13/11/2020, 21:45 – Cinema Avenida
Há 40 anos, Sério Fernandes era realizador de anúncios televisivos e dono de uma das mais bem-sucedidas empresas de publicidade em Portugal. É então que decide abandonar tudo para se focar nos seus próprios filmes. Hoje, Sério Fernandes é conhecido como o mestre da escola do Porto.
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17/11/2020, 21:45 – Cinema Avenida
Uma reflexão sobre o comportamento de Alfred Hitchcock, com as suas atrizes nos seus sets de filmagens. A partir de imagens de arquivo, cruzadas com imagens de uma mulher do século XXI, usando também a exploração sensorial sonora, é criado um olhar experimental, sobre um período na indústria cinematográfica, onde muitas foram as atrizes, vítimas do sistema machista da época.
An analysis of Alfred Hitchcock’s behaviour with his actresses in his movie sets. Taking archive pictures and intertwining them with images of an XXI century woman, exploiting our audio senses, an experimental look is created. This allows us to have a different perspective on a period of them in the film making industry where many actresses were victims of a sexist panorama.
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13/11/2020, 21:45 – Cinema Avenida
Estamos todos no mesmo autocarro, mas nesta viagem, há uns que estão mais acordados do que outros.
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20/11/2020, 18:00 – Cinema Avenida
No ano 74 a.C, Tito Lucrécio Caro, um jovem com ideias ousadas, tenta convencer seu amigo Mêmio que ir estudar para a cidade de Roma é uma total perda de tempo. Anos depois, Lucrécio volta da capital. Tentando encontrar um equilíbrio entre suas explicações do mundo natural e sua experiência emocional do mesmo, Lucrécio vive uma paixão profunda e conturbada com Isa, sua esposa estrangeira.
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14/11/2020, 21:45 – Cinema Avenida
Sete anos de filmagens domésticas transfiguradas num poema cinematográfico em sete estrofes, Azul e Prata propõe um olhar pessoal sobre o intangível e o desconhecido, impulsionado por um desejo subjacente de trabalhar conceitos como o tempo e a memória, o dia e a noite, a vida e a morte.
Seven years of increasingly abstract handycam imagery transfigured into a tentative seven-stanza cinematographic poem. Something of a cross between home movie aesthetics and a wordless documentary essay, Azul e Prata presents a personal (if materially-incidental) look at the ethereal and the unknown, nurtured by an underlying yearning to scrap-discourse on the subjects of time and memory, day and night, life and death.
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13/11/2020, 21:45 – Cinema Avenida
Um ferryboat. Um encontro entre duas almas. Os obstáculos e as sombras vão sendo ultrapassados até ao final. Mas os corpos estão sempre a lutar por respirar ao longo do caminho.
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15 de novembro, 21:45 – Cinema Avenida
My father has a gun é um video que conta a história do pai de Ana Mendes, enquanto soldado na guerra colonial Portuguesa em Guiné-Bissau, explorando, ao mesmo tempo, o papel da fotografia no negócio da guerra.
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13/11/2020, 21:45 – Cinema Avenida
A casa é ampla e moderna. As divisões estão semivazias, sem se perceber realmente se alguém acabou de chegar ou se alguém está prestes a abandoná-la. Uma rapariga e uma mulher encontram-se frente-a-frente sem dizerem uma única palavra. Aparentemente estranhas à presença uma à outra, olham-se em segredo tentando descobrir algo nas suas expressões. Pensam no passado que as une e num homem que desapareceu.
The house is large and modern. The divisions are half empty. We don’t know if someone has just arrived or if someone’s about to abandon it. A girl and a woman face each other without saying a single word. Seemingly strangers to each other’s presence, they look at eachother trying to discover something in their expressions. They think of the past that unites them and the man who disappeared.
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15/11/2020, 21:45 – Cinema Avenida
Through the form of a personal yet distant essay film, ‘Weeks of sand, months of ash, years of dust’ introduces Macao, a former Portuguese colony handed over back to China in 1999. Having partly grown up in Macao, the filmmaker revisits the learned history of Macao from a portuguese perspective, addressing post-imperial forms of disavowed political affect alongside the progressing dementia of her own mother. The intertwined historical and personal narratives converge into a compound reading of one through the other. Carefully positioning personal loss next to reflections on colonial narratives, the film ponders questions of looking back into a troubled past from the instability of a presently self-erasing memory. ‘I look at you and I see your gaze devouring the world, but I have no idea what world is being devoured.’
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