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  • A Savana e a Montanha (Paulo Carneiro, Ficção, 77′, 2024)
  • You Can See Everything (Nathan Fielder e Lance Oppenheim, Documentário, 174′, 2026)
  • A Bola Negra (Javier Calvo & Javier Ambrossi, Drama / Musical ⁄ LGBTQ+, 155′, 2026)
  • Ari (Léonor Serraille, Drama, 88′, 2026)
  • O Meu País Imaginário (Patricio Guzmán, Documentário, 84′, 2022)
  • NAZA (Yuval Abraham, Rachel Szor, Documentário, 80′, 2026)

Notícias

  • 20 Anos: As Bodas de Deus

    A 5 de Dezembro de 2013 integrado no Ciclo “20 Anos de Cinema Português”   será exibido,pelas 22 horas, “As Bodas de Deus” de João César Monteiro. A projecção ocorrerá no Mini-Auditório Salgado Zenha. Entrada Livre.

    JOÃO CÉSAR MONTEIRO

    Nascido na Figueira da Foz (1939), é uma das figuras mais relevantes do cinema português. Controverso e original como a sua obra, introduz nas suas primeiras obras o conceito de “antropologia visual”. Os seus filmes únicos ganharam um protagonismo internacional, tendo participado regularmente nos grandes festivais europeus. A trilogia do personagem João de Deus é talvez o mais consensual dos seus trabalhos – tendo o primeiro filme, Recordações da Casa Amarela, sido agraciado com o Leão de Prata do Festival de Veneza. A prestigiada revista Cahier du Cinema selecionou os outros dois filmes, A Comédia de Deus e As Bodas de Deus, entre os melhores 10 de 1996 e 1999, respectivamente.

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  • Cinemalogia 3 — O Arranque


    História do Cinema

    Fausto Crucinho

    30 de Novembro 2013

    35€ / Sócios CEC
    45€ / Estudantes
    55€ / Público Geral


    Introdução à Linguagem Cinematográfica

    Rita Capucho

    1 de Dezembro 2013

    35€ / Sócios CEC
    45€ / Estudantes
    55€ / Público Geral

    A terceira edição do Cinemalogia – Da Ideia ao Filme, promovido pelo Festival Caminhos Cinema Português, arranca no próximo sábado, dia 30. Começamos pelas bases da História do Cinema, leccionado por Fausto Cruchinho e no domingo abordaremos a Introdução à Linguagem Cinematográfica leccionado por Rita Capucho. 

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  • 20 Anos: O Barão

    No dia 28 de de Novembro o Ciclo “20 Anos de Cinema Português” irá exibir a adaptação do conto de Branquinho da Fonseca “O Barão”, realizada em 2011 por Edgar Pêra. A exibição decorrerá no Mini-Auditório Salgado Zenha às 22:00. Entrada Livre.

    EDGAR PÊRA

    Edgar Pêra, nasceu em Lisboa, a 19 de Novembro 1960. Edgar Pera e um dos mais importantes e originais representantes da actual geração de realizadores experimentais portugueses. Mas o seu trabalho tem sido exibido internacionalmente. Começou por estudar Psicologia mas em 1981 abandona o 4o Ano da Faculdade de Psicologia de Lisboa para ingressar no curso da Escola Superior de Cinema do Conservatório de Lisboa, que termina em 1984. Começa então a escrever ficções para cinema, televisão, radio, imprensa e publicidade. Até 1990 realiza sobretudo filmes video-clip e programas de radio. No principio desse ano estreia no Fantasporto a sua primeira curta-metragem oficial, rodada nas ruinas do Chiado. Desde então continua a filmar em diferentes formatos (vídeo e filme) para diferentes meios (cinema, televisão, instalações e espectáculos),viajando entre o vanguardismo e a tradição popular.

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  • 20 Anos: A Bruxa de Arroios & Balas e Bolinhos

    Esta quinta-feira, dia 14 de Novembro, na sessão do Ciclo ’20 Anos de Cinema Português’ serão exibidos os filmes A Bruxa de Arroios do realizador coninbricense Manuel Pureza e Balas & Bolinhos de Luís Ismael. A diversão estará garantida assim como a presença do realizador e actor Luís Ismael (Tone) e do actor Jorge Neto (Rato), ambos do Balas & Bolinhos.

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  • 20 Anos: A Comédia de Deus

    Esta semana, a 7 de Novembro, o Ciclo 20 Anos de Cinema Português irá exibir a segunda longa metragem da triologia das “Recordações da Casa Amarela” de João César Monteiro. A Comédia de Deus será exibida no Mini-Auditório Salgado Zenha às 22:00. Entrada Livre.

    JOÃO CÉSAR MONTEIRO

    Nascido na Figueira da Foz (1939), é uma das figuras mais relevantes do cinema português. Controverso e original como a sua obra, introduz nas suas primeiras obras o conceito de “antropologia visual”. Os seus filmes únicos ganharam um protagonismo internacional, tendo participado regularmente nos grandes festivais europeus. A trilogia do personagem João de Deus é talvez o mais consensual dos seus trabalhos – tendo o primeiro filme, Recordações da Casa Amarela, sido agraciado com o Leão de Prata do Festival de Veneza. A prestigiada revista Cahier du Cinema selecionou os outros dois filmes, A Comédia de Deus e As Bodas de Deus, entre os melhores 10 de 1996 e 1999, respectivamente.

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  • Caminhos Pelo Mundo

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