• Bichos a Bordo (VP) (Jean-Christian Tassy , Benoît Daffis, Animação, 99′, 2025)
  • Little Trouble Girls (Urska Djukic, Drama, 89′, 2025)
  • Broken English (Jane Pollard, Iain Forsyth, Documentário, 100′, 2025)
  • Aos Nossos Amigos (Adrián Orr, Doc-Ficção, 90′, 2024)
  • Ku Handza (André Guiomar, Documentário, 77′, 2025)
  • A Ilha de Moraes (Paulo Rocha, Documentário, 102′, 1984)

Notícias

  • 20 Anos: Embargo

     

    No próximo dia 21 de Novembro no âmbito do Ciclo “20 Anos de Cinema Português” será exibido o filme “Embargo” do realizador Conimbricence António Ferreira adaptado a partir da obra homónima de José Saramago que lhe valeu,em 2010, o Prémio de Melhor Argumento Adaptado na XVII edição dos Caminhos do Cinema Português.  

    Após a sessão haverá lugar à discussão “A Influência da Literatura no Cinema” moderada por Ana Paula Arnaut e com as participações de António Apolinário Lourenço e Gerson Roani.

    ANTÓNIO FERREIRA

    António Ferreira nasceu em Coimbra em 1970. Inicia-se profissionalmente como programador informático, profissão que viria abandonar em 1990, quando se muda para Paris. Em 1994 ingressa em Lisboa, na Escola Superior de Teatro e Cinema (ESTC). Em 1996, muda-se para a Alemanha para estudar na Academia de Cinema e Televisão de Berlim (dffb). Em 2000, ganha notoriedade com a curta metragem “RESPIRAR (debaixo d’água)” que o levou até ao Festival de Cannes e com a qual ganhou vários prémios em diversos festivais internacionais. Em 2002, estreia-se na longa metragem com “Esquece tudo o que te disse”, que se tornou num dos filmes portugueses mais vistos em Portugal nesse ano. Em 2007 estreia a curta curta-metragem “Deus Não Quis”, com a qual ganha mais de uma dezena de prémios internacionais. Em 2010 estreia a sua segunda longa-metragem “Embargo”, uma adaptação de José Saramago. Em 2011 encena a sua primeira peça de teatro “As Lágrimas Amargas de Petra Von Kant” de Fassbinder, para o Teatro Nacional D. Maria II. Em 2012 realiza o filme “Posfácio nas confecções Canhão” no âmbito de Guimarães Capital Europeia da Cultura. É membro fundador e da direcção da Academia Portuguesa de Cinema.

    Dirige actualmente a sua produtora Persona Non Grata Pictures, com a qual produz ficção e documentários dos mais diversos realizadores.

     

    Festivais & Prémios

    -XVII Caminhos do Cinema Português 
    – Prémio de Melhor Argumento Adaptado –

    Fantasporto 2010
    – Menção Honrosa do Jurí Internacional

    EMBARGO

    2010, 83′

    A partir da obra homónima de José Saramago.

    Nuno é um homem que trabalha numa roulotte de bifanas, mas que inventou uma máquina que promete revolucionar a indústria do calçado – um digitalizador de pés. No meio de um embargo petrolífero e deparando-se com uma estranha dificuldade, Nuno tenta obstinadamente vender a máquina, obcecado por um sucesso que o fará descurar algumas das coisas essenciais da sua vida. Quando Nuno fica estranhamente enclausurado no seu próprio carro e perde uma oportunidade única de finalmente produzir o seu invento, vê subitamente a sua vida embargada…

     

     

    Ficha Técnica

    Realização
    António Ferreira

    Produção
    Persona Non Grata Pictures

    Co-Produção
    Vaca Films (Espanha)
    Diler e Associados (Brasil)
    Sofá Filmes (Portugal)

    Produtores
    Tathiani Sacilotto
    António Ferreira 

    Produtores Associados
    Borja Pena
    Emma Lustres
    Diler Trindade.

    Elenco
    Filipe Costa
    Cláudia Carvalho
    Pedro Diogo
    Fernando Taborda
    José Raposo
    Miguel Lança
    Eloy Monteiro

    Argumento
    Tiago Sousa, a partir da obra homónima de José Saramago

    Fotografia
    Paulo Castilho

    Música Original
    Luís Pedro Madeira 

    Produção Executiva
    Tathiani Sacilotto

    Financiamento
    ICA
    IBERMEDIA
    Ministério da Cultura









































































    Master Session “A influência da Literatura no Cinema”

    Ana Paula Arnaut

    Ana Paula Arnaut nasceu a 12 de Junho de 1964. É doutorada com agregação pela Universidade de Coimbra, onde lecciona Literatura Portuguesa Contemporânea. Publicou Memorial do Convento. História, Ficção e Ideologia (1996), Post-Modernismo no Romance Português Contemporâneo: Fios de Ariadne-Máscaras de Proteu (2002); Homenagem a Cristóvão de Aguiar: 40 anos de vida literária (2005) (org.), José Saramago (2008), Entrevistas com António Lobo Antunes. 1979-2007. Confissões do Trapeiro (ed.) (2008), António Lobo Antunes (2009), António Lobo Antunes: a Crítica na Imprensa. 1980-2010. Cada um Voa como Quer (ed.) (2011). As mulheres na ficção de António Lobo Antunes. (In)variantes do feminino) (2012). Tem também artigos publicados em inúmeras revistas nacionais e internacionais.




     

     

     

     

     

     

     

    António Apolinário Lourenço

    É professor de Literatura e Cultura espanholas na Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra. Na mesma Faculdade, coordena o Mestrado em Estudos Literários e Culturais e o Grupo de Investigação “Literatura sem Fronteiras do Centro de Literatura Portuguesa (CLP). Para além da publicação de diversos artigos e recensões críticas em publicações especializadas, é autor ou editor de vários livros publicados em Portugal e Espanha, entre os quais uma História da Literatura Espanhola (1994, em colaboração com Eloísa Álvarez), uma Historia de la Literatura Portuguesa (2000, coeditor, com José Luis Gavilanes), Identidade e alteridade em Fernando Pessoa e Antonio Machado (1995), Eça de Queirós e o Naturalismo na Península Ibérica (2005), Estudos de literatura comparada luso-espanhola (2005), Fernando Pessoa (2009), Guia de leitura. Mensagem de Fernando Pessoa (2011) e Poderes y Autoridades en el Siglo de Oro: Realidad y Representación (2012, coeditor com Jesús M. Usunáriz).

     

     

     

     

    Gerson Roani

    É Professor Adjunto de Literatura Portuguesa no Departamento de Letras da Universidade Federal de Viçosa, Minas Gerais, Brasil. Licenciou-se em Letras pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), no Rio Grande do Sul. É Doutor em Literatura Comparada pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Desenvolve e orienta pesquisas relacionadas à área dos estudos literários portugueses. É autor dos livros: O romance português contemporâneo: história, memória e identidade (PPGLET-UFV), Saramago e a escrita do tempo de Ricardo Reis (Scortecci Editora), No limiar do texto: literatura e história em José Saramago (Annablume), Literatura e Judaísmo: o rosto judeu de Borges (Editora da UFRGS), Intertextos no barroco brasileiro (Editora da URI) e também co-autor do livro Memória da narrativa: olhares sobre os clássicos (Navona Editora). Seus interesses de investigação incidem sobre a Literatura Portuguesa contemporânea. Atualmente, como bolsista de Estágio Sênior da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES), realiza estágio de Pós-Doutoramento na Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra sob a orientação da Prof. Dra. Ana Paula Arnaut.
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     

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  • 20 Anos: A Bruxa de Arroios & Balas e Bolinhos

    Esta quinta-feira, dia 14 de Novembro, na sessão do Ciclo ’20 Anos de Cinema Português’ serão exibidos os filmes A Bruxa de Arroios do realizador coninbricense Manuel Pureza e Balas & Bolinhos de Luís Ismael. A diversão estará garantida assim como a presença do realizador e actor Luís Ismael (Tone) e do actor Jorge Neto (Rato), ambos do Balas & Bolinhos.

    A sessão tem início às 22 horas, no Mini-Auditório Salgado Zenha. A entrada é gratuita.

    A Bruxa de Arroios | Manuel Pureza | 2011

    Quando chegamos a velhos já não amamos ninguém. Jogamos um jogo para ver quem morre primeiro.

    Realização
    Manuel Pureza

    Argumento
    Ricardo Oliveira

    Director de Som
    Diana Meireles

    Música
    João Firmino

    Fotografia
    Ruy Brazão

    Produção
    Coyote Vadio

    Elenco
    Rita Blanco
    José Martins

    Biografia do Realizador
    Coimbra, Portugal, 1984 Licenciou-se em Realização na ESTC em 2006. Desde 2003 que trabalha em cinema, tendo começado por ser assistente de realização de vários realizadores portugueses e estrangeiros. Como realizador assina várias curtas-metragens – A Máquina (2002), Os Conquistadores (2004 – vencedor do prémio “O Castelo em Imagens”), Room/Mate (2007 presença no primeiro Motelx), Linhas de Sangue (2011 em competição no Motelx) – e bastantes videoclips desde 2002, tendo em 2009 começado a realizar ficção para televisão. Em 2013 conta estrear a sua primeira longa-metragem “10 em Linha”, já em produção.

     

    Balas e Bolinhos | Luís Ismael | 2001

    O Tone voltou e está com umas ideias! A história de quatro pouco inteligentes criminosos à portuguesa.
    Tone, a mente brilhante do crime, sai da prisão e chama os seus antigos companheiros. Desta vez é que vai ser!… vai haver dinheiro como “merda” a jorrar…
    E porque o Tone é demais!… os seus companheiros de “armas” seguem-no Balas & Bolinhos provavelmente o melhor filme português… a seguir a todos os outros.

    Realizador
    Luís Miguel Ismael 

    Argumento
    Luís Miguel Ismael 

    Fotografia
    Sílvio Rocha

    Som
    José Barbosa

    Intérpretes
    Jorge Neto
    Luís Miguel Ismael
    João Pires
    Iolanda Gonçalves
    Miguel Ambrósio
    J.M.Barbosa
    João Pontes

    Género
    Ficção

    Duração
    62’

    Produtor
    J. D. Duarte

    Produção
    Associação de Artes Cinematográficas de Valongo

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  • 20 Anos: A Comédia de Deus

    Esta semana, a 7 de Novembro, o Ciclo 20 Anos de Cinema Português irá exibir a segunda longa metragem da triologia das “Recordações da Casa Amarela” de João César Monteiro. A Comédia de Deus será exibida no Mini-Auditório Salgado Zenha às 22:00. Entrada Livre.

    JOÃO CÉSAR MONTEIRO

    Nascido na Figueira da Foz (1939), é uma das figuras mais relevantes do cinema português. Controverso e original como a sua obra, introduz nas suas primeiras obras o conceito de “antropologia visual”. Os seus filmes únicos ganharam um protagonismo internacional, tendo participado regularmente nos grandes festivais europeus. A trilogia do personagem João de Deus é talvez o mais consensual dos seus trabalhos – tendo o primeiro filme, Recordações da Casa Amarela, sido agraciado com o Leão de Prata do Festival de Veneza. A prestigiada revista Cahier du Cinema selecionou os outros dois filmes, A Comédia de Deus e As Bodas de Deus, entre os melhores 10 de 1996 e 1999, respectivamente.

    Festivais & Prémios

    – Veneza 1995 – Prémio Especial do Júri
    – Zurique 2002 – Museu de Zurique

    Intérpretes

    Cláudia Teixeira
    Joaninha

    Max Monteiro
    João de Deus

    Manuela de Freitas
    Judite

    Raquel de Ascensão
    Rosarinho

    A COMÉDIA DE DEUS

    1995, 165′

    Os dias do senhor João de Deus decorrem sem grandes sobressaltos, divididos entre o seu trabalho no “Paraíso de Gelado” onde, a contento de todos, desempenha as funções de encarregado e de inventor da especialidade da casa, o famoso gelado “Paraíso”, que faz as delícias da clientela, e a sua casa, onde, paralelamente aos trabalhos domésticos, ocupa as suas horas de ócio, quase sempre solitárias, a coleccionar pentelhos femininos, num precioso album a que chama “Livro dos pensamentos”.

    As raparigas de origem modesta constituem o pessoal do estabelecimento, são objecto dos cuidados permanentes do responsável, zeloso pelo cumprimento de regras básicas de higiene que não façam perigar a saúde pública.

    Satisfeita com o curso do negócio, Judite, a patroa, sonha fundi-lo com uma empresa francesa e conta com os préstimos de João de Deus para impressionar favoravelmente um famoso geladeiro francês, vindo expressamente de Paris para provar a especialidade da casa. Os resultados são nulos e saldar-se-ão por um rotundo fracasso.

    Entretanto, o comportamento de João de Deus – até aí sem falhas – começa a apresentar sintomas de desvios algo inquietantes. Que o digam a senhora arquitecta, Rosarinho e Virgínia.

    Um belo dia, João de Deus encontra a Joaninha de olhos verdes, a filha do corpulento talhante da esquina e, depois de a ter atraído a sua casa, presenteia-a, não só com um banho de leite de vaca, como com tantas e tais guloseimas, que a menina se sente acometida de indisposição intestinal, o que, felizmente, graças a João de Deus, é passageiro.

    O carniceiro progenitor, pretextando bestiais ofensas ao hímen de Joaninha, prepara-se para lavar a honra ultrajada num banho de sangue.

    Hospitalizado de urgência, em estado considerado desesperado, João de Deus consegue, todavia escapar às garras de morte. Também Judite, desta vez, não se compadece: despedimento com justa causa.

    De regresso a casa, aguarda-o um quadro devastador: uma montanha de destroços, tudo feito em cacos, o “Livro dos pensamentos” reduzido a cinzas.

     

     

    Ficha Técnica

    Realização e Argumento
    João César Monteiro

    Director de Fotografia
    Mário Barroso

    Montagem
    Carla Bogalheiro

    Som
    Rolly Belhassen

    Música
    Claudio Monteverdi
    Joseph Haydn
    Richard Wagner
    Johann Strauss Jr.
    Quim Barreiros
    Deushland Über Alles
    La Marseillaise
    Alma Negra

    Mistura
    Jean-François Auger

    Decoração
    Emmanuel De Chauvigny

    Guarda-roupa
    Matilde Matos

    Direcção de Produção
    Antónia Seabra

    Produção
    GER — Grupo de Estudos e Realizações (Joaquim Pinto)

    Uma co-produção
    Pierre Griesse Productions (Martine Marignac)
    Mikado Films (Robero Ciccuto)
    Zentropa Production (Peter Aalbaek Jensen)
    La Sept 

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  • 20 Anos: O Rock em Coimbra

    Esta semana o Ciclo 20 Anos de Cinema Português é dedicado ao Rock de Coimbra. Iremos exibir os documentários:

    — Filhos do Tédio de Rita Alcaire e Rodrigo Lacerda

    — Rockumentário de Sandra Castiço

    — Breve História do Rock de Coimbra de Rita Alcaire e Rodrigo Lacerda.

    Após a exibição dos filmes realizar-se-á a Master Session ‘As bandas dos anos 90 em Coimbra’

    Moderador:

    Fausto da Silva

    Convidados:

    Victor TorpedoCarlos Dias e Tracy Vandal

    Entrada Livre. 22 horas Mini-Auditório Salgado Zenha.

    Pode rever a mastersession aqui.

    Filhos do Tédio

    Esta é a história de uma das exportações mais famosas de Coimbra, os Tédio Boys. Primeiros do género com visibilidade e, mais do que outra etiqueta, atitude. Mostraram uma forma de estar na vida partilhada por um grupo de indivíduos: noite, exageros, divertimento, criatividade, música e mudaram a paisagem da cidade desde a sua aparição. Mais, foram os primeiros a exigir o seu lugar numa cidade dominada pela Universidade e por adultos. Por isso, foram sujeitos a reações que vale a pena analisar. A hora de reflexão sobre o fenómeno mais curioso da década passada em Coimbra nunca poderá chegar a um juízo definitivo que saiba catalogar com precisão o trabalho e a influência da banda. Este documentário dá conta da realidade nesse período de transição focando-se nos seus momentos chave.

    Ficha Técnica

    Realização
    Rita Alcaire
    Rodrigo Lacerda
    Duração
    48′

    Ano
    2007

    Rockumentário

    Kaló, Filipe, Calhau e André personificam o rock’n’roll que define os Bunnyranch, uma das mais estimulantes bandas portuguesas, surgida do contexto rock’n’roll que caracteriza Coimbra. Com apenas 4 anos de vida, um Ep e um Lp lançados contam já com actuações em Espanha, Holanda, Inglaterra e por todo o país. O seu som incaracterístico e explosivo aliado à sua postura em palco são uma das marcas da banda. É acompanhando os quatro de perto, na sua relação com os amigos, a música e a cidade, que nos apercebemos que é a sua atitude, carisma e estilo de vida peculiar que os distingue, fazendo deles uma banda tão promissora. Os Bunnyranch parecem imparáveis, no entanto algo vai acontecer que mudará a banda para sempre.

    Ficha Técnica

    Realização
    Sandra Castiço
    Produção
    António Ferreira
    Duração40′
    Ano
    2006

    Breve História do Rock de Coimbra

    Trabalho que relata a produção musical rock na cidade de Coimbra, assim como os espaços associados a esta nas décadas de 1980 e 1990. Realizado para a 4º Gala da Rede Universidade de Coimbra.

    Ficha Técnica

    Realização
    Rodrigo Lacerda
    Rita Alcaire Duração5′
    Ano
    2010

    Fausto da Silva

    FAUSTO DA SILVA (n. 1963) Meio século de vida… 30 anos de rádio … Nasceu para a rádio em 82. Primeiro CER/AAC e depois RUC. Quando a rádio dos estudantes sintonizou a cidade de Coimbra, levou para o éter a música portuguesa. Baptizou o rebento de Canto Lusitano. Hoje continua a divulgar a música nacional. O Santos da Casa é o mais antigo programa de música portuguesa a emitir. Já lá vão mais de 20 anos. Colaborou com alguns jornais, rádios e revistas. De destacar o jornal LP e a revista Ritual, só para citar alguns casos. Formou uma editora, com nome de estação de comboios, Coimbra B. Criou em Coimbra os Estúdios Agitarte, por onde passaram centenas de grupos de diversas sonoridades musicais. Organizou festivais e concursos. Correu o país a ver bandas mais e menos conhecidas. Fotografou centenas de artistas. Já agenciou bandas. Tem tantos discos, cds e cassetes de artistas portugueses que é difícil saber onde param todos. Hoje o Santos da Casa (programa de rádio, blog e facebook) ocupam parte do seu tempo. Continua a acreditar que a música portuguesa tem futuro.

    Victor Torpedo

    Victor Silveira, mais conhecido por Victor Torpedo nasceu em Coimbra, em 1972. Foi guitarrista dos Tédio Boys, formando mais tarde os Parkinsons e Blood Safari em Londres. Pertenceu ainda a outras bandas míticas como os 77, Tiguana Bibles, The Parkinsons e Objectos Perdidos. Paralelamente à sua carreira de músico trabalha como artista plástico. Actualmente pertence aos Subway Riders.

    Fotografia de Miguel Driburg

    Carlos Dias

    Carlos Dias trabalhou durante cerca de 18 anos em editoras e distribuidoras de música, Musica Alternativa e Musicactiva. Desde 1989 integra os Subway Riders, que foram activos durante os 90 e agora desde 2011. Esteve ligado às rádios escolares, piratas e continua na Rádio Universidade de Coimbra como realizador e locutor. É um eterno apaixonado pela musica e pelos discos.

    Tracy Vandal

    Tracy Vandal começou a sua carreira musical em Glasgow, Escócia, numa banda chamada Dick Johnson, 1995, como guitarrista e vocalista. Na mesma altura é vocalista numa outra banda chamada “The Blisters” onde também actuava Alex Kapranos dos Franz Ferdinand.

    Mais tarde muda-se para Londres onde integra a banda “Lincoln” onde atinge uma certa notoriedade no cenário country alternativo entrando em tourné com bandas como os “Tindersticks”, “Calexico” e “Lambchop”. Os “Lincoln” lançaram 5 álbuns.

    Em 2009, durante as férias de verão em Coimbra, com Vítor Torpedo, Carlos Mendes (Kaló) e Pedro Serra (Portuguese Pedro) formam-se os “Tiguana Bibles”.

     

     

     

     

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  • Caminhos Pelo Mundo

    Partilha os teus caminhos. #caminhoscinema

     

     

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  • Projecção Cinematográfica

     

    João Silva

    João Silva é projeccionista do TAGV há mais de vinte anos. Com larga experiência, domina a película em suportes distintos como 8mm,16mm e 35mm.

    Preço do Módulo

    35€ / Sócio CEC
     45€ / Estudante
     55€ / Público-Geral
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     

    Projecção Cinematográfica

    8 de Junho de 2014
    Teatro Académico de Gil Vicente
    9:00 — 18:00

    Embora a maior parte dos produtos audiovisuais possa hoje ser exibida num sem número de “suportes”, a maior parte das obras cinematográficas continua a ser projectada para ser exibida em salas de cinema ou outros espaços públicos de exibição. Neste módulo ensinar-se-ão as características dos principais sistemas de projecção analógica e digital, ensinando-se os formandos a projectar em 16 e 35 mm.

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  • Promoção e Comercialização

     

     

    Alexandre Cebrian Valente

    Alexandre Cebrian Valente, produtor, nasceu em Lisboa no ano de 1968, conta com dezenas de filmes e outros projectos ao longo da sua carreira, destacando-se a estreita relação com o Cinema, onde exerceu a Direcção de Produção de inúmeros projectos. Foi Director Geral do projecto SIC FILMES e Produtor Executivo de alguns programas de televisão da RTP (Paraíso Filmes, Contos de Natal) e da SIC (Programa da Maria). Em 2004 cria a sua própria produtora com sede em Lisboa. Em 2006 foi eleito pelo então: “ICAM” para representar Portugal como ‘Producer on the move’ no Festival de Cannes. Actualmente exerce também as funções de Criativo, Argumentista, Realizador e Produtor, assim como tem vindo a ser convidado para leccionar diversas conferências, palestras e workshops, na área de comunicação e marketing.

    Preço do Módulo

    35€ / Sócio CEC
     45€ / Estudante
     55€ / Público-Geral


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    Promoção e Comercialização

    7 de Junho de 2014
    Colégio de São Jerónimo, Universidade de Coimbra
    9:00 — 18:00

    Para além de uma actividade artística e tecnicamente exigente, a realização cinematográfica é também, na medida em que produz objectos que se destinam à exibição pública, em circuitos de distribuição/exibição sujeitos às leis do mercado, uma actividade fortemente afectada por questões comerciais. Neste módulo abordar-se-ão os mecanismos de promoção nacional e europeia de cinema de qualidade, e as estratégias de promoção e comercialização de cinema português em diferentes mercados ou circuitos de distribuição/exibição nacional e internacional.

    Este módulo tem como objectivo dotar os participantes dos conhecimentos fundamentais sobre métodos e estratégias de divulgação de obras cinematográficas. Após a frequência do módulo, os formandos estarão preparados para melhor considerar, conceber e desenvolver estratégias e acções de marketing, ao longo de todo o processo de produção do filme, desde a ideia/conceito base até à sua exibição.

     

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  • Direcção de Som 3 — Misturas Finais

     

     

    Tiago Matos

    Assim que terminou o curso de 3 anos de imagem e som na escola profissional de imagem em 98, começou a trabalhar com Branko Neskov. Desde então, entre a licenciatura em sociologia e as tarefas de montador de som e misturador, fez mais de 100 filmes, 30 dos quais longas-metragens. Foi sócio-gerente da pós-produtora MOS Filmes durante sete anos e coordenou o estúdio de pós-produção Obviosom, estúdio de misturas dolby digital. No último ano esteve a trabalhar em Angola na implementação de uma estrutura de pós-produção áudio e na coordenação da pós-produção de uma série de ficção e de uma longa-metragem.

    Trabalhou com realizadores como Manoel de Oliveira, Teresa Villaverde, João Canijo, Sandro Aguillar, Serge Tréfaut, Fernando Lopes, Jorge Silva Melo, Joaquim Leitão, Margarida Cardoso, entre tantos outros.

    Preço do Módulo

    50€ / Sócio CEC
     60€ / Estudante
     70€ / Público-Geral


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    Direcção de Som 3 — Misturas Finais

    14 + 15 de Junho de 2014
    Departamento de Engenharia Informática, Universidade de Coimbra
    9:00 — 18:00

    O módulo SOM III fala sobre a última fase de pós produção de som para cinema, onde as decisões são definitivas e onde o fim do processo significa o início de vida comercial de uma obra. O plano de trabalho engloba várias fases deste processo, começando por definições de estrutura de som para cinema, descrição de processo de trabalho e membros de equipa. Depois, cada etapa do processo será explicada e analisada do ponto de vista de tarefas e responsabilidades de cada membro de equipa.

    Durante as aulas, vão ser exibidos vários exemplos que explicam o processo e mostram resultados de cada etapa de finalização.

     

    1. Estrutura de som para cinema e TV
    2. Equipa de pós-produção – membros e funções
    3. Etapas de pós-produção de som
    4. Montagem de som direto
    5. Dobragens
    6. Montagem de efeitos sonoros
    7. Gravações adicionais
    8. Ruídos de sala (Foley)
    9. Tratamento de música
    10. Estúdio de mistura
    11. Processo de mistura de som
    12. Normas e padrões de gravação
    13. Alteração de velocidade / duração
    14. Produtos finais
    15. Discussão e esclarecimentos.

     

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  • Direcção de Som 2 — Composição Musical

     

     

    Pedro Janela

    Compositor, pianista, autor de vários projectos musicais dos quais se destaca “The Casino Royal” foi também responsável pelas bandas sonora originais dos filmes “Quinze Pontos na Alma” de Vicente Alves do Ó e “República” de Jorge Paixão da Costa. É igualmente autor da banda sonora do documentário “Design Atrás das Grades” de Margarida Leitão e da “Dá-me Luz”- curta metragem de animação de Sérgio Nogueira. Assinou várias obras de música contemporânea das quais se destacam “Missa Magnificus V.1.05” para electroacústica e coro a vozes iguais, “Deliquim”para electroacustica e coro misto e “Catharsis” para electroacustica e coro misto. No teatro foi autor da banda sonora da obra “Puta de Vita” de Andrej Kowalsky. Recentemente compôs a música para o jogo “Strings” que está disponível nas plataformas iPhone e iPad. É proprietário do estúdio Mastermix onde desenvolve o seu trabalho como compositor e produtor.

    Preço do Módulo

    50€ / Sócio CEC
     60€ / Estudante
     70€ / Público-Geral


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    Direcção de Som 2 — Composição Musical

    25 de Maio de 2014
    Mastermix – Estúdios de Produção Audio
    9:00 — 18:00

    Hoje, mais do que nunca, a música desempenha um papel vital em longas-metragens, documentários e programas de televisão. Algumas destas obras são quase tão conhecidas pela sua componente musical como pelo o seu conteúdo visual.Pedro Janela orienta através do processo de criação de música original para acompanhar um meio visual este workshop que começa com enfoque na estética, terminologia, procedimentos e aspectos técnicos de musica para filme.

    Plano de Sessão

    1.Drama e Música
    — Música absoluta vs Música Funcional.
    — Identificar Situações onde a Música fornece suporte dramático.
    — Identificar Intenção Dramática.
    — Identificar emoções para eventual colocação de Música.
    — Pensar como um realizador, interrogar.

    2. Funções Dramáticas
    — Centrando-se no Visual
    — Uma relação simbiótica
    — Relação entre Imagem e Música de Cena

    3. Spotting de Música
    — Spotting
    — Considerações ao Spotting
    — Analisar o processo Spotting com uma cena
    — Analisar o Spotting / Pontuação dramática de várias cenas

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