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- Os Caminhos voltaram e com ele “Todo o Cinema Português”! De 15 de Julho a 15 de Setembro o festival recebe candidaturas para a Selecção Caminhos e Selecção Ensaios. Na selecção Ensaios serão admitidos a concurso na Selecção Ensaios todos os filmes, de produção nacional, realizados em contexto de formação académica, técnica e profissional (Escolas de Cinema, Audiovisual e Multimédia do Ensino Secundário e Superior), concluídos desde a edição transacta do festival.
Call for Movies encerrou!
Terminado que está o prazo de inscrição de filmes para a XX edição do festival, apraz-nos comunicar que se inscreveram cerca quatrocentos filmes para selecção. Quem vaticina o fim do cinema português está pelos vistos profundamente enganado! Se por um lado esta avalanche de inscrições nos deixa extremamente felizes, começa agora o moroso processo de selecção e de afinação do Programa final do Festival. Brevemente começaremos a divulgar os filmes selecionados e que integrarão as diferentes secções do evento.
Por agora, um até já!
O festival Caminhos do Cinema Português afirmou-se nas últimas edições como o evento de referência do panorama português, sendo o único festival dedicado, na sua competição, ao cinema português em várias vertentes, desde os projectos finais de escola de cinema, passando pela animação, documentário, curta-metragem até à longa-metragem.

Chegou a hora da verdade e de colocar os conhecimentos em prática!
Um curso montado em rede, que prima pela reputação do corpo docente, mas igualmente pelas redes de formandos que um pouco de todo o país têm vindo a Coimbra partilhar experiências, bem como de evoluir formativamente nos domínios da 7ª arte.
De 12 a 17 de Abril Coimbra, integrado na XVI Semana Cultural da Universidade de Coimbra, acolhe em dezenas de cenários, Paloma e Francisco. Personagens centrais deste exercício pedagógico, em forma de tragi-comédia, que num acaso se reencontram passado que está uma vida.
Uma produção só possível, com o apoio logístico e financeiro da Universidade de Coimbra, mas que se pautou igualmente por uma filosofia de trabalho em rede, chamando à colaboração as demais entidades culturais da cidade, sem as quais a qualidade deste projecto seria posta em causa.
Esta produção vem completar o papel de divulgação e promoção do cinema português, que o festival Caminhos do Cinema Português sempre assumiu, abrindo portas, mas do que ao consumo cultural, às experiências.
O curso de cinema, Cinemalogia, deixa o repto e convida a população da cidade a assistir e a participar, no processo de transformar uma ideia em filme.
Os Caminhos do Cinema Português promovem a 3ª edição do Curso Cinemalogia. Este é um curso que aborda o processo de criação cinematográfica, desde a sua ideia até ao filme. Anualmente, produzimos uma curta-metragem desenvolvida pelos formandos deste curso.
A história desta curta-metragem tem como personagens centrais mulheres acima dos 40 anos de idade e homens dos 25 anos até aos 60.
Estão abertas as inscrições para casting a realizar-se durante o nosso módulo de Direcção de Actores e para figuração durante a rodagem da curta. Procuramos actores e actrizes com idade superior a 25 anos de idade de ambos os sexos.
O Casting decorrerá durante o Módulo de Direcção de Actores, na Casa das Caldeiras, Coimbra, das 14:00 às 18:00.
Se sempre teve o sonho de participar numa obra cinematográfica inscreva-se e agarre esta oportunidade. A inscrição é obrigatória. Inscreva-se aqui.

Integrado no Ciclo “20 Anos de Cinema Português” são exibidos os filmes ”Uma comédia Infeliz”, do realizador Artur Serra Nunes, “Rupofobia”, do realizador Telmo Martins, “Sinfonia de Loucos”, do realizador Vasco Mendes, e “Karma”, do realizador Telmo Martins, na próxima quinta-feira, 13 de Março. A exibição será seguida de Master Session com o tema “O ensino do Cinema em Portugal” e a presença do professor António Costa Valente, da Universidade de Aveiro e com o Prof. Doutor Osvaldo Silvestre, da Universidade de Coimbra. O evento terá lugar no mini-auditório Salgado Zenha, Edifício AAC, em Coimbra, pelas 22 horas.
A entrada é livre.
Uma Comédia Infeliz
de Artur Serra Araújo | 13 de Março
Alberto sai do dentista com instuções para não mastigar coisas duras durante esse dia. Mas é precisamente nesse dia que a sua namorada Catarina o convidou para jantar em casa dos pais. As entradas e a sopa não são problema, agora o bife…
Prémios
2004 – “Caminhos do Cinema Português” – Prémio Publico
2004 – “Ovarvideo” – Prémio ficção e Prémio Publico
2004 – “Festival de Cinema da Covilhã” – Melhor Filme e Prémio Publico
Rupofobia
de Telmo Martins | 13 de Março
José é um empregado que é obrigado pelo patrão, a trazer amarrado ao seu orgão sexual um cordel para no acto de urinar não ter que tocar no seu pénis. Num dia, José lembra-se de algo que vai mudar a sua vida e a dos clientes.
Prémios
2005 – “Ovarvideo” – Prémio Melhor Ficção
2006 – “Festival Caminhos do Cinema português” – Prémio Publico
Sinfonia dos Loucos
de Vasco Mendes | 13 de Março
Num futuro incerto, um casal rico e excêntrico encomenda um filho que é um ser andróide que vive de música. O governador da cidade proíbe a música na cidade. Silêncio e Música encontram-se.
Prémios
2010 – “Festival Caminhos do Cinema Português” – Prémio Melhor Ensaio VisualKarma
de Telmo Martins | 13 de Março
Todos os dias somos perseguidos pelos nossos medos e receios… Uns sobrevivem… outros não!
Prémios
2002 – “Ovarvideo” – Prémio Jovem Realizador.
Osvaldo Manuel Silvestre
Osvaldo Manuel Silvestre é professor do Departamento de Línguas, Literaturas e Culturas da FLUC. Tem leccionado cadeiras nas licenciaturas em Línguas e Literaturas Modernas e Estudos Portugueses e Lusófonos, na área da Teoria da Literatura, em que se doutorou, e ainda na licenciatura em Estudos Artísticos (Estética, Arte e Multimédia, Introdução aos Novos Média, Análise de Filmes). Leccionou ainda, no actual Departamento de Ciências da Vida da Universidade de Coimbra, uma cadeira opcional de Antropologia e Literatura, em co-regência com Luís Quintais. Na pós-graduação leccionou cadeiras de Teoria da Literatura e de Literatura de Língua Espanhola (um curso sobre «Os Mundos de Borges»). Dirigiu a licenciatura de Estudos Portugueses e Lusófonos entre 2006 e 2009. Publicou ensaios e livros sobre questões de teoria, estética, literaturas de língua portuguesa, literatura comparada, artes e crítica cultural. É membro do Centro de Literatura Portuguesa da Universidade de Coimbra.
António Costa Valente
António Costa Valente é docente no Departamento de Comunicação e Arte da Universidade de Aveiro, o seu doutoramento abordou animação, longa-metragem e novas tecnologias. É co-realizador da primeira longa-metragem da animação portuguesa “Até ao Tecto do Mundo”. Sendo um dos fundadores do Cine-Clube de Avanca, ali dirigiu a produção de mais de meia centena de filmes, entre séries, curtas e longas-metragens, que receberam cerca de centena e meia de distinções em festivais dos 5 continentes. Na área do cinema, assumiu cargos administrativos em organizações nacionais e internacionais, é autor e coordenador de vários livros e comunicações e tem orientado dezenas de dissertações de mestrado. Director do “AVANCA – Encontros Internacionais de Cinema, Televisão, Vídeo e Multimédia” desde 1997 e da “AVANCA|CINEMA, Conferência Internacional de Cinema – Arte, Tecnologia, Comunicação” desde 2010.
O Cinemalogia—Da Ideia ao Filme regressa em Fevereiro com a formação que lhe permite conhecer todo o processo de criação de uma obra cinematográfica. No retorno do Curso serão abordadas as ferramentas necessárias para uma compreensão teórico-prática aprofundada de uma obra cinematográfica.No dia 15 de fevereiro, Mário Patrocínio, realizador de “Complexo: Universo Paralelo”, será o formador do módulo “Cinema Documental – Abordagens”, desde como encontrar uma boa história, processo de pesquisa, tratamento para o documentário, definição da linguagem estética e de montagem, a escolha de personagens, processo da captação de imagens e som, à definição de uma visão e o caminho para a concretização do documentário.
Tiago R. Santos, jornalista, iniciou o seu trabalho de argumentista em 2007 com “Call Girl”. Escreveu “A Bela e o Paparazzo”, trabalhou em séries como “Liberdade 21” e “Conta-me como Foi” e está a colaborar em “Filhos do Rock”, um novo projecto para a RTP. Actualmente, é também crítico de cinema para o suplemento Tentações, da Revista Sábado. No dia 16 de Fevereiro, Tiago R. Santos será o formador do módulo “Introdução à Critica de Cinema” que pretende ajudar todos os estudiosos de cinema a obterem as ferramentas necessárias para uma análise mais aprofundada e honesta das longas-metragens, traduzindo-se essas competências para a escrita de um texto crítico jornalístico.
Nos dias 22 e 23 de Fevereiro, António Costa Valente, Docente no Departamento de Comunicação e Arte da Universidade de Aveiro, Co-realizador da primeira longa metragem de animação portuguesa “Até ao Tecto do Mundo”, e um dos fundadores do Cine-Clube de Avanca, onde realizou mais de meia centenas de filmes, entre séries, curtas e longas metragens, irá leccionar o módulo “pré-produção”. A ideia primordial deste módulo consiste em colocar os formandos em contacto uns com os outros para obtenção de dúvidas e, posterior resolução de problemas habituais na preparação de um filme, através de um caso teórico. Numa segunda fase apreende-se as definições técnicas que estão na base de uma preparação audiovisual de cinema, televisão, vídeo ou publicidade.
Na conclusão deste módulo, os formandos irão por em prática os seus conhecimentos, aplicando-os aos argumentos produzidos ao longo do curso.
A Rodagem Cinematográfica será levada a cabo até 16 de Abril, onde os formandos irão produzir uma curta-metragem com base no argumento escrito nos módulos coordenados por Vicente Alves do Ó. Os módulos de Rodagem são:— Direcção de Arte com João C. Torres
— Direcção de Som 1 – Introdução com Pedro Adamastor
— Direcção de Fotografia 1 com Vasco Viana
— Direcção de Actores com Manuel Pureza
— Realização 1 – Planeamento e Meios de Produção
— Realização 2 – RodagemA formação em Pós-Produção Cinematográfica, onde se concluirá a curta-metragem produzida ao longo da rodagem, será abordada nos módulos de:
— Montagem – Teoria com Pedro Filipe Marques
— Edição de Som & Imagem com João Braz
— Direcção de Fotografia 2 – Pós-Produção com Telmo Martins
—Design de Títulos com Filipe Mesquita
— Direcção de Som 2 – Composição Musical com Pedro Janela
— Direcção de Som 3 – Misturas Finais com Branko Neskov,C.A.S.A promoção e comercialização de uma obra cinematográfica são essenciais para o sucesso de qualquer filme. Estes temas serão debatidos nos módulos de:
— Promoção e Comercialização com Alexandre Cebrian Valente
— Projecção Cinematográfica com João Silva.
A 27 de Fevereiro o Ciclo20 Anos de Cinema Portuguêsexibirá duas curtas-metragens sobre a produção de Cinema em Portugal. Serão exibidos os documentários A Morte do Cinema de Pedro Sena Nunes e Ó Marquez Vem Cá Abaixo Outra Vez de João Viana. A sessão decorrerá como habitualmente no Mini-Auditório Salgado Zenha e a entrada é livre.
Pedro Sena Nunes
Realizador, Produtor, Fotógrafo, Viajante e três vezes Pai. Terminou o Curso de Cinema em 1992. Co-fundou a Companhia Teatro Meridional, na qual é responsável pela área audiovisual. Realizou documentários e ficções em cinema e vídeo e produziu mais de 100 spots publicitários. Nos últimos doze anos tem-se dedicado simultaneamente à área da pedagogia, criando e dirigindo laboratórios dedicados à criação e à experimentação, tanto documental, como ficcional. Na ETIC, é formador e coordenador de projectos há sete anos, e há dois anos assumiu a responsabilidade da Área de Imagem e Som, ensino profissional e técnico, desenhando cursos e criando projectos pedagógicos e artísticos numa dimensão autoral.

A MORTE DO CINEMA
2007, 30′
Álvaro Dias, mecânico de automóveis, (re)construiu dois projectores de cinema e inventou-lhes o sistema de leitura fotosonora. Através das suas “máquinas de precisão” descobriu, fascinado, o que é a técnica e a ilusão do cinema. Durante a ditadura, o seu cine-garagem recebeu, clandestinamente, amigos e curiosos.
Preencheu o ecrã, feito de um lençol branco, com filmes “apimentados” e “para senhoras”.
Que imagens se projectam hoje no seu ecrã?
Ficha Técnica
Ideia Original
Pedro Sena NunesRealização
Pedro Sena NunesDirecção de Som
Emídio BuchinhoFotografia
Pedro Sena NunesMontagem
Micael EspinhaMistura de Som
Tiago Matos
VideocineGenérico
João Pelica
Sérgio AragãoDesign Gráfico
Sofia RodriguesWeb Design
Nelson DeicadoContabilidade
Fernando SemeãoTradução
Paola Guardini
Peter TaylorProdutor
Pedro Sena NunesColaboração
Associação VoArte
Tiago Afonso SenaParticipações Especiais
Emídio Buchinho
Álvaro DiasProdução
Associação Meridional Cultura
João Viana
João Viana nasceu em Angola, em 1966. Entre 1988 e 1994, licenciou-se em direito em Coimbra e estudou cinema no Porto. Trabalhou em produção, som, story-board, realização e finalmente argumento. Em 2007 escreveu “ Olhos Vermelhos” para Paulo Rocha. Entretanto trabalhou com cineastas como José Alvaro, Rob Rombout, Filipe Rocha, Sagueneil, Seixas Santos, Cesar Monteiro, Grilo, Biette, Manuel de Oliveira , Schroeter… Começou a realizar os seus próprios filmes em 2004, ao lado de Iana Ferreira, com o filme A PISCINA (Festival de Veneza, em competição). Presentemente trabalha na sua primeira longa metragem, produzida pela produtora que fundou, Papaveronoir.

Ó MARQUÊS ANDA CÁ ABAIXO OUTRA VEZ!
2012, 30′
Uma ambulância e um carro da polícia na esquina. Os meus amigos do cinema perguntam o que se está a passar. Uma mulher atravessa a rua a correr.
Com Intervenções de
Alberto Seixas SantosCláudia Varejão
Edgar Feldman
Edgar Pêra
Inês Oliveira
João Pedro Rodrigues
João Nicolau
João Salaviza
José Miguel Ribeiro
Leonor Noivo
Manuel Mozos
Marco Martins
Mariana Gaivão
Pedro Serrazina
Renata Sancho
Rita Nunes
Sandro Aguilar
Teresa Garcia
Ficha Técnica
Realização
João VianaArgumento
João VianaDirecção de Som
Ricardo AlmeidaMúsica
Nuno CardosoFotografia
Pedro CarneiroDirecção de Produção
Rita MoreiraProdução
Papaveronoir Filmes
A 20 de Fevereiro o Ciclo20 Anos de Cinema Português exibe o filme Dot Com de Luís Galvão Teles. Um filme galardoado com o prémio do público nos XVI Caminhos do Cinema Português de 2009. A projecção ocorrerá no Mini-Auditório Salgado Zenha. Entrada Livre.
LUÍS GALVÃO TELES
Licenciado em Direito, pela Universidade de Lisboa, em 1967, foi assistente de realização na RTP e frequentou o Institut de Formation Cinématographique, em Paris, em 1968. Membro do Centro Português de Cinema, fundou a Cooperativa Cinequanon, em 1974. Após o 25 de Abril de 1974, realizou várias curtas-metragens que reportam acontecimentos desse período, depois reúnidas em As Armas e o Povo, síntese do cinema militante português. Fundou a produtora Fado Filmes, em 1997. Elles (1997) foi nomeado nomeado como Melhor Filme do Festival de Cinema Cinequest de São José, em 1999.
Prémios
— XV Caminhos do Cinema Português (2008)
Prémio do Público — Hola Lisboa – Festival de Cinema Ibérico-Americano (2008)
Melhor FotografiaFestivais
— Festival de Fotografia para Cinema Madridimagen, Espanha (2007)
Competição Internacional
— Festival Internacional de Fort Lauderdale, EUA (2007)
Festival Internacional de Sacramento, EUA (2008)
Festival de Cinema de Sevilha, Espanha (2008)
Festival de Cinema do Rio, Brasil (2007)
Festival Internacional do Cairo, Egipto (2008)
Festival Latino-Americano, EUA (2008)
Chicago Irish Film Festival, EUA (2008)
FICA – Festival Internacional de Cinema do Algarve, Portugal (2008)
Festival de Cinema Cinequest, EUA (2008)
Festival de Galway, Irlanda (2008)
Festival de Goa, Índia (2008)
Festival de Sedona, EUA (2008)
Festival Tiburón San Francisco, EUA (2008)
Festival de Memphis, EUA (2008)DOT COM
2007, 103′
Águas Altas. Este é o nome de uma pequena e bela aldeia portuguesa do interior. Composta por gente humilde, Águas Altas está prestes a ser o centro do mundo. Tudo porque uma multinacional sediada em Madrid quer reclamar o nome do seu site para lançar uma água com o mesmo nome. Mas no interior da aldeia há quem queira vender o site à multinacional e quem, por outro lado, se mostre irredutível. Um diferendo que cai nas bocas do mundo e que arrasta uma enorme tempestade mediática e uma intervenção directa do Primeiro Ministro português. Está nas mãos dos aldeões gerir uma questão de identidade nacional perante a invasão espanhola.
Intérpretes
João Tempera
PedroMaría Adánez
HelenaMarco Delgado
VictorIsabel Abreu
AnaMargarida Carpinteiro
LuísaLia Gama
ClaraJosé Eduardo
MárioMaria José
Maria MadalenaTony Correia
OsvaldoPedro Alpiarça
Inácio
Ficha Técnica
Realização
Luís Galvão TelesArgumento
Suzanne Nagle
Luís Galvão TelesCaracterização
Patrícia GasparFotografia
Miguel Sales LopesMontagem
Carlos DomequeProdutor
Luís Galvão TelesProdução
Fado Filmes







Osvaldo Manuel Silvestre é professor do Departamento de Línguas, Literaturas e Culturas da FLUC. Tem leccionado cadeiras nas licenciaturas em Línguas e Literaturas Modernas e Estudos Portugueses e Lusófonos, na área da Teoria da Literatura, em que se doutorou, e ainda na licenciatura em Estudos Artísticos (Estética, Arte e Multimédia, Introdução aos Novos Média, Análise de Filmes). Leccionou ainda, no actual Departamento de Ciências da Vida da Universidade de Coimbra, uma cadeira opcional de Antropologia e Literatura, em co-regência com Luís Quintais. Na pós-graduação leccionou cadeiras de Teoria da Literatura e de Literatura de Língua Espanhola (um curso sobre «Os Mundos de Borges»). Dirigiu a licenciatura de Estudos Portugueses e Lusófonos entre 2006 e 2009. Publicou ensaios e livros sobre questões de teoria, estética, literaturas de língua portuguesa, literatura comparada, artes e crítica cultural. É membro do Centro de Literatura Portuguesa da Universidade de Coimbra.
António Costa Valente é docente no Departamento de Comunicação e Arte da Universidade de Aveiro, o seu doutoramento abordou animação, longa-metragem e novas tecnologias. É co-realizador da primeira longa-metragem da animação portuguesa “Até ao Tecto do Mundo”. Sendo um dos fundadores do Cine-Clube de Avanca, ali dirigiu a produção de mais de meia centena de filmes, entre séries, curtas e longas-metragens, que receberam cerca de centena e meia de distinções em festivais dos 5 continentes. Na área do cinema, assumiu cargos administrativos em organizações nacionais e internacionais, é autor e coordenador de vários livros e comunicações e tem orientado dezenas de dissertações de mestrado. Director do “AVANCA – Encontros Internacionais de Cinema, Televisão, Vídeo e Multimédia” desde 1997 e da “AVANCA|CINEMA, Conferência Internacional de Cinema – Arte, Tecnologia, Comunicação” desde 2010.