





Brava Dança foi exibido ontem à tarde nos Caminhos. Trata-se dum documentário que não só devemos enquadrar no campo das qualidades, mas primeiramente, no campo das necessidades. O cinema português desespera por criadores que façam justiça aos actores do nosso século XX.
Dia 24 Abril – 22h00
Mini-Auditório Salgado Zenha
Toque – ESAP – 10′
Pesar da Consciência – ESAP – 11′
Percepção Líquida – ESAP – 17’43”
Atrás de Mim – ESAP – 15′
Chocolate – ESAP – 5′
Zurca – ESAD – 6’59”
Fenómeno estranho afasta os públicos das salas de cinema, mas será só no cinema português ou todas as culturas sofrem deste problema. Pretende-se nesta conversa fazer uma abordagem ao estado actual da produção cinematográfica portuguesa, das suas condicionantes, dos seus objectivos, mas acima de tudo discutir rumos e ideias sobre o futuro da nossa cinematografia. Os caminhos que esta deve percorrer de forma a se afirmar e criar uma identidade cinematográfica
Que mudou no cinema português após o 25 de Abril de 1975? Como se produzia e realizava antes da revolução com todas as condicionantes da censura e perseguição. Evoluímos, ou pura e simplesmente deixamos de ser criativos na forma de transmitir e contar as nossas histórias. Como se passa da resistência à liberdade?
A animação e a sua evolução. Na era das novas tecnologias que futuro para a animação? Vamos continuar a realizar e produzir nos moldes tradicionais, ou suplantarão as novas tecnologias, a manualidade que sempre esteve associada a esta categoria filmica. Que é que nos reserva o futuro? Uma conversa onde serão expostos as condicionantes de uma e de outra técnica através de quem utiliza uma e outra técnica.