, em Coimbra, pelas 22 horas.
    A entrada é livre.

    Uma Comédia Infeliz

    de Artur Serra Araújo | 13 de Março

    Alberto sai do dentista com instuções para não mastigar coisas duras durante esse dia. Mas é precisamente nesse dia que a sua namorada Catarina o convidou para jantar em casa dos pais. As entradas e a sopa não são problema, agora o bife…

    Prémios
    2004 – “Caminhos do Cinema Português” – Prémio Publico
    2004 – “Ovarvideo” – Prémio ficção e Prémio Publico
    2004 – “Festival de Cinema da Covilhã” – Melhor Filme e Prémio Publico 

     

    Rupofobia

    de Telmo Martins | 13 de Março

    José é um empregado que é obrigado pelo patrão, a trazer amarrado ao seu orgão sexual um cordel para no acto de urinar não ter que tocar no seu pénis. Num dia, José lembra-se de algo que vai mudar a sua vida e a dos clientes.

    Prémios
    2005 – “Ovarvideo” – Prémio Melhor Ficção
    2006 – “Festival Caminhos do Cinema português” – Prémio Publico

     

    Sinfonia dos Loucos

    de Vasco Mendes | 13 de Março

    Num futuro incerto, um casal rico e excêntrico encomenda um filho que é um ser andróide que vive de música. O governador da cidade proíbe a música na cidade. Silêncio e Música encontram-se.

    Prémios
    2010 – “Festival Caminhos do Cinema Português” – Prémio Melhor Ensaio Visual

     

    Karma

    de Telmo Martins | 13 de Março

    Todos os dias somos perseguidos pelos nossos medos e receios… Uns sobrevivem… outros não!

    Prémios
    2002 – “Ovarvideo” – Prémio Jovem Realizador.

    Osvaldo Manuel Silvestre

    Osvaldo Manuel Silvestre é professor do Departamento de Línguas, Literaturas e Culturas da FLUC. Tem leccionado cadeiras nas licenciaturas em Línguas e Literaturas Modernas e Estudos Portugueses e Lusófonos, na área da Teoria da Literatura, em que se doutorou, e ainda na licenciatura em Estudos Artísticos (Estética, Arte e Multimédia, Introdução aos Novos Média, Análise de Filmes). Leccionou ainda, no actual Departamento de Ciências da Vida da Universidade de Coimbra, uma cadeira opcional de Antropologia e Literatura, em co-regência com Luís Quintais. Na pós-graduação leccionou cadeiras de Teoria da Literatura e de Literatura de Língua Espanhola (um curso sobre «Os Mundos de Borges»). Dirigiu a licenciatura de Estudos Portugueses e Lusófonos entre 2006 e 2009. Publicou ensaios e livros sobre questões de teoria, estética, literaturas de língua portuguesa, literatura comparada, artes e crítica cultural. É membro do Centro de Literatura Portuguesa da Universidade de Coimbra.

    António Costa Valente

    António Costa Valente é docente no Departamento de Comunicação e Arte da Universidade de Aveiro, o seu doutoramento abordou animação, longa-metragem e novas tecnologias. É co-realizador da primeira longa-metragem da animação portuguesa “Até ao Tecto do Mundo”. Sendo um dos fundadores do Cine-Clube de Avanca, ali dirigiu a produção de mais de meia centena de filmes, entre séries, curtas e longas-metragens, que receberam cerca de centena e meia de distinções em festivais dos 5 continentes. Na área do cinema, assumiu cargos administrativos em organizações nacionais e internacionais, é autor e coordenador de vários livros e comunicações e tem orientado dezenas de dissertações de mestrado. Director do “AVANCA – Encontros Internacionais de Cinema, Televisão, Vídeo e Multimédia” desde 1997 e da “AVANCA|CINEMA, Conferência Internacional de Cinema – Arte, Tecnologia, Comunicação” desde 2010.

    Saber mais

  • Cinemalogia 3 — O Regresso

    Cinemalogia - Fev - Mar O Cinemalogia—Da Ideia ao Filme regressa em Fevereiro com a formação que lhe permite conhecer todo o processo de criação de uma obra cinematográfica. No retorno do Curso serão abordadas as ferramentas necessárias para uma compreensão teórico-prática aprofundada de uma obra cinematográfica.

    No dia 15 de fevereiro, Mário Patrocínio, realizador de “Complexo: Universo Paralelo”, será o formador do módulo “Cinema Documental – Abordagens”, desde como encontrar uma boa história, processo de pesquisa, tratamento para o documentário, definição da linguagem estética e de montagem, a escolha de personagens, processo da captação de imagens e som, à definição de uma visão e o caminho para a concretização do documentário.

    Tiago R. Santos, jornalista, iniciou o seu trabalho de argumentista em 2007 com “Call Girl”. Escreveu “A Bela e o Paparazzo”, trabalhou em séries como “Liberdade 21” e “Conta-me como Foi” e está a colaborar em “Filhos do Rock”, um novo projecto para a RTP. Actualmente, é também crítico de cinema para o suplemento Tentações, da Revista Sábado. No dia 16 de Fevereiro, Tiago R. Santos será o formador do módulo “Introdução à Critica de Cinema” que pretende ajudar todos os estudiosos de cinema a obterem as ferramentas necessárias para uma análise mais aprofundada e honesta das longas-metragens, traduzindo-se essas competências para a escrita de um texto crítico jornalístico.

    Nos dias 22 e 23 de Fevereiro, António Costa Valente, Docente no Departamento de Comunicação e Arte da Universidade de Aveiro, Co-realizador da primeira longa metragem de animação portuguesa “Até ao Tecto do Mundo”, e um dos fundadores do Cine-Clube de Avanca, onde realizou mais de meia centenas de filmes, entre séries, curtas e longas metragens, irá leccionar o módulo “pré-produção”. A ideia primordial deste módulo consiste em colocar os formandos em contacto uns com os outros para obtenção de dúvidas e, posterior resolução de problemas habituais na preparação de um filme, através de um caso teórico. Numa segunda fase apreende-se as definições técnicas que estão na base de uma preparação audiovisual de cinema, televisão, vídeo ou publicidade.

    Na conclusão deste módulo, os formandos irão por em prática os seus conhecimentos, aplicando-os aos argumentos produzidos ao longo do curso.

    Cinemalogia - Fev - MarA Rodagem Cinematográfica será levada a cabo até 16 de Abril, onde os formandos irão produzir uma curta-metragem com base no argumento escrito nos módulos coordenados por Vicente Alves do Ó. Os módulos de Rodagem são:

    Direcção de Arte com João C. Torres
    Direcção de Som 1 – Introdução com Pedro Adamastor
    Direcção de Fotografia 1 com Vasco Viana
    Direcção de Actores com Manuel Pureza
    Realização 1 – Planeamento e Meios de Produção
    Realização 2 – Rodagem

    A formação em Pós-Produção Cinematográfica, onde se concluirá a curta-metragem produzida ao longo da rodagem, será abordada nos módulos de:

    Montagem – Teoria com Pedro Filipe Marques
    Edição de Som & Imagem com João Braz
    Direcção de Fotografia 2 – Pós-Produção com Telmo Martins
    Design de Títulos com Filipe Mesquita
    Direcção de Som 2 – Composição Musical com Pedro Janela
    Direcção de Som 3 – Misturas Finais com Branko Neskov,C.A.S.

    A promoção e comercialização de uma obra cinematográfica são essenciais para o sucesso de qualquer filme. Estes temas serão debatidos nos módulos de:

    Promoção e Comercialização com Alexandre Cebrian Valente
    Projecção Cinematográfica com João Silva.

    Saber mais

  • 20 Anos: “A Morte do Cinema” + “Ó Marquês vem cá abaixo outra vez!

    A 27 de Fevereiro o Ciclo20 Anos de Cinema Portuguêsexibirá duas curtas-metragens sobre a produção de Cinema em Portugal. Serão exibidos os documentários A Morte do Cinema de Pedro Sena Nunes e Ó Marquez Vem Cá Abaixo Outra Vez de João Viana. A sessão decorrerá como habitualmente no Mini-Auditório Salgado Zenha e a entrada é livre.

    Pedro Sena Nunes

    Realizador, Produtor, Fotógrafo, Viajante e três vezes Pai. Terminou o Curso de Cinema em 1992. Co-fundou a Companhia Teatro Meridional, na qual é responsável pela área audiovisual. Realizou documentários e ficções em cinema e vídeo e produziu mais de 100 spots publicitários. Nos últimos doze anos tem-se dedicado simultaneamente à área da pedagogia, criando e dirigindo laboratórios dedicados à criação e à experimentação, tanto documental, como ficcional. Na ETIC, é formador e coordenador de projectos há sete anos, e há dois anos assumiu a responsabilidade da Área de Imagem e Som, ensino profissional e técnico, desenhando cursos e criando projectos pedagógicos e artísticos numa dimensão autoral.

    A MORTE DO CINEMA

    2007, 30′

    Álvaro Dias, mecânico de automóveis, (re)construiu dois projectores de cinema e inventou-lhes o sistema de leitura fotosonora. Através das suas “máquinas de precisão” descobriu, fascinado, o que é a técnica e a ilusão do cinema. Durante a ditadura, o seu cine-garagem recebeu, clandestinamente, amigos e curiosos.

    Preencheu o ecrã, feito de um lençol branco, com filmes “apimentados” e “para senhoras”.

    Que imagens se projectam hoje no seu ecrã?

    Ficha Técnica

    Ideia Original
    Pedro Sena Nunes

    Realização
    Pedro Sena Nunes

    Direcção de Som
    Emídio Buchinho

    Fotografia
    Pedro Sena Nunes

    Montagem
    Micael Espinha

    Mistura de Som
    Tiago Matos
    Videocine

    Genérico
    João Pelica
    Sérgio Aragão

    Design Gráfico
    Sofia Rodrigues

    Web Design
    Nelson Deicado

    Contabilidade
    Fernando Semeão

    Tradução
    Paola Guardini
    Peter Taylor

    Produtor
    Pedro Sena Nunes

    Colaboração
    Associação VoArte
    Tiago Afonso Sena

    Participações Especiais
    Emídio Buchinho
    Álvaro Dias

    Produção
    Associação Meridional Cultura

    João Viana

    João Viana nasceu em Angola, em 1966. Entre 1988 e 1994, licenciou-se em direito em Coimbra e estudou cinema no Porto. Trabalhou em produção, som, story-board, realização e finalmente argumento. Em 2007 escreveu “ Olhos Vermelhos” para Paulo Rocha. Entretanto trabalhou com cineastas como José Alvaro, Rob Rombout, Filipe Rocha, Sagueneil, Seixas Santos, Cesar Monteiro, Grilo, Biette, Manuel de Oliveira , Schroeter… Começou a realizar os seus próprios filmes em 2004, ao lado de Iana Ferreira, com o filme A PISCINA (Festival de Veneza, em competição). Presentemente trabalha na sua primeira longa metragem, produzida pela produtora que fundou, Papaveronoir.

    Ó MARQUÊS ANDA CÁ ABAIXO OUTRA VEZ!

    2012, 30′

    Uma ambulância e um carro da polícia na esquina. Os meus amigos do cinema perguntam o que se está a passar. Uma mulher atravessa a rua a correr.

    Com Intervenções de

    Alberto Seixas Santos

    Cláudia Varejão

    Edgar Feldman

    Edgar Pêra

    Inês Oliveira

    João Pedro Rodrigues

    João Nicolau

    João Salaviza

    José Miguel Ribeiro

    Leonor Noivo

    Manuel Mozos

    Marco Martins

    Mariana Gaivão

    Pedro Serrazina

    Renata Sancho

    Rita Nunes

    Sandro Aguilar

    Teresa Garcia

    Ficha Técnica

    Realização
    João Viana

    Argumento
    João Viana

    Direcção de Som
    Ricardo Almeida

    Música
    Nuno Cardoso

    Fotografia
    Pedro Carneiro

    Direcção de Produção
    Rita Moreira

    Produção
    Papaveronoir Filmes

    Saber mais

  • 20 Anos: Dot.Com

    A 20 de Fevereiro o Ciclo20 Anos de Cinema Português exibe o filme Dot Com de Luís Galvão Teles. Um filme galardoado com o prémio do público nos XVI Caminhos do Cinema Português de 2009. A projecção ocorrerá no Mini-Auditório Salgado Zenha. Entrada Livre.

    LUÍS GALVÃO TELES

    Licenciado em Direito, pela Universidade de Lisboa, em 1967, foi assistente de realização na RTP e frequentou o Institut de Formation Cinématographique, em Paris, em 1968. Membro do Centro Português de Cinema, fundou a Cooperativa Cinequanon, em 1974. Após o 25 de Abril de 1974, realizou várias curtas-metragens que reportam acontecimentos desse período, depois reúnidas em As Armas e o Povo, síntese do cinema militante português. Fundou a produtora Fado Filmes, em 1997. Elles (1997) foi nomeado nomeado como Melhor Filme do Festival de Cinema Cinequest de São José, em 1999.

    Prémios

    XV Caminhos do Cinema Português (2008)
    Prémio do Público
    — Hola Lisboa – Festival de Cinema Ibérico-Americano (2008)
    Melhor Fotografia

    Festivais

    — Festival de Fotografia para Cinema Madridimagen, Espanha (2007)
    Competição Internacional
    — Festival Internacional de Fort Lauderdale, EUA (2007)
    Festival Internacional de Sacramento, EUA (2008)
    Festival de Cinema de Sevilha, Espanha (2008)
    Festival de Cinema do Rio, Brasil (2007)
    Festival Internacional do Cairo, Egipto (2008)
    Festival Latino-Americano, EUA (2008)
    Chicago Irish Film Festival, EUA (2008)
    FICA – Festival Internacional de Cinema do Algarve, Portugal (2008)
    Festival de Cinema Cinequest, EUA (2008)
    Festival de Galway, Irlanda (2008)
    Festival de Goa, Índia (2008)
    Festival de Sedona, EUA (2008)
    Festival Tiburón San Francisco, EUA (2008)
    Festival de Memphis, EUA (2008)

    DOT COM

    2007, 103′

    Águas Altas. Este é o nome de uma pequena e bela aldeia portuguesa do interior. Composta por gente humilde, Águas Altas está prestes a ser o centro do mundo. Tudo porque uma multinacional sediada em Madrid quer reclamar o nome do seu site para lançar uma água com o mesmo nome. Mas no interior da aldeia há quem queira vender o site à multinacional e quem, por outro lado, se mostre irredutível. Um diferendo que cai nas bocas do mundo e que arrasta uma enorme tempestade mediática e uma intervenção directa do Primeiro Ministro português. Está nas mãos dos aldeões gerir uma questão de identidade nacional perante a invasão espanhola.

    Intérpretes

    João Tempera
    Pedro

    María Adánez
    Helena

    Marco Delgado
    Victor

    Isabel Abreu
    Ana

    Margarida Carpinteiro
    Luísa

    Lia Gama
    Clara

    José Eduardo
    Mário

    Maria José
    Maria Madalena

    Tony Correia
    Osvaldo

    Pedro Alpiarça
    Inácio

    Ficha Técnica

    Realização
    Luís Galvão Teles

    Argumento
    Suzanne Nagle
    Luís Galvão Teles

    Caracterização
    Patrícia Gaspar

    Fotografia
    Miguel Sales Lopes

    Montagem
    Carlos Domeque

    Produtor
    Luís Galvão Teles

    Produção
    Fado Filmes

     

    Saber mais

  • 20 Anos: Aquele Querido Mês de Agosto

    No próximo dia 13 de Fevereiro o Ciclo20 Anos de Cinema Português exibe o filme Aquele Querido Mês de Agosto de Miguel Gomes. Um filme galardoado nos Caminhos do Cinema Português em 2009. A projecção ocorrerá no Mini-Auditório Salgado Zenha. Entrada Livre.

    MIGUEL GOMES

    Miguel Gomes (Lisboa, 1972) é um realizador português formado na Escola Superior de Teatro e Cinema. A sua carreira inicia-se na primeira década do século XXI trabalhando com um grupo de jovens produtores formados pela mesma escola, empenha-se, tal como vários outros realizadores dessa geração, na criação de filmes de autor, seguindo a tradição inovadora do cinema português, quer na sua vertente antropológica quer artística, tradição essa renovada nos anos sessenta pelo movimento do Novo Cinema, que em grande parte se inspira no Neorrealismo italiano e na Nova Vaga francesa.

    Como outros dessa geração, favorecido pelos critérios regulamentares de apoio estatal às primeiras obras e graças ao dinamismo da sua jovem produtora, num curto espaço de tempo será contemplado com vários prémios em festivais nacionais e internacionais. Mostras da sua obra são feitas na Áustria (Viennale), em 2008 e, em 2009, na Argentina (Bafici) e Espanha (Centro de Artes e Imaxes da Corunha) 1 . O seu último filme, Tabu, obtém os prémios da FIPRESCI (Federação International da Imprensa Cinematográfica) e da inovação (prémio Alfred Bauer) no Festival Internacional de Cinema de Berlim, em fevereiro de 2012.

    Festivais & Prémios

    XVI Caminhos do Cinema Português (2009)
    Grande Prémio do Festival

    — Festival de Cannes (2008)
    40ª Quinzena dos Realizadores

    — 15º Festival Internacional de Cinema de Valvivia
    Melhor Filme Internactional
    Prémio da Crítica

    AQUELE QUERIDO MÊS DE AGOSTO

    2008, 150′

    No coração de Portugal, serrano, o mês de Agosto multiplica os populares e as actividades. Regressam à terra, lançam foguetes, controlam fogos, cantam karaoke, atiram-se da ponte, caçam javalis, bebem cerveja, fazem filhos. Se o realizador e a equipa do filme tivessem ido directamente ao assunto, resistindo aos bailaricos, reduzir-se-ia a sinopse: “Aquele Querido Mês de Agosto acompanha as relações sentimentais entre pai, filha e o primo desta, músicos numa banda de baile”. Amor e música, portanto.

    Intérpretes

    Sónia Bandeira
    Tânia

    Joaquim Carvalho
    Domingos

    Manuel Soares
    Celestino

    Fábio Oliveira
    Hélder

    Armando Nunes

     

    Ficha Técnica

    Realização
    Miguel Gomes

    Argumento
    Telmo Churro
    Miguel Gomes
    Mariana Ricardo

    Produção
    Sandro Aguilar
    Thomas Ordonneau
    Luís Urbano

    Assistente Produção
    Patrícia Almeida

    Cinematografia
    Rui Poças

    Montagem
    Telmo Churro
    Miguel Gomes

    Camera e Chefe Electricista
    Lisa Persson

    Direcção de Arte
    Bruno Duarte
    Susana Moura

    Som
    António Lopes
    Miguel Martins
    Vasco Pimentel

    Música
    António Lopes
    Manuel Mesquita

    Guarda-Roupa
    Bruno Duarte
    Susana Moura

    Saber mais

  • 20 Anos: O Lugar do Morto

    O Ciclo 20 Anos de Cinema Português regressa no próximo dia 6 de Fevereiro de 2014 com uma obra marcante na história do Cinema Português. Às 22 horas será exibido O Lugar do Morto, um filme de António Pedro Vasconcelos, de 1984, que conseguiu atingir os 270 000 espectadores e manteve-se durante 26 anos como o filme Português com maior audiência.
    A projecção ocorrerá no Mini-Auditório Salgado Zenha. Entrada Livre.

    ANTÓNIO PEDRO VASCONCELOS

    Realizador Português, nasceu em Leiria a 10 de Março de 1939. Estudou Direito, na Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa, e Filmografia, na Universidade de Sorbonne, cursos que nunca terminou.

    É um dos realizadores do Cinema Novo Português, com o filme Perdido por Cem, de 1973. Foi também responsável por alguns dos maiores sucessos comerciais nas salas portuguesas, nomeadamente com O Lugar do Morto, em 1984, e Jaime, em 1999. Com este último conseguiu a Concha de Prata do Festival Internacional de Cinema de San Sebastian, e em Portugal, os Globos de Ouro para Melhor Filme e Melhor Realizador. Os seus mais recentes filmes são Os Imortais, de 2003, Call Girl, de 2007, e A Bela e o Paparazzo, de 2010.

    A par da realização, foi um dos fundadores da V. O. Filmes, da Opus Filmes e ainda do Centro Português de Cinema, que produziu a maior parte dos filmes do Cinema Novo). Foi apresentador do programa Cineclube, na RTP2; fez crítica literária e cinematográfica, tendo chefiado a redacção de O Cinéfilo, com João César Monteiro; foi colunista da Visão e director de A Semana, suplemento do Independente. É autor de Serviço Público, Interesses Privados, de 2002, e foi provedor do leitor no desportivo Record. Em 1985 representou Portugal no Fórum Cultural de Budapeste, a convite do ministro dos Negócios Estrangeiros. Presidiu ao Grupo de Trabalho do Livro Verde para a Política do Cinema e Audiovisual, dirigido pela Comissão Europeia. Integrou o Centro de Estudos Cinematográficos/AAC. Presidiu à Associação Portuguesa de Realizadores, de 1978 a 1984, ao Secretariado Nacional do Audiovisual, de 1991 a 1993, e ao Conselho de Opinião da RTP, entre 1996 e 2003. Foi professor da Escola de Cinema do Conservatório Nacional e coordenador executivo da licenciatura em Cinema, Televisão e Cinema Publicitário da Universidade Moderna de Lisboa.

    Festivais & Prémios

    — Federação Portuguesa de Autores (1984)
    Melhor Filme Português
    Melhor Banda Sonora
    Melhores Diálogos
    Melhor Actor

    —Festival de Huelva
    Prémio Sonny para melhor banda sonora

    — Festival de Moscovo
    Melhor Actor

    O LUGAR DO MORTO

    1984, 120′

    Álvaro, trinta anos, jornalista, sai de casa da sua amiga por volta das seis da manhã e decide entrar na avenida marginal e estacionar em frente ao mar. Adormece e, de repente, é acordado pelo ruído de vozes vindas de longe. Volta-se e vê um homem e uma mulher, que discutem. Ela foge e vem refugiar-se no carro de Álvaro. O vestido dela, sob o casaco de peles, está roto. A mulher pede-lhe: Leve-me daqui.

    Intérpretes

    Ana Zanatti
    Ana Mónica

    Pedro Oliveira
    Álvaro Serpa

    Teresa Madruga
    Marta

    Luís Lima Barreto
    Álvaro Allen

    Carlos Coelho
    Inspector Moreira

    Isabel-Victoria da Motta
    Deulce

    Ruy Furtado
    Neves

    Diogo Vasconcelos
    João

    Manuela de Freitas
    Mafalda

    Natalina José
    Janitor

    Luís Filipe Barros
    Ele Próprio

    Lídia Franco
    Luísa

    Ficha Técnica

    Realização
    António Pedro Vasconcelos

    Argumento
    António Pedro Vasconcelos
    Carlos Saboga

    Assistentes de Realização
    António José Martins
    Jorge Paixão da Costa
    Albano da Silva Pereira
    Pedro M. Ruivo

    Som
    Pedro Melo
    Vasco Pimentel
    Joaquim Pinto
    Maria Paola Porru

    Director de Fotografia
    João Rocha

    Montagem
    Manuela Viegas

    Música
    Alain Jomy

    Efeitos Especiais
    Carlos Cristo
    António Rocha

    Caracterização
    Maria Gonzaga
    Ana Lorena
    Paula Raimundo
    Mercedes Santos

    Camera e Chefe Electricista
    João Pequeno

    Produção
    Nuno Ghira

    Saber mais

  • Renovação da parceria com a PTWS

    Começamos 2014 com o pé direito. A PTWS Alojamento Web renova o apoio ao Festival Caminhos do Cinema Português e a todos os que percorrem o seu caminho. Todos os novos clientes da PTWS afiliados a partir deste post têm direito a 20% de desconto nos planos de alojamentos web.
    Agradecemos a confiança depositada no nosso trabalho.

    Saiba mais.

    Saber mais

  • Cinemalogia 3 – O Argumento


    Argumento 1

    Vicente Alves do Ó

    07 + 08 de Dezembro 2013

    50€ / Sócios CEC
    60€ / Estudantes
    70€ / Público Geral

    Do momento em que pensamos uma ideia até à sua execução final: o filme. Todos os dias ouvimos histórias, ideias disparatadas, biografias convincentes e em todas elas parece existir a possibilidade de cinema.”

    Nos dias 7 e 8 de Dezembro, Vicente Alves do Ó ajudar-nos-á a separar uma boa ideia de uma boa, mas falsa ideia, no módulo Argumento 1 – Enquadramento Teórico.

    Durante este módulo, de 16 horas, os formandos terão a possibilidade de analisar, discutir e experimentar a arte do argumento.

    Vicente Alves do Ó

    Vicente Alves do Ó assinou a sua entrada no mundo do cinema em 2000 com dois telefilmes da Sic/Animatógrafo 2 – Monsanto de Ruy Guerra e Facas e Anjos, de Eduardo Guedes e a colaboração no projecto de António-Pedro Vasconcelos Os Imortais. Depois de três curtas metragens e alguns argumentos para realizadores portugueses, estreou-se como realizador de longas-metragens em 2011 com “Quinze Pontos na Alma”, com Rita Loureiro, João Reis e Marcello Urghege. Em 2012 lançou o seu primeiro romance “Marilyn à beira-mar” e o filme “Florbela”, com Dalila Carmo, Ivo Canelas e Albano Jerónimo. Sucesso de bilheteira, vencedor de vários prémios, actualmente em digressão internacional por vários países e festivais do mundo.

    Neste momento prepara a sua terceira longa-metragem.

    Saber mais

  • 20 Anos: Cinema de Animação Português

    A 19 de Dezembro de 2013 integrado no Ciclo “20 Anos de Cinema Português” serão exibidas sete curtas metragens de animação portuguesas. ” Zé Pimpão”, “O Paciente”, “A Fantasista”, “Viagem a Cabo Verde”, “Guisado de Galinha”, “O gigante” e “Kali, O Pequeno Vampiro” serão projectadas na tela do Mini-Auditório Salgado Zenha às 22 horas. A entrada é livre.

    Ficha Técnica

    Realização
    André Letria

    Argumento Original
    José Jorge Letria

    Director de Som
    Paulo Curado

    Director de Música
    Mário Delgado

    Produção
    Humberto Santana

    Voltar ao topo

    Zé Pimpão, O Acelera

    2007, 8′

    Zé Pimpão é um fanfarrão que gosto de exibir carro e con- dução a toda a gente, incluindo a si próprio. Desconhecendo as suas limitações, julga-se é imune ao álcool… até ao dia em que sofre as consequências da sua estupidez. Uma adaptação do livro de José Jorge Letria e André Letria.

    Ficha Técnica

    Realização
    Pedro Brito

    Argumento
    Humberto Santana

    Animação
    João Morais Ribeiro
    Armando Coelho

    Som
    Paulo Curado

    Música
    André Militão

    Vozes
    Humberto Santana
    Pedro Brito
    Sofia Ferrão
    Teresa SobralVladimir Mesquita

    Produtor
    Humberto Santana

    Produção
    Animanostra

    Co-Produção
    RTP

    Voltar ao topo

    O Paciente

    2004, 6′

    “D” acorda no manicómio e perturba-se com os flashes de memória que, apesar de tudo, não lhe permitem o entendimento da camisa de forças.

    E, no mais genuíno terror, termina a sua angústia abandonando-se ao abismo da loucura.

    Ficha Técnica

    Realização
    André Ruivo

    Argumento
    Humberto Santana

    Animação
    Carla Guita
    Irina Calado

    Som
    Paulo Curado
    Manuel C. Silva

    Música
    Rollana Beat

    Montagem
    André Militão

    Produtor
    Humberto Santana

    Produção
    Animanostra

    Co-Produção
    RTP

    Voltar ao topo

    A Fantasista

    2004, 6′

    Uma mulher vende o seu trabalho prestando-se às mais depravadas fantasias sexuais do espaço virtual. Mas tudo é preferível à realidade dos seus dias repletos de dor e solidão, e M torna-se a super operadora da maior empresa de pornografia do globo.

    Ficha Técnica

    Realização
    José Miguel Ribeiro

    Argumento
    José Miguel Ribeiro

    Direcção de Som
    Pedro Lima

    Montagem
    Diogo Carvalho
    João Miguel Real

    Produtor
    Eva Yébenes
    José Miguel Ribeiro
    Nuno Beato

    Produção
    Sardinha em Lata

    Voltar ao topo

    Viagem a Cabo Verde

    2009, 17′

    História de uma viagem de 60 dias a andar em Cabo Verde. Sem telemóvel ou relógio, sem programar antecipadamente e com o essencial às costas, o viajante descobre as montanhas, povoações, o mar, uma tartaru- ga, a música, as cabras, a bruma seca, os cabo-verdianos e acima de tudo uma parte essencial de si mesmo.

    Ficha Técnica

    Realização
    Joana Toste

    Argumento
    Joana Toste

    Direcção de Som
    Paulo Curado

    Direcção de Música
    Pedro Joía

    Direcção Artística
    Joana Toste

    Montagem
    Joana Toste

    Produtor
    Joana Toste

    Produção
    Gomtch-Gomtch

    Voltar ao topo

    Guisado de Galinha

    2008, 6′

    Oh… Portugal!

    Ficha Técnica

    Realização
    Júlio Vanzeler
    Luís da Matta Almeida

    Argumento
    Nélia Cruz, a partir de uma ideia de Júlio Vanzeler

    Direcção de Animação
    Paul Nicholson

    Animação
    Sparkle Animation

    Produção
    Pilot Design
    Zeppelin Filmes
    Abano Productions

    Voltar ao topo

    O Gigante

    2011, 7′

    De todas as histórias que o meu pai me contou, a que nunca esqueci foi a do Rei que levava no coração uma princesa…

    Ficha Técnica

    Realização
    Regina Pessoa

    Argumento
    Regina Pessoa

    Director de Som
    Oliver Calvert

    Direcção de Música
    The Young Gods

    Montagem
    Abi Feijó

    Produtor
    Abi Feijó
    Julie Roy
    René Chénier
    Pascal le Nòtre
    Georges Schwizgebel

    Produção
    Ciclope Filmes
    Office National du Filme du Canada
    Folimage
    Studio GDS

    Voltar ao topo

     

     

     

     

     

     

     

     

     

    Kali, O Pequeno Vampiro

    2011, 9’20”

    Esta é a história de um rapaz diferentes dos outros, que sonha em encontrar o seu lugar ao sol.

    Tal como a lua passa por diferentes fases, também o Kali tem de enfrentar os seus medos e demónios interiores para, no final, encontrar a passagem para a luz. Um dia ele vai desaparecer… ou talvez seja apenas mais uma fase de mudança. 

      

     

     

     

     

     

     

     

    Saber mais