A Direccao de Arte

Plano

Módulo A (2:30) – O que é o departamento artistíco, suas especificidades, terminologias e o seu enquadramento na produção de um projeto cinematográfico.

Módulo B (2:30 a 3:00) – Abordagem e desenvolvimento sobre a análise e estudo de um guião/argumento e sinopse. Discução e trabalho do mesmo com o Realizador e diretor de Fotografia e demais departamentos. Elaboração e desenvolvimento dos conceitos cenográficos gerais e específicos e estudos orçamentais assim como a elaboração dos mesmos.

Módulo C (2:30 a 3:00) – Projeção de imagens (filme ou fotografia) de um projeto por mim executado como Dir.Artistíco, com explicação passo a passo dos métodos, processos que foram utilizados assim como contratempos e peripécias que são elementos indissociáveis de qualquer projeto cinematográfico

 

 

 

 

 

 

 

 

Info

Data
10 de Março 2013

Duração
8 horas

Horário
10:00 – 19:00

João Torres

Desenvolveu actividade artística nos domínios das artes plásticas, teatro, performance, poesia visual, fotografia e cinema. Dedica a sua actividade profissional à área da Direcção de Arte em Cinema. Nesse âmbito trabalhou com empresas de produção de filmes, tele-filmes e filmes publicitários de vários países (Portugal, França, Alemanha, Espanha, Inglaterra e Estados Unidos da América). Trabalhou com realizadores como Raoul Ruiz, Riccardo Freda, Bertrand Tavernier, Jean Louis Bertoucelli, Jean Claude Missien, Serge Moari, Denys Granier-Deferre, Michaela Watteaux, Serge Korber, Paolo Marinou Blanco, Joaquim Leitão, Ranier Eurler, Billy August, António Pedro Vasconcelos, Patrick Timsit, Imanol Arias, Tom Carirns, Tom Donnely, Alain Tanner, entre muitos outros. Esporadicamente colaborou na Direcção Cénica de espectáculos cénico-musicais. Foi convidado para concretizar o projecto Po.N.T.I. – Porto. Natal. Teatro. Internacional, como Director Executivo responsável pela área de Produção e Controlo Operacional, (ed. 1997/1999/2001), vindo a assumir o cargo de Subdirector do Teatro Nacional S. João, de 2000 a 2002. Colabora ainda com diversos colectivos de produção artística no desenvolvimento de projectos e conceitos de produção. Licenciou-se em Engenharia Civil na Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra. Colaborou esporadicamente em jornais e revistas sobre temas da actualidade, nomeadamente moda e cinema.

 

Local
Estúdios UCV
Casa das Caldeiras
Rua Padre António Vieira
3000-315 Coimbra, Portugal

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Imagem II — Iluminação

Plano

Na construção de um filme a luz é um dos elementos muito importantes na criação da atmosfera e na definição do carater visual das cenas. Beneficia da colaboração muito próxima entre o diretor de fotografia, o decorador, o guarda-roupa e a caraterização. Pressupõe ainda o diálogo constante com o realizador antes e durante as filmagens.

A. ASPECTO TÉCNICO DA IMAGEM
. o acto de filmar: o quê, como, e porquê
. a equipe
. equipamentos técnicos
. a câmara de filmar
. o movimento em cinema
. as objectivas
. a escala dos planos.
. a luz e enquadramento.
. a luz e os espaço
. as fontes de luz
. a noite em cinema

B. ASPECTO CRIATIVO da IMAGEM

. a técnica como meio e não como fim.
. exemplificações e exercícios práticos num espaço/estúdio.

 

 

 

 

Info

Data
2 e 3 de Março de 2013

Duração
16 horas

Horário
9:00 – 18:00

Acácio de Almeida

Começou a sua carreira como diretor de fotografia em 1970 com o filme «O Cerco» realizado por António da Cunha Telles. Assinou a fotografia de mais de uma centena de filmes de realizadores como Solveig Nordlund, Margarida Gil, Rita Azevedo Gomes, Teresa Vilaverde, Valéria Sarmiento, António Reis e Margarida Cordeiro, João César Monteiro, Jorge Silva Melo, Manoel de Oliveira, José Fonseca e Costa, Alberto Seixas Santos, Paulo Rocha, João Botelho, Alain Tanner, Benoît Jacquot, Raul Ruiz, José Alvaro Morais, Jean-Daniel Pollet, etc… Dirige sporadicamente masterclasses, seminários e workshops sobre a fotografia no cinema em Portugal e Espanha. Também criou a iluminação de espetáculos de teatro, nomeadamente com Solveig Nordlund.

Local
Estúdios UCV
Casa das Caldeiras
Rua Padre António Vieira
3000-315 Coimbra, Portugal

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Argumento II — Escrita de Guião

Plano

Com base nos argumentos criados pelos alunos durante o módulo de Argumento I, esta segunda fase irá concentrar-se no fundamental processo de reescrita. Tal será conseguido através da leitura dos textos, feedback do formador e restantes formandos e do acompanhamento do trabalho no local. Argumento II é um módulo prático que pretende finalizar e materializar todos os conhecimentos teóricos adquiridos pelos alunos, garantindo que cada um seja autor do argumento de uma curta metragem.

Todos os alunos deverão apresentar uma primeira versão do seu guião para uma curta-metragem. (ver Argumento I). Durante estes dois dias, e através de trabalho prático intenso, deverão reescrever e reestruturar o que for necessário para, no final, cada um ter o seu próprio argumento finalizado e pronto para filmar. Tal será conseguido através de:

– Leitura dos guiões nas aulas
-Feedback do formador e dos restantes formandos
– Análise dos guiões
– Reescrita

 

 

 

 

Info

Data
15 e 16 de Dezembro 2012

Duração
16 horas

Horário
9:00 – 18:00

Tiago R. Santos

Escreveu o argumento de filmes como ‘Atrás das Nuvens ‘ (co-autor), ‘Call Girl’ e ‘A Bela e o Paparazzo’ e assinou e coordenou episódios de séries como ‘P.I.C.A.’, ‘Conta-me como Foi’ e ‘Liberdade 21’. É, actualmente, presidente da Associação de Argumentistas e Dramaturgos e crítico de cinema no suplemento Tentações da Revista Sábado. Em 2013, o seu argumento para longa metragem ‘Os Gatos Não Têm Vertigens’ será produzido pela MGN Filmes e publicará o seu primeiro livro de contos.

Local
Departamento de Engenharia Informática
Pólo II – Pinhal de Marrocos
3030-290 Coimbra

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História do Cinema

Plano

Nesta sessão serão abordados alguns dos principais movimentos europeu do cinema do século XX, desde o chamado “cinema dos primeiros tempos” ao cinema das “novas vagas” dos anos 60, dando-se particular atenção à afirmação do cinema como arte, nomeadamente por oposição ao “cinema comercial”, e às diferentes concepções teoricas e estéticas que lhe serviram de suporte.

1. Cinema dos Primeiros Tempos
2. O Expressionismo Alemão
3. As Vanguardas Históricas
4. O Cinema de Montagem Soviético
5. O Neo-Realismo Italiano
6. O Cinema Moderno
7. As Novas Vagas

 

 

 

 

Info

Data
24 Novembro 2012

Duração
8 horas

Horário
9:00 – 18:00

Paulo Granja

Paulo Granja é mestre e doutorando na Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra (FLUC), onde lecionou diversas disciplinas no âmbito do curso de Estudos Artísticos. É também investigador do Centro de Estudos Interdisciplinares do Século XX da Universidade de Coimbra (CEIS20-UC), onde integra o grupo de investigação Correntes Artísticas e Movimentos Intelectuais e onde tem trabalhado sobre a crítica de cinema em Portugal e sobre a construção da legitimação estética e institucional do Novo Cinema Português, director e sócio fundador da AIM – Associação de Investigadores da Imagem em Movimento e membro do Conference Comittee da Network for European Cinema and Media Studies.

Local
Mini-Auditório Salgado Zenha

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Encerramento

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Na noite do dia 17 de novembro, o Teatro Académico de Gil Vicente vestiu-se de gala para receber a Cerimonia de Encerramento da XVIII Edição do Festival Caminhos de Cinema Português, onde se consagraram os melhores dos melhores do Cinema Nacional.

Após uma semana de exibição do “melhor que se fez no cinema nacional” e após terem reunido aquela que foi a melhor selecção de filmes a competição dos últimos anos, a organização viu desfilar na passadeira vermelha grandes nomes do cinema Português, e viu ainda ser reconhecida em mais que uma ocasião a importância deste festival.

O cinema nacional rumou a Coimbra e durante mais de uma semana a “Cidade dos Estudantes” foi pela 18ª vez a “Capital do Cinema Português”, pela mão duma organização de e júri que fez um trabalho muito sério, que não esteve a brincar aos filmes.

Raquel Freire, realizadora e representante do júri durante a cerimónia, agradeceu ao “Festival por mostrar o cinema a todos”; realçou a importância de iniciativas como esta, assim como a constante vontade que quem realmente ama o cinema nacional tem em continuar a criar, ao afirmar que é “especialmente em momentos como os de hoje, em que nos é cortado quase tudo, que a nossa expressão enquanto povo, a nossa identidade está naquilo que somos capazes de produzir quer seja em longas ou curtas-metragens, quer seja em documentário oi em animação, essa é a forma de mostrarmos que estamos aqui, que continuamos a produzir e a construir”.

 

“Festivais como os Caminhos do Cinema Português são cada vez mais importantes na divulgação do cinema que se faz cá, numa altura em que o caminho do cinema português de afigura cada vez mais difícil”, foram algumas palavras de reconhecimento deixadas, em forma de sms, por João Nuno Pinto (Prémio Revelação) e que se juntaram às de Ângelo Torres (Prémio Melhor Ator Secundário) que dedicou o seu prémio a “todos aqueles que em Portugal por teimosia e carolice continuam a fazer cinema”.

Apos uma semana de bom cinema português e horas de exibição do melhor que se faz em Portugal, foram entregues 24 prémios (23 conhecidos já desde a véspera da cerimonia) e o último atribuído pelo público ao documentário “José e Pilar”, revelado no final da Cerimónia.

A XVIII Edição do Festival do Caminhos do Cinema Português despediu-se em noite de consagração, não só do cinema nacional, mas também da qualidade e seriedade que 18 anos de Festival comprovam! Continuem a ver bom cinema Português! Até para o ano!

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Discurso Encerramento

Falar de Cinema Português não é fácil e é ainda mais difícil quando nos colocamos num papel central de promoção e divulgação. É inegável que, ao longo dos últimos anos, temos assistido à sua lenta mas gradual popularização estando esta, no entanto, longe de se equiparar ao reconhecimento que as congéneres cinematografias europeias registam.

Cremos que os Caminhos do Cinema Português têm tido um papel central na região, e no país, contribuindo para a divulgação do cinema português mas acima de tudo contribuindo para a criação de um espaço de reflexão, debate e crítica que permita aos diversos intervenientes e ao público uma interacção aprofundada.

Somos o festival que congrega, em cada edição, o conjunto de todos os géneros cinematográficos desde a longa-metragem à animação, permitindo através das diferentes secções um acesso de todos os criadores, sejam os mesmos consagrados ou em início de carreira. Este é um elemento essencial que confere identidade ao evento e projecto, e o distingue dos festivais existentes no contexto nacional. Acresce a isso a sua forte componente formativa, seja com as crianças, sejam com os adultos, paradoxalmente esta, no seio de uma Universidade que pouco espaço comporta ao ensino prático das artes, em geral, e do cinema, em particular.

O cinema português está vivo em Coimbra, mas todo o papel e acção desempenhados pelo festival têm sido toldados pela fraca expressão do empenho e apoio por parte das diferentes entidades sejam as mesmas regionais ou nacionais com responsabilidade na promoção da cultura, do cinema, da cidade e da região.
Ousamos e queremos discutir as políticas culturais existentes, e exigimos que se coloquem os empenhos em perspectiva daquilo que eles representam como proveitos para a cidade, região e país. Não podemos continuar a assistir à selecção arbitrária do empenho onde, para alguns, só resta a boa vontade.

No entanto a única coisa que podemos, é garantir que os Caminhos do Cinema Português, ano após ano, trarão a Coimbra o Melhor do Cinema Nacional.
Hoje fechamos a XVIII edição dos Caminhos, na expectativa de a vós público, mas também, a voz criadores, ter proporcionado a melhor experiência possível.

Por agora vejamos os vencedores e até à XIX edição!

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Cerimónia Encerramento

 

Vai decorrer , hoje, a Cerimónia de Encerramento da XVIII Edição dos Caminhos do Cinema Português,  às 22h, no TAGV, em Coimbra.

Após oito dias de exibição de filmes, foram revelados os grandes vencedores dos 25 prémios  da XVIII do Festival. O prémio do público, Chama Amarela, será revelado na gala. Esta, vai contar com a presença de vencedores como Rita Blanco, prémio de melhor actriz, Fernando Luís, prémio de melhor actor, e Realizadores como Vicente Alves do Ó, de “Quinze Pontos na Alma” , Miguel Gonçalves Mendes, de “José e Pilar” e João Canijo de “Sangue do meu sangue”.

 

O filme “O Barão” e “Sangue do meu Sangue” destacam-se graças ao grande número de prémios que vão receber. Ambos arrecadam quatro prémios entre os quais o Grande Prémio do Festival e Melhor Realizador, para “Sangue do meu sangue”, e Melhor Argumento Adaptado e Melhor Montagem, para “O Barão”. Entre os mais premiados encontra-se também “José e Pilar” com uma Menção Honrosa e Melhor Documentário, e “Quinze Pontos na Alma” com o Prémio Revista C, a Melhor Direcção Artística e o Melhor Guarda-Roupa.

Nos Ensaios Visuais coube a Nelson Castro e Wilson Pereira receber o Prémio para Melhor Filme, com “Alegoria dos sentidos”, e a André Guiomar a Menção Honrosa com o filme “Piton”.

O Prémio D. Quijote, foi entregue a Marta Monteiro, com o filme “Independência de Espírito”, e vai levar a respectiva realizadora ao Festival Internacional de Cinema, da Federação Internacional de Cineclubes. Já a Melhor Longa Metragem foi para “Viagem a Portugal” e a Melhor Curta-Metragem a “O voo da papoila”. Destaque também para o Prémio Revelação entregue a João Nuno Pinto de “América” e para o prémio de melhor animação “Mulher Sombra”, de Joana Imaginário.

O filme “Estrada de Palha” ganhou o Prémio de Melhor Música Original e coube ao filme “Cisne” a congratulação para Melhor Som. Rita Blanco leva para casa o Prémio de Melhor actriz, por “Sangue do meu sangue”, e Fernando Luís de Melhor Actor, por “América”.

 

 

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Premiados

Uma semana de bom cinema português, horas de exibição, trazem até você o melhor do Cinema. E eis que os diferentes júris decidiram os melhores filmes da XVIII edição dos Caminhos do Cinema Português. Fica por apurar ainda o Prémio do Público, que será o último a dar o seu veredicto.

E eles são:

 

– PRÉMIO DO PÚBLICO  –

 Melhor Filme

Miguel Gonçalves Mendes | ”José e Pilar”


– PRÉMIOS JÚRI OFICIAL  –

Grande Prémio do Festival

João Canijo | ”Sangue do meu Sangue”

 

Melhor Longa-Metragem

Sérgio Tréfaut | ”Viagem a Portugal”

 

Melhor Curta-Metragem

Nuno Portugal | “O voo da papoila”

 

Melhor Animação

Joana Imaginário | “Mulher Sombra”

 

Melhor Documentário

Miguel Gonçalves Mendes | “José e Pilar”

 

Prémio Revelação

João Nuno Pinto | “América”

 

Prémio Melhor Actor

Fernando Luís | “América”

 

Prémio Melhor Actor Secundário

Ângelo Torres | “Estrada de Palha”

 

Melhor Actriz

Rita Blanco | “Sangue do meu Sangue”

 

Melhor Actriz Secundária

Isabel Ruth | “Viagem a Portugal”

 

Melhor Realizador

João Canijo | “Sangue do Meu Sangue”

 

Melhor Direcção Artística

João Nunes e  Pedro Soares | “Quinze Pontos na Alma”

 

Melhor Argumento Original

João Canijo | “Sangue do meu Sangue”

 

Melhor Argumento Adaptado

Luísa Costa Gomes e Edgar Pêra | “O Barão”

 

Melhor Fotografia

Luís Branquinho | “O Barão”

 

Melhor Guarda-Roupa

Paulo Gomes |“Quinze Pontos na Alma”

 

Melhor Caracterização

Jorge Bragada |  “O Barão”

 

Melhor Montagem

Tiago Antunes | “O Barão”

 

Melhor Som

Vasco Pimentel, Tiago Matos, Joel Rangon | “Cisne”

 

Melhor Música Original

The Lengendary Tigerman & Rita Redshoes | “Estrada de Palha”

 

– PRÉMIOS JÚRI  ENSAIOS VISUAIS  –
MELHOR FILME – “Alegoria dos Sentidos” de Nelson de Castro e Wilson Pereira | Universidade Lusófona

MENÇÃO HONROSA –

André Guiomar | “Piton” | Universidade Católica Portuguesa – Porto

 

– PRÉMIO JÚRI FICC| IFSS –
PRÉMIO D. QUIJOTE

Marta Monteiro  | “Independência de Espírito”

MENÇÃO HONROSA

Miguel Gonçalves Mendes |  “José e Pilar”

– PRÉMIO REVISTA C –

Vicente Alves do Ó | “Quinze Pontos na Alma”

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