“Baan (Casa)”, a primeira longa-metragem de ficção de Leonor Teles, está em exibição a partir de hoje (08 fev) na Casa do Cinema de Coimbra, depois de passar pelos Festivais de Locarno e Sarajevo, pelos Caminhos do Cinema Português, onde foi premiado pela Melhor Fotografia, e pelo Reykjavik International Film Festival, onde lhe foi atribuído o The Golden Puffin.
“Baan (Casa)”, a primeira longa-metragem de ficção de Leonor Teles, está em exibição a partir de hoje (08 fev) na Casa do Cinema de Coimbra, depois de passar pelos Festivais de Locarno e Sarajevo, pelos Caminhos do Cinema Português, onde foi premiado pela Melhor Fotografia, e pelo Reykjavik International Film Festival, onde lhe foi atribuído o The Golden Puffin.
No próximo sábado, 10 fevereiro, pelas 21:45, a realizadora estará presente na Casa do Cinema de Coimbra, acompanhada pela atriz e protagonista Carolina Miragaia, para apresentar a sessão e conversar com o público, com a moderação de José António Bandeirinha (arquiteto).
Em “Baan”, passado, presente – e talvez futuro – entrelaçam-se num carrossel que acelera uma juventude em tumulto. A vida adulta, relacionamentos traumáticos e a carreira tornam-se avassaladores, numa história que começa quando L conhece K.
Segundo Leonor Teles, “BAAN surge de um impulso em perceber como a partilha com uma pessoa nos pode cicatrizar brutalmente aos 20 anos. E surge também do ponto-zero: como recomeçamos a partir daí, como nos comportamos quando conhecemos alguém novo, como sabemos se devemos confiar outra vez? BAAN pretende explorar precisamente isso: sentimentos com os quais não conseguimos lidar; períodos da nossa vida que nos marcam e afectam para o que resta dela (ou, ingenuamente, assim o julgamos), e o que acontece depois disso, porque no final do dia todos nós já sobrevivemos ao fim.”
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