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A Mulher Que Morreu de Pé (Rosa Coutinho Cabral, Documentário, 113′, 2024)

Mais do que um documentário ficcionado sobre Natália Correia, “A Mulher Que Morreu de Pé” é um casting poético com atores que deambulam entre um filme e uma peça de teatro. Passa-se em lugares habitados antes por Natália e, agora, por estes atores que nos ajudam a escavar os mitos, os fantasmas, as dores nascidas na vida e na obra de Natália — uma das figuras mais importantes da cultura, literatura e política portuguesa, antes e depois do 25 de Abril. 

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Henry Fonda for President (Alexander Horwath, Documentário, 186′, 2024)

Ensaio pessoal sobre os EUA a partir da vida e obra do actor Henry Fonda. Os seus papéis fundem-se numa figura fascinante e dividida. Um homem reservado, que acreditava não ter “boas respostas para nada”, torna-se no motor improvável de uma história paralela. A sua voz, gravada na última entrevista que deu, em 1981, e os seus avatares no ecrã guiam-nos pelo passado e presente da América, da aldeia de Fonda ao Pacífico, passando pela região centro-oeste; de 1651 à década de 1980 e à presidência de outro actor. Muitos lugares, tempos e personagens concebem uma república invisível – os Estados Unidos de Fonda. 

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Por Ti, Portugal, Eu Juro! (Sofia da Palma Rodrigues e Diogo Cardoso, Documentário, 98′, 2024)

Durante a Guerra Colonial (1961-1974), milhares de africanos combateram ao lado de Portugal e arriscaram a vida por uma pátria que acreditavam ser a sua. A mesma pátria que, depois da Revolução de Abril, os abandonou à sua sorte. 50 anos depois, os Comandos Africanos da Guiné continuam a reivindicar as pensões de sangue e invalidez que lhes foram prometidas. Este grupo foi a única tropa de elite do Exército português integralmente constituída por pessoas negras, pessoas que tomaram a dianteira das operações mais difíceis e protegeram os militares oriundos da metrópole. Reivindicam, até hoje, um lugar na História. Contam relatos de guerra, perseguição e morte. Dizem-se abandonados e traídos por um Estado que os usou, explorou e, por fim, descartou. 

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O dia que te conheci (André Novais Oliveira, Documentário, 71′, 2023)

Zeca faz sempre tudo da mesma maneira. Tenta levantar-se cedo para apanhar o autocarro e chegar, uma hora e meia depois, à escola na cidade vizinha, onde trabalha como bibliotecário. Sair da cama está a tornar-se cada vez mais difícil. Algo o impede de manter esta rotina diária. Um dia, Zeca conhece Luisa. Com interpretações notáveis de Grace Passô e Renato Novaes, um filme exuberante, pleno de humanidade, humildade e espanto no meio da estafa da vida. 

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O Último Azul (Gabriel Mascaro, Ficção/Drama, 90′, 2025)

Um Brasil onde os velhotes são tratados como um incómodo a exilar bem longe de quem tem idade para contribuir para a sociedade, laboralmente falando. Tereza pode ter 77 anos, mas não vai abdicar dos seus sonhos por cumprir, ou da sua liberdade, assim tão facilmente. Embarca numa viagem através das águas da Amazónia para realizar um último sonho. 

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Apanhado a roubar (Darren Aronofsky, Thriller/Drama, 109′, )

Hank Thompson (Austin Butler) foi um fenómeno do baseball nos tempos do liceu, que teve de deixar de jogar, mas tudo o resto corre-lhe bem na vida. Tem uma namorada incrível (Zoë Kravitz), é barman num bar em Nova Iorque e a sua equipa favorita está a fazer um ótimo campeonato. Quando o seu vizinho punk, Russ (Matt Smith), lhe pede para cuidar do gato por alguns dias, Hank vê-se de repente no meio de um grupo de gangsters ameaçadores. Todos o querem apanhar; o problema é que ele não faz ideia do porquê. Enquanto tenta escapar do cerco cada vez mais apertado, tem de usar toda a sua astúcia para se manter vivo o tempo suficiente para descobrir o porquê… 

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Buena Vista Social Club (Wim Wenders, Documentário, 105′, )

Com uma pequena equipa, Wim Wenders acompanha o seu amigo Ry Cooder, responsável pela banda sonora de “Paris,Texas”, numa viagem a Havana. Cooder pretende gravar material para o primeiro álbum de Ibrahim Ferrer a solo, após ter gravado “Buena Vista Social Club” (que ainda não tinha sido editado naquela altura). Wenders faz uma imersão na música cubana e ao longo de vários meses observa e acompanha os músicos – primeiro em Havana e semanas mais tarde, numa viagem a Amesterdão, para a primeira actuação pública da banda (que nunca tinha tocado junta fora de um estúdio). Em Julho de 1998, acontece o concerto no Carnegie Hall, em Nova Iorque, e Wim Wenders continua a acompanhar a banda, que passa de esquecida a mundialmente famosa, em apenas alguns meses. Cópia Restaurada 2K 

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