STAR WARS: A VINGANÇA DOS SITH chega à Casa do Cinema de Coimbra para celebrar o 20º aniversário. “A Vingança dos Sith” passa-se anos após o início da Guerra dos Clones, quando os nobres Cavaleiros Jedi lideram um enorme exército de clones numa batalha à escala da galáxia contra os Separatistas. Quando os sinistros Sith revelam uma conspiração milenar para governar a galáxia, a República desmorona-se e das suas cinzas ergue-se o maléfico Império Galáctico. O herói Jedi Anakin Skywalker é seduzido pelo lado negro da Força para se tornar no novo aprendiz do Imperador – Darth Vader. Os Jedi são dizimados e Obi-Wan Kenobi e o Mestre Jedi Yoda são forçados a esconder-se.
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A comunidade de Covas do Barroso, no norte de Portugal, descobre que a empresa britânica Savannah Resources planeia construir a maior mina de lítio a céu aberto da Europa a poucos metros das suas casas. Diante dessa ameaça iminente, o Povo decide organizar-se para expulsar a empresa das suas terras.
Norte de Portugal. Uma casa de azulejos verdes, um jardim, uma magnólia. Aqui nasceu Alzira. Aqui foi filha, mãe e avó. Aqui, ela tocou e aprendeu piano, quando criança e se dedicou ao marido. Alzira, viveu todos esses anos com Beatriz, a empregada, a ponto de hoje não poder mais suportá-la. Na noite da sua vida, toma finalmente, uma decisão que só a ela pertence.
Julie é uma jogadora de topo numa academia de ténis de elite. Quando o seu treinador é alvo de uma investigação e subitamente suspenso, todas as jogadoras do clube são encorajadas a falar. Mas Julie decide ficar em silêncio.
Em 2020, durante a pandemia do COVID-19, o maior centro desportivo de Lisboa é transformado num abrigo de emergência para pessoas em situação de sem abrigo. Sob a orientação de Teresa, a directora do projecto, surge uma comunidade temporária e auto-organizada, restaurando uma cultura de cuidado e apoio mútuo. Numa sociedade à beira do colapso, e apesar do desprezo do resto da vizinhança, os utentes encontram aqui uma voz e um sentido de pertença. O filme acompanha a jornada de Tiago e Plácido, dois amigos empenhados, enquanto navegam pela agitação do quotidiano na esperança de um novo começo.
Integrando a programação do 10.º Encontro Nacional de Estudantes de Design (ENED), a longa-metragem de animação Os Demónios do Meu Avô, de Nuno Beato, é exibida no sábado, 5 de abril, às 14h30, na Casa do Cinema de Coimbra. A projeção é seguida, às 16h15, de uma masterclass com o realizador, também integrada no evento. Em parceria com os Caminhos do Cinema Português, ambas as sessões estão abertas ao público geral conforme o preçário habitual do local.
Os Demónios do Meu Avô é a primeira longa-metragem em stop-motion portuguesa e destaca figuras inspiradas no trabalho da ceramista Rosa Ramalho (1888–1977), natural de Barcelos. Rosa é também o nome da personagem principal, que volta ao Vale do Sarronco, longe da agitação da grande cidade, quando fica a saber que o seu avô, com quem não tinha passado muito tempo nos últimos anos, morreu. “Descobre, lá, terras abandonadas que lhe foram deixadas, bem como a casa em que cresceu a cair de podre. Decide, então, dedicar-se a recuperar tudo isso, com a ajuda de demónios de barro que o seu avô tinha modelado, que vão ganhando vida e falando com ela”, conclui a sinopse.
Além de produtor e realizador de cinema de animação, Nuno Beato é professor e cofundador da produtora Sardinha em Lata, criada com o intuito de investir na internacionalização do cinema de animação nacional. O seu processo criativo na realização de Os Demónios do Meu Avô é o tema da masterclass que decorre após a exibição. A produção pioneira durou 7 anos e foi complexa, “com altos e baixos e uma pandemia pelo meio”, explica o animador na descrição da atividade, na qual pretende partilhar com o público os desafios que ultrapassou.
O acolhimento do programa resulta de uma parceria com o ENED, um encontro que reúne estudantes, profissionais, professores, investigadores e entusiastas pela área de design de todo o país. Tendo nascido em Coimbra, em 2012, e após passar por sete cidades diferentes, em 2025 o ENED regressa à sua cidade natal para a sua 10.ª edição.
“Coro” retrata a realidade inesperada de um dos mais conceituados coros do mundo, o Coro Gulbenkian. Por detrás do seu som inconfundível e da sua reputação internacional repleta de concertos, discos e distinções, existe um grupo de pessoas com vidas paralelas, onde a música nem sempre é a sua principal ocupação. São professores, engenheiros, médicos, advogados, que ao cair da noite se reúnem e trabalham no exercício permanente de formar um corpo artístico a uma só voz.
Existem 80.000 falantes nativos de irlandês na Irlanda. 6.000 vivem no Norte da Irlanda. Três deles formaram um grupo de rap chamado Kneecap. Esta é a história verídica de como este trio anárquico de Belfast se tornou a improvável figura de proa de uma revolução civil de direitos para salvar a sua língua materna.
Na Belfast pós-problemas, surge o turbulento trio de rap KNEECAP a preparar palco para o irlandês, o renascimento da língua irlandesa contra todo o sistema. O autoproclamado “escória de vida inferior” Liam Óg e Naoise, juntamente com o professor JJ, tornaram-se um símbolo político e a voz desafiadora e inquieta da Irlanda. Enquanto lutam para deixar a sua marca no mundo, as pressões familiares e de relacionamentos ameaçam-nos e tentam bloquear a concretização dos seus sonhos, o trio cria uma narrativa que transcende a música. Uma fábula da vida real sobre o desejo intrínseco do homem pela identidade, o fascínio pelas drogas e a paixão pela vida, KNEECAP – O TRIO DE BELFAST é uma viagem alucinante e com muitas batidas e ritmos de hip-hop.
Rosa, uma profissional de topo, altamente cotada no mercado empresarial, leva uma vida exigente e inteiramente dedicada ao seu trabalho. A morte do avô, de quem se tinha progressivamente afastado, devido ao trabalho inesgotável, acaba por lhe provocar um súbito ataque de stress que coloca em dúvida as suas escolhas. Rosa decide, então, abandonar a cidade e partir ao encontro do lugar e das memórias da sua infância, vivida ao lado do seu avô. Ao chegar à propriedade isolada, no meio da paisagem transmontana, descobre que o avô lhe deixou um conjunto de terras praticamente abandonadas e a casa da sua infância quase em ruínas. Levada pelo remorso e pela necessidade de encontrar novo rumo para si, tenta reconstruir a casa e os campos. Rosa, contudo, não está sozinha. Além das pessoas com quem estabelecerá novos laços, surge um grupo de demónios de barro modelados pelo seu avô que parecem, por vezes, ganhar vida, aconselhando-a e orientando-a e consolando-a, como ele próprio teria feito.








