Duas personagens com uma relação conturbada encontram-se junto de uma fogueira. Eles observam o fogo e o início de um bom relacionamento.
A man and a girl with a troubled relationship, find themselves beside a fire pit. They observe the fire and the beginning of a good relationship.
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Livros desaparecem de uma biblioteca. Uma filha despede-se da sua mãe. Uma escritora batalha com a doença de Alzheimer.
Books disappear from a library. A daughter bids farewell to her mother. A writer battles with Alzheimer´s disease.
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Uma coleção de retratos apresentando personagens em crise de meia-idade, tentando se libertar da estagnação resultante da decepção na vida. Infelizmente, eles só precisam confiar em seus próprios pensamentos recorrentes e bem conhecidos.
A collection of portraits presenting characters who try to face their own numbness in internal conversations.
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O Berloque Vermelho é um conto escrito em 1875 por António José da Silva Pinto e é considerado uma das primeiras representações homossexuais na literatura portuguesa. O género conto de terror na época era a única forma de apresentar um amor visto como crime, de forma alienada e com final trágico. Um homem recebe um amuleto em forma de coração de um amigo para colocar no pescoço. Quando a jóia desaparece, o homem entra em pânico e não consegue lidar com os sentimentos que o gesto e a perda da bijuteria lhe despertam. Num ato louco e sangrento ele fará o impensável.
O Berloque Vermelho (The Red Trinket) is a short story written in 1875 by António José da Silva Pinto and is considered one of the first homosexual representations in Portuguese literature. The horror tale genre at the time was the only way to present a love seen as a crime, in an alienated way and with a tragic ending. A man receives a heart-shaped charm from a friend to put around his neck. When the jewel disappears, the man panics and cannot deal with the feelings that the gesture and the loss of the trinket arouse him. In a crazy and bloody act he will do the unthinkable.
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A vida quotidiana de Arash e Rahi, um casal gay a viver em Teerão, é perturbada por um fantasma misterioso do ex-amante de Rahi, Sadeq, que pede para viver com ele novamente. Parece que podem começar um novo tipo de vida um com o outro em paz.
The daily life of Arash and Rahi, a gay couple living in Tehran, is disrupted by a mysterious ghost of Rahi’s ex-lover, Sadeq, who asks him to live with him again. It seems that they can start a new kind of living with each other in peace.
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Um apartamento, a materialidade que o constitui, e os fenómenos que o povoam. Uma realizadora numa busca pelo tempo da infância, e as contradições que enfrenta nessa viagem atravessada pelo espaço doméstico. Este é um filme sobre o tempo e o habitar.
An apartment, the materiality that composes it, and the phenomena that take place. A director in a quest for the temporality of childhood, and the contradictions that emerge in that process. This is a film about time and inhabiting.
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Separados pelas realidades do dia-a-dia das suas vidas, os gémeos Rebecca e Carlo vêem-se forçados a coabitar e a encontram um desfecho para um capítulo nas suas jovens vidas.
Separated by the realities of their day to day lives, the twins Rebecca and Carlo find themselves forced to co-habit and find closure to a chapter in their young lives.
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Uma espécie de improvisação jazzística a partir de uma partitura escrita em 1963. Da janela da nossa sala, numa praceta da Av. dos EUA em Lisboa, vê-se um décor do filme “Os Verde Anos” (1963) de Paulo Rocha, praticamente do mesmo ponto de vista em que Rocha o filmou há 58 anos: por baixo das arcadas de um prédio, Ilda (Isabel Ruth) dá pela primeira vez a mão a Júlio (Rui Gomes), assistimos ao início da sua trágica história de amor. Este é o ponto de partida do nosso novo projecto de documentário: guiados pelo olhar de Paulo Rocha, voltamos a olhar para os lugares de “Os Verdes Anos”, que agora são naturalmente diferentes. Quem são hoje os habitantes do bairro de Alvalade e de Lisboa? Que pessoas passeiam naquelas ruas e naqueles campos? Quem vive naquelas casas? Quem frequenta aqueles bares e cafés? Que vozes ecoam naqueles espaços? Que histórias têm para contar? E que décors sobreviveram à erosão do tempo, quais desapareceram, quais renasceram? Os sucessivos estratos, geológicos, urbanísticos e humanos da cidade de Lisboa irão desenhar-se à frente da nossa câmara. Mas o que mais nos interessa é captar a energia contraditória desta cidade, numa nova “crónica anedótica” lisboeta (na senda de “Lisboa, Crónica Anedótica” de Leitão de Barros, de 1930), vital e torrencial.
From our living room window you can see a set of The Green Years (Paulo Rocha, 1963). This was our starting point: guided by Rocha’s gaze, we look back at the places of that film, which have become naturally different.
The successive geological, urbanistic and social strata of the city of Lisbon, besieged by the Covid-19 pandemic that interrupted the shooting several times, are drawn out in front of our camera, in a kind of contemporary jazz improvisation from a score written in 1963.
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Um camaleão acorda ao som de uma tempestade. Segue o som para cumprir os seus objetivos.
A chameleon wakes up to the sounds of a storm. Follows the sound in order to fulfil his goals.
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