Programação

20141118-MASTER-1.jpg

Mastersessions da 23.ª edição

As mastersessions são espaços de debate promovidos pelo festival que respondem a um conjunto de temáticas definidas em torno dos eixos curatoriais presentes na programação de cada edição, promovendo-se assim um espaço de reflexão em interacção com os diferentes públicos. Nesta 23.ª edição estão programadas três sessões master session; “Primeiros Planos – Da Escola até ao Primeiro Filme; “A distribuição do Cinema Português”; e “O Outro Eu”.

saber mais

15640433849_c6612a2d51_o.jpg

Crónica do festival – I

O Festival “Caminhos do Cinema Português”, cuja 23ª edição terá lugar entre os dias 27 de novembro e 3 de dezembro de 2017, continua a ser – para além de um dos raros exemplos que conseguiu tal longevidade apesar da (aparente) desvantagem de não se realizar na Grande Lisboa ou no Grande Porto – o único festival de cinema em Portugal dedicado unicamente ao cinema português. Nunca é demais chamar a atenção para esta sua manifesta “imagem de marca” ao longo destes 23 anos, que formam um trajeto em que a vontade de exibir, divulgar e premiar o nosso cinema permitiu acompanhar a evolução tanto da obra dos seus nomes mais consagrados quanto de criadores que estão no início do seu percurso.

saber mais

15196258278_0943c3b024_o.jpg

Apresentação Selecção Ensaios (XXIII)

Começa a ser muito ténue a linha que desarticula aquilo que consideramos cinema produzido em contexto profissional do que é produzido em contexto académico, mas sabemos que aquilo que os une é, sem dúvida, uma qualidade e originalidade surpreendentes.

Assistir às sessões da Selecção Ensaios é sentir o sangue novo que sempre pautou o cinema (independentemente da idade do criador), é ser confrontado com técnicas e diálogos heterogéneos, ideias vanguardistas e inclusivamente conhecer novos intérpretes com performances inesperadas e por isso marcantes.

A Selecção Ensaios é assim um caminhar pelo cinema português e internacional desenvolvido academicamente. Esta aparente dualidade serve de objecto de discussão, fornecendo uma linha invisível de linguagem cinematográfica que une os novos artistas por todo o mundo. É um responder, por vezes quase em jeito de manifesto fílmico, do estado actual das coisas em Portugal e no mundo.

Convidamos todos a percorrer este caminho proposto nesta 23.ª edição, num percurso pelo cinema contemporâneo feito cá e lá fora.

saber mais

15520050086_2f37028644_o.jpg

Livre Trânsito pelos Caminhos do Cinema Português

Já se encontram disponíveis para compra os bilhetes pontuais e de livre-trânsito para a XXIII Edição dos Caminhos do Cinema Português.

O “Livre-trânsito Caminhos” permitir-lhe-á acesso livre a todos os filmes, independentemente da sua Selecção ou Secção competitivas. Desprendendo-se de filas, poderá entrar em qualquer das obras programadas nesta XXIII Edição do festival Caminhos do Cinema Português. Assista a mais de cem filmes, fazendo a sua própria programação baseada nos seus gostos e disponibilidade.

saber mais

ficc_PB.png

Júri Internacional FICC/IFFS

O Prémio D. Quijote é um prémio da FICC – Federação Internacional de Cineclubes, atribuído em festivais de cinema selecionados pela Federação Internacional de Cineclubes. O Júri FICC/IFFS é composto por cinéfilos de qualquer país do mundo, apurados entre as candidaturas das várias Federações Nacionais de Cineclubes.

O português Carlos Coelho, o norueguês Odd Vaagland e o afegão Abdul Malek Ghulam Hussin são os nomeados Júri FICC da 23ª edição dos Caminhos do Cinema Português.

A Seleção Caminhos, além dos prémios atribuídos pelo Júri da Seleção Caminhos, é também avaliada pelo Júri do Prémio de Imprensa CISION, bem como pelo Público e pelo Júri FICC. Para o Prémio D. Quijote estão elegíveis os filmes presentes em competição na Seleção Caminhos, que estejam legendados em francês ou inglês, ou ausentes de diálogos.

saber mais

30456393994_4162c489dc_o.jpg

IV SIMPÓSIO INTERNACIONAL FUSÕES NO CINEMA

Inicia hoje a IV edição do Simpósio Internacional Fusões no Cinema, a acontecer em São João da Madeira, encerrando no dia 18 de novembro. Sendo co-organizado pelo Festival Caminhos do Cinema Português e pela Unidade de Desenvolvimento dos Centros Locais de Aprendizagem (UMCLA) da Universidade Aberta, nesta edição podemos contar com a presença de vários docentes, investigadores, oradores convidados, especialistas e artistas de diferentes áreas, tais como Fran­cisco Gar­cía Gar­cía da Uni­ver­si­dad Com­plu­tense de Madrid, João Rita do Cine Club Arouca ou Daniel Mill da Uni­ver­si­dade Fede­ral de São Car­los. Estes irão analisar questões que remetem às práticas artísticas e educativas nos dias de hoje, assim como os novos papéis dos diferentes agentes envolvidos na dinâmica criativa e operativa da arte, da educação e da cultura. O certamente conta ainda com um painel de sessões paralelas com comunicações propostas por académicos de vários pontos do mundo que foram escrutinadas pelo Comité Científico num processo de Double Blind Review.

saber mais

31030613672_41a5777695_o.jpg

Apresentação Selecção Caminhos (XXIII)

Seleccionar e programar cinema português, no único festival que se dedica exclusivamente ao mesmo, implica um desafio constante para a programação. Seleccionar é estar atento e desperto às movimentações comerciais e não-comerciais dos filmes que são anualmente produzidos, mudando constantemente a nossa perspectiva de eer um programa e um festival de cinema. É tentar criar e recriar fórmulas (sempre imperfeitas) de fazer com que se troque o banco de casa ou do bar pelo de cinema, para que se aceda a esta combinação perfeita criada pelos realizadores portugueses de um mundo fílmico diferente, muitas vezes quase espiritual e expressivo.

saber mais

fusoes.png

A Literatura no Cinema

Começa quinta-feira dia 12 de Outubro às 22h00 no Mini-Auditório Salgado Zenha da AAC, com a estreia em Coimbra do filme Comboio de Sal e Açúcar de Licínio Azevedo, realizador e escritor que adapta a sua própria obra literária ao cinema. Depois iremos viajar até à literatura francesa com Albert Camus, autor que alguns classificam como um apaixonado pela existência, cuja obra adaptada Longe dos homens tem banda sonora original composta por Nick Cave e Warren Ellis.

O Ciclo que terá lugar todas as quintas-feiras de 12 de Outubro a 9 de Novembro, incluirá também obras adaptadas ao cinema de Luiz Ruffato, Fernando Pessoa e José Saramago. Além disso, terá uma sessão especial para o dia das bruxas, dia 31 de Outubro à 00h00, com A Instalação do Medo de Ricardo Leite e o filme protagonizado por Nuno Melo, O Barão de Edgar Pêra que explora a obra de Branquinho da Fonseca num registo que ressuscita o expressionismo alemão dos anos 1920.

saber mais

30497204084_462ef11493_k.jpg

Call for Entries: Caminhos alongam prazo de inscrição

O prazo de inscrição de filmes da 23.ª edição dos Caminhos do Cinema Português terminou. No entanto, devido ao interesse generalizado nos últimos dias na inscrição de filmes, decidimos continuar a aceitar inscrições.

Gostaríamos de poder ver os vossos trabalhos mais recentes e considerá-los para a edição deste ano. Assim, decidimos continuar a aceitar as vossos filmes até dia 16 de Setembro sempre através da plataforma Filmfreeway.


saber mais

Website-Call-banner-01.jpg

Call for Movies

Está aberto o período de Inscrições para a 23.ª edição do Festival Caminhos Cinema Português via FilmFreeway! Inscrições até 27 de Agosto 16 de setembro!

saber mais

2017-05-16-ciclo-musica.jpg

Ciclo Fusões é dedicado à música em maio e junho

Os Caminhos do Cinema Português e o Centro de Estudos Cinematográficos retomam o seu ciclo de cinema “Fusões no Cinema” esta quinta-feira dia 18 de Maio. O ciclo terá lugar todas as quintas-feiras às 22h00 no Mini-Auditório Salgado Zenha da Associação Académica de Coimbra. A programação inclui obras especialmente dedicadas à música e percorre o espírito da contracultura nacional, desde os anos 60 com o filme Meio Metro de Pedra, aos anos 80 com o grupo Heróis do Mar retratado em Brava Dança, até hoje, acompanhando a banda Humanos que retomou a obra de António Variações e também, David Santos com os temas de Noiserv. Depois navegamos até ao outro lado do oceano Atlântico ao ritmo do Tango com A morte de Carlos Gardel, obra adaptada de António Lobo Antunes e por fim, chegamos até à cidade Surabaia, onde nos encontramos com uma geração de jovens indonésios que se juntam à volta duma cultura musical controversa, o black metal. Entrada gratuita e limitada à lotação da sala.

saber mais

ciclo-mmc-2017-1.jpg

Ciclo “Arqueologia pela Imagem em Movimento”

O Museu Monográfico de Conimbriga, em parceria com os Caminhos do Cinema Português e o Centro de Estudos Cinematográficos, apresentam a programação do ciclo de cinema “Arqueologia pela Imagem em Movimento”. A partir do pensamento de Jorge de Alarcão – “se o animal deixa no chão traços da sua passagem, maiores são os vestígios que o homem deixa de si nos lugares onde esteve” – procura-se com este ciclo de cinema desvelar circunstâncias históricas da passagem do homem pelo tempo. Num apelo à dimensão imagética revelar-se-á uma arqueologia que conta histórias. Traços de épocas. Com ação, romance e suspense.

saber mais

30383773154_97e89065c6_h.jpg

Premiados 22ª edição

Os vencedores da XXII edição dos Caminhos Film Festival, já foram anunciados e os filmes Zeus de Paulo Filipe Monteiro e Cartas de Guerra de Ivo M. Ferreira são os que arrecadam mais prémios. O Grande Prémio do Festival Portugal Sou Eu, foi atribuído a Chatear-me ia morrer tão joveeem…, de Filipe Abranches. A cerimónia de entrega de prémios aconteceu no dia 26 de novembro às 21h45 no Teatro Académico de Gil Vicente.

saber mais

vlcsnap-00001.png

SOBRE OLIVEIRA & BOTELHO

Manoel de Oliveira tem sido considerado pelos seus pares como um dos grandes Mestres do cinema. Aos seus 73, como jeito de registo cinematográfico da dor, memoriza a sua casa, o abandono do material e a perda da estabilidade para um novo ponto de partida existencial. Apesar de parecer algo totalmente nefasto se olhado superficialmente, representou um marco na sua carreira, a influência da busca pelo real que pode ser ficcionado, a referência e amor pela arte de forma transversal (não são raras as referências a Agustina, por exemplo) expressa pela película.

saber mais

Photo-2-stillkako2.jpg

Apontamentos da Selecção Caminhos II

Há uns anos quando Kiarostami nos mostrou o público de Shirin, ficámos com uma visão diferente daquilo que era cinema e espectador, do que era a catarse e o sentimento expresso na face daquele que se isola acompanhado na sala de projecção. André Gil da Mata consegue ir mais longe, indo até à sala de projecção mostrando-nos Sena e o seu quotidiano de projecionista jugoslava, com o amor pelo cinema e pela memória colectiva da arte cinematográfica com o pretexto e metáfora de Eva Ras.

saber mais