O curso Cinemalogia está quase a chegar ao fim. São quatro módulos inteiramente dedicados à pós-produção cinematográfica com a colaboração de Rodrigo Lacerda, em Imagem III, Nelson Zagalo, em Design de Títulos , Pedro Janela, Som II: Sonoplastia e Composição Musical e Branko Neskov, na Pós-Produção de Som.
Segue-se Jorge Pelicano partilhando connosco a sua experiência sobre o Cinema Documental, findando-se a formação com duas etapas importantíssimas da vida de uma obra cinematográfica; a sua promoção e comercialização, por Marta Fernandes, e a sua Projecção na sala de Cinema, com João Silva.
Inscrições ainda disponíveis. Notícias
O curso Cinemalogia está quase a chegar ao fim. São quatro módulos inteiramente dedicados à pós-produção cinematográfica com a colaboração de Rodrigo Lacerda, em Imagem III, Nelson Zagalo, em Design de Títulos , Pedro Janela, Som II: Sonoplastia e Composição Musical e Branko Neskov, na Pós-Produção de Som.
Segue-se Jorge Pelicano partilhando connosco a sua experiência sobre o Cinema Documental, findando-se a formação com duas etapas importantíssimas da vida de uma obra cinematográfica; a sua promoção e comercialização, por Marta Fernandes, e a sua Projecção na sala de Cinema, com João Silva.
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Estão oficialmente abertas as candidaturas para o ‘1º Casting Caminhos’. Entre 11 e 31 de Março, o ‘Festival Caminhos do Cinema Português’ irá receber candidaturas para encontrar aquelas que serão as próximas caras responsáveis pela apresentação de todo o cinema português, em Coimbra, no ilustre palco do Teatro Académico Gil Vicente.
Sem necessidade de qualquer experiência profissional na área, encorajamos a candidatura de todos aqueles que considerem ter a atitude, o carisma e o magnetismo essenciais para ter presença em palco e para o contacto profissional com o público, realizadores, actores e toda a equipa ‘Caminhos’.
Após a recepção das candidaturas, os finalistas serão entrevistados e assim admitidos à segunda fase da selecção, onde submetidos a uma prova ao apresentar um Ciclo de Cinema organizado pelo Centro de Estudo Cinematográficos, chamado ‘Temores’ (ciclo de terror internacional). O público irá avaliar a prestação dos candidatos.
Após o preenchimento da inscrição, serão seleccionados os contactos para a fase da entrevista e aformaladas a posteriori informações específicas sobre todo o processo de selecção.
Inscrições aqui.
O Cinemalogia – Da Ideia ao Filme continua com a formação que lhe permite conhecer todo o processo de criação de uma obra cinematográfica. No seguimento do curso propomos aos nossos formandos conhecer o processo de rodagem e pós-produçãona área cinematográfica. No próximo fim de semana 23 e 24 de Fevereiro, Tony Costa, profissional de cinema desde 1987 onde tem actuado como Director de Fotografia e docente na Universidade Lusófona como regente na cadeira de Imagem Cinematográfica leccionará, o módulo de “Imagem I – Cinematografia” com ênfase na geração da fotografia de cinema e da luz e da importância da camara como elemento da narrativa cinematográfica. Serão ainda abordados elementos tecnológicos das novas câmaras digitais HDSLR e a importância da iluminação na formação dos planos.
Na semana seguinte, nos dias 2 e 3 de Março, será a vez de Acácio de Almeida com o módulo de “Imagem II – Iluminação”. Acácio de Almeida é diretor de fotografia desde 1970 cujo trabalho se estende até aos dias actuais. Trabalhou em mais de uma centena de longas metragens realizadas por nomes como António da Cunha Telles, Solveig Nordlund, João César Monteiro ou Manoel de Oliveira.
Também em Março, no dia 9 , Tiago Fernandes pós-graduado em cinema pela Universidade da Beira Interior e diretor de som, perchista e sonoplasta de várias curtas-metragens presentes nos mais relevantes festivais de cinema nacional e em produções para a RTP, ZON, ICA, IPCB, ensiraná toda a base teórica sobre o Som aplicado ao cinema no módulo de “Som I – Teoria do Som”.
O curso terá sequência até ao dia 28 de Março de 2012 concluindo-se a etapa de rodagem com os módulos de Direcção de Arte com João Torres, Direcção de Atores com Manuel Pureza, Pré-Produção II com Maria João Mayer e Realização com Artur Serra Araújo. As diferentes etapas de pós-produção decorrerão de 6 de abril até 2 de junho com os módulos de Montagem por João Braz, Edição de Som e Imagem com Tiago Antunes, Imagem III – Pós-Produção por Rodrigo Lacerda, Design de Títulos por Nelson Zagalo, Som II: Sonoplastia e Composição Musical com Pedro Janela, Som III – Pós-Produção com Branko Neskov, Cinema Documental com Jorge Pelicano, Promoção e Comercialização com Marta Fernandes e finalmente Projecção Cinematográfica com João Silva.
Uma oportunidade única de conhecer o processo cinematográfico na integra com os maiores especialistas do Cinema Português!
O Cinemalogia – Da Ideia ao Filme volta em Fevereiro com a formação que lhe permite conhecer todo o processo de criação de uma obra cinematográfica está de volta. No retomar do curso propomos aos nossos formandos conhecer o processo de rodagem e pós-produção na área cinematográfica. Nos dias 16 e 17 de Fevereiro Maria João Mayer, fundadora e gestora da produtora Filmes do Tejo, com uma vasta experiência na produção de cinema, de entre longas metragens, curtas a documentários, será a formadora dos módulos de Pré-Produção. desde o processo de formação das equipas, processos de reperage, decoupage, autorizações, material a adoptar, logística até à gestão das sensibilidade de toda a equipa teremos a oportunidade de aprender com a vasta experiência da produtora de filmes como Cerro Negro, Rafa, Singularidades de uma Rapariga Loura ou Goodnight Irene.
Tony Costa, docente na Universidade Lusófona como regente na cadeira de Imagem Cinematográfica e profissional de cinema desde 1987, tem actuado ao longo sua carreira como Director de Fotografia. Nos dias 23 e 24 de Fevereiro irá leccionar o módulo de Imagem I com ênfase na geração da fotografia de cinema e da luz e da importância da camara como elemento da narrativa cinematográfica. Serão ainda abordados elementos tecnológicos das novas câmaras digitais HDSLR e a importância da iluminação na formação dos planos.
O curso terá sequência até ao dia 28 de Março de 2012 concluindo-se a etapa de rodagem com os módulos de Imagem II – Iluminação com Acácio de Almeida, Som I – Teoria do Som com Tiago Fernandes, Direcção de Arte com João Torres, Direcção de Atores com Manuel Pureza, Pré-Produção II com Maria João Mayer e Realização com Artur Serra Araújo. As diferentes etapas de pós-produção decorrerão de 6 de abril até 2 de junho com os módulos de Montagem por João Braz, Edição de Som e Imagem com Tiago Antunes, Imagem III – Pós-Produção por Rodrigo Lacerda, Design de Títulos por Nelson Zagalo, Som II: Sonoplastia e Composição Musical com Pedro Janela, Som III – Pós-Produção com Branko Neskov, Cinema Documental com Jorge Pelicano, Promoção e Comercialização com Marta Fernandes e finalmente Projecção Cinematográfica com João Silva.
Uma oportunidade única de conhecer o processo cinematográfico na integra com os maiores especialistas do Cinema Português!

Da ideia ao filme, damos a conhecer todo o processo de criação de uma obra cinematográfica. Antes de o ano findar, continuamos com as próximas formações que encabeçam o plano de estudos do ‘Cinemalogia II’.
No dia 8 de Dezembro, Alexandre Cebrian Valente, Criativo, Argumentista, Realizador e Produtor, instruirá no seu módulo ‘Equipas e Encargos Técnicos’ sobre as equipas de produção, de realização, de imagem e som, até aos diferentes técnicos que trabalham desde a preparação ou Pré-Produção à Pós-produção. Neste módulo serão apresentadas as diversas actividades técnicas e criativas e os diferentes profissionais que as desenvolvem ao longo da feitura de um filme.
No dia 9 de Dezembro, António Costa Valente, docente no Departamento de Comunicação e Arte da Universidade de Aveiro, tem o seu doutoramento em animação, longa-metragem e novas tecnologias. No seu módulo abordará variados temas, tais como: Do projecto ao orçamento; Do orçamento ao financiamento; Produzir ou co-produzir; Um dilema: tudo legal ou tudo ilegal?; As autorizações e vistos; A legislação de produção e de co-produção; Os direitos de autor, conexos e outros; Para a exibição de um filme – percursos e trâmites legais.
Nos dias 15 e 16 de Dezembro, Tiago R. Santos, autor de argumento de filmes como ‘Atrás das Nuvens ‘ (co-autor), ‘Call Girl’ e ‘A Bela e o Paparazzo’ , leccionará a segunda parte do módulo de Argumento. Com base nos argumentos criados pelos alunos durante o módulo de Argumento I, esta segunda fase irá concentrar-se no fundamental processo de reescrita. Tal será conseguido através da leitura dos textos, feedback do formador e restantes formandos e do acompanhamento do trabalho no local. Argumento II é um módulo prático que pretende finalizar e materializar todos os conhecimentos teóricos adquiridos pelos alunos, garantindo que cada um seja autor do argumento de uma curta-metragem.
Começa já no próximo fim de semana o curso de formação que, da ideia ao filme dá a conhecer todo o processo de criação de uma obra cinematográfica.No dia 24 de Novembro Paulo Granja, mestre e doutorando na Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, abordará alguns dos principais movimentos europeus do cinema do século XX, desde o chamado “cinema dos primeiros tempos” ao cinema das “novas vagas” dos anos 60, dando particular atenção à afirmação do cinema como arte, nomeadamente por oposição ao “cinema comercial”, e às diferentes concepções teoricas e estéticas que lhe serviram de suporte.
Ainda no mesmo fim de semana, no dia 25 de Novembro Paulo Cunha, doutorando em Estudos Contemporâneos na Universidade de Coimbra e investigador no Centro de Estudos Interdisciplinares do Séc. XX da mesma universidade, lecionará o módulo de Linguagem Cinematográfica. O objectivo desta sessão será dar a conhecer os elementos básicos da linguagem cinematográfica e conhecer alguns dos detalhes técnicos que a ajudam á expressão artística na sua plenitude.
Por último, no fim de semana 1 e 2 de Dezembro, Tiago R. Santos, autor de argumento de filmes como ‘Atrás das Nuvens ‘ (co-autor), ‘Call Girl’ e ‘A Bela e o Paparazzo’ , lecionará a primeira parte do módulo de Argumento. Módulo que oferece aos formandos as ferramentas necessárias à escrita de um guião para curta-metragem, seja através da análise de filmes, de exercícios práticos ou de exposições teóricas e tem ainda como objectivo criar competências na criação de personagens, escrita de diálogos e estrutura dramática, possibilitando que todos os formandos consigam, no termo do módulo, ter uma sinopse alargada da sua própria história que lhes permita evoluir para o processo de escrita do argumento.
– PRÉMIOS JÚRI OFICIAL
– Grande Prémio do Festival
A Nossa Forma de Vida de Pedro Filipe Marques
– Melhor Longa-Metragem
Florbela de Vicente Alves do Ó
– Melhor Curta-Metragem
Cerro Negro de João Salaviza
– Melhor Animação
Fado do Homem Crescido de Pedro Brito
– Melhor Documentário
Complexo de Mário Patrocínio
– Prémio Revelação
Outro Homem Qualquer de Luís Soares
– Prémio Melhor Actor
Cristóvão Campos em Nylon da Minha Aldeia
– Prémio Melhor Actor Secundário
Dinarte Branco em A Moral Conjugal
– Prémio Melhor Actriz
Dalila Carmo em Florbela
– Melhor Actriz Secundária
Margarida Carpinteiro em Assim, Assim
– Melhor Realizador
Pedro Filipe Marques em A Nossa Forma de Vida
– Melhor Direcção Artística
Pedro Sá em A Vingança de Uma Mulher
– Melhor Fotografia
Acácio Almeida em A Vingança de Uma Mulher
– Melhor Guarda-Roupa
Produções TCC em A Vingança de Uma Mulher
– Melhor Caracterização
Abigail Machado em Florbela
– Melhor Montagem
Raphel Lefévre em A última Vez Que Vi Macau
– Melhor Som
Jaime Barros/ Elsa Ferreira em Florbela
– Melhor Banda Sonora Original
André Joaquim em Assim, Assim
– PRÉMIOS JÚRI ENSAIOS VISUAIS –
– Melhor filme
Do Mundo de Manuel Guerra da Escola Superior de Teatro e Cinema
– PRÉMIO JÚRI FICC| IFSS –
– Prémio Dom Quijote
A Nossa Forma de Vida de Pedro Filipe Marques
– Menção Honrosa
Complexo – Universo Paralelo de Mário Patrocínio
– PRÉMIO REVISTA C –
Sem Querer de João Fazenda
– PRÉMIO DO PÚBLICO – CHAMA AMARELA –
Aristides de Sousa Mendes de Francisco Manso e João Correa

A história do Centro de Estudos Cinematográficos da Associação Académica de Coimbra (CEC/AAC) já conta com algumas décadas e muitas exibições de tudo o que a sétima arte tem a oferecer.
Num mês em que se destaca o cinema português na cidade de Coimbra, com mais uma edição do festival Caminhos do Cinema Português, está a decorrer no seguimento deste evento – e em parceria com o Museu Académico de Coimbra – uma exposição de cartazes cinematográficos. Cartazes estes correspondentes às décadas de 70, 80 e 90 do séc. XX , de filmes portugueses, que merecem tal destaque graças tanto aos seus realizadores – que marcaram toda uma geração do cinema em Portugal -, como por todo um contexto – uma vez que alguns deles foram controversos e emblemáticos num Portugal acabado de sair do Estado Novo, sob a égide de uma forte necessidade de exprimir anos de repressão!
Tais reproduções, também são pautadas pela sua inovação e genialidade de obras intemporais, que mereceram grande aclamação da crítica e do público e que por isso ainda hoje merecem a nossa atenção. Faz ainda parte desta exposição, cartazes das dezanove edições dos Caminhos do Cinema Português, uma vez que é o único festival dedicado ao cinema português em Portugal e de grande relevo na história do CEC.
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p style=”text-align: justify;”>A visitar entre até ao início do mês de Dezembro, no Museu Académico de Coimbra, entre as 10h e as 12h30 e as 14h30 e as 18h.
Curated by Sean Walsh | Centro de Artes Visuais, Coimbra | 14/23 November 2012

‘…watching the river flow…’ is an exhibition of work by a number of Irish artists working in photography and video.
Curated by Sean Walsh, Director of Ballina Arts Centre, the exhibition captures the essence of Ireland in the 21st century. The economic collapse which followed the boom years of the Celtic Tiger, has had profound social and cultural efects on a country which was just coming to terms with its newfound prosperity.Ireland has always been a country whose artists have played a major part in writing and recording the history of the country. During the last century, much of that history comprised poverty, repression and hardship. By the turn of the millennium, the country had caught up with much of the developed world, and was experiencing unprecedented prosperity. With the collapse of the construction industry and the property boom, the country’s economic robustness wilted, leaving astronomical debts which the country will be repaying generations to come. However, amidst all this, life goes on.

And once again, Ireland’s artists are there to chronicle the ‘river’ of life. They observe from their ‘outsider’ perspectives. This exhibition features some of Ireland’s most exciting, young artists. Working in photography and video, they are perhaps best equipped of all to capture the true essence of the changing Ireland. Through their work, we see people, places, landscapes, buildings, objects… some with an abstract ‘edge’, others face-on. The common thread running through all of the work, however, is that it is real. And it is now. ‘…watching the river flow…’ features work by: Niall Kerrigan (photography); Aideen Barry (video); Alan James Burns (video); Ian Wieczorek (video); Amanda Rice (video); Paul Hallahan (video); and Ruby Wallis (photography).
Artists
Niall Kerrigan – Derelict
Niall Kerrigan is an award winning graphic designer originally from Dublin, now based in Killala, County Mayo. Since moving to Mayo, he has documented the area he lives and works in through the medium of photography which includes his first major body of work; Derelict: Silent & Still an exhibition inspired by the architecture of abandonment. During urban renewal, many houses are left derelict, shored-up by timbers, waiting for the land-price to be right. These half-houses, bisected through internal walls, are the decay left behind as human’s move on. They have been stripped of all but the barest evidence that they were once inhabited by humans: a broken plate, a discarded shoe, they exude a sense of abandonment and loss. They have been left as – quite literally, a waste of space. I found each of them rotting in silence and endeavoured to give them a voice using only framing and natural light.Aideen Barry – Possession
Aideen Barry’s animated film Possession satirises our tendency to live beyond our means in pursuit of happiness. Aideen Barry (born 1979) is a visual artist based in Ireland. Barry was born in Cork and is known for her performative actions, film, sculpture, drawing, and installation work. Her work has been shown nationally and internationally in a number of Museums, Publicly funded centres of Contemporary Art, Private Galleries, and Art Fairs across the world. Barry is the western regional representative for Visual Artists Ireland and has acted as an advocate for numerous boards and charitable organisations since 2002. Aideen Barry has lectured in Galway-Mayo Institute of Technology BA FA programme from 2008–2010 and is currently assistant Lecturer in Limerick School of Art: Sculpture and Combined Media (Limerick Institute of Technology). She lives and works in the west of Ireland. Barry has exhibited widely in Ireland and around the world.
Alan James Burns – untitled
Alan James Burns is a video, installation, performance artist based in Dublin. He received a BA in Fine Art, from Dublin Institute of Technology, 2008. Solo exhibitions include Till the Cows Come Home, Cavan County Museum, 2011 and To Walk in a State of Finality than in one of Impermance, Exchange Gallery, 2010. Forthcoming exhibitions include Claremorris Open, Claremorris, Co Mayo and Gracelands, Co. Leitrim, 2011.
Ian Wieczorek- Business as Usual
Ian Wieczorek’s art practice is based primarily in painting and drawing, and more recently curation. Since 2003 has exhibited widely in group/selected shows in Ireland (including Undertow (curated by Alice Maher and Aideen Barry) 2011/12; CCA:RDS Collective Contemporary Art 2010 (curated by Helen Carey); COE/Claremorris Open Exhibition 2009; and IONTAS 2005), N. Ireland, Germany (Kornhäuschen, Ascha#enburg, and turn-berlin gallery, Berlin) and China (411 Galleries, Hangzhou, China Central Academy of Fine Art Gallery, Beijing and Eastlink Gallery, Shanghai). Business As Usual is a short video exploring notions of persistence and transience, filmed in a derelict seaside hotel in West Kerry. The piece presents four internal views of the hotel, seemingly static yet reflecting the changing atmospherics overseeing the gradual demise of the wrecked structure, a building that, even through the wind, dripping water and invading birds of its current existence, still echoes with the resonances of its heyday.
Amanda Rice – fire sequence
Amanda Rice is a visual artist working in a variety of media. I alternate between print based media, installation and lens based experimentations as a means of articulating my ideas regarding the search for idealism within ambiguous or banal environments. My work touches upon issues such as urbanization and progression, although my work can be seen as political it’s quite often playful or humorous. My current work takes the view point of that of the migrant, the idea of travel and flux as a means to build ones’ own ideal or shape ones’ identity. Time spent in transit has led me to consider the social stagnation which can develop when faced within consistent and repeating environments.
Paul Hallahan – holy the supernatural extra brilliant intelligent kindness of the soul
“Holy the supernatural extra brilliant intelligent kindness of the soul is a video work” by Paul Hallahn, an Irish artist based in Kildare. His work is largely based in the medium of video and involves looking at the relationship between man and his surroundings. Between 2009 and 2012 he founded and ran Soma Contemporary art space in Waterford city.<
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Ruby Wallis – Other Madonnas
Ruby Wallis is a practice-based PhD researcher with National College of Art & Design, Dublin (NCAD) and GradCAM. She completed her M.A. in Documentary Photography in 2007 at The University of Newport, Wales and a Degree in Painting at GMIT, 2004. Wallis has been exhibiting internationally since 2003. She was Community Artist- with CREATE, Practice. ie and the Galway Arts Centre since 2002. She has been short-listed for the Gallery of Photography’s Artist Award in 2006 and 2009 and was part of their touring show ‘An Insiders View’, Photography, exhibited in Dublin, Arles, Paris and Berlin in 2008. The works in the this exhibition are from Other Madonnas, body of work documenting alternative and tangential communities, on this occasion with a series of photographs of single mothers with their daughters.





