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O Palácio de Cidadãos (Rui Pires, Documentário, 123′, 2024)

Perante o aumento da distância entre cidadãos e poder, e após uma crise económica que afectou gravemente a coesão social, este filme dá-nos a ver de forma inédita como cidadãos constroem uma sociedade a partir do interior de um parlamento, um Palácio de Cidadãos, possibilitando uma pertinente reflexão, muitas vezes contraditória e complexa, sobre a essência da democracia. 

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A Cama (Sinde Filipe, 1975) + Dina e Django (Solveig Nordlund, 1981)

VII Programa!Ação – Mostra de Cinema Patrimonial Português

Nesta sua VII Edição, a temática abraçada é “O Desejo e o Sexo no Cinema Português”.

Esta mostra propõe uma reflexão sobre a forma como o cinema nacional abordou, ao longo das últimas décadas, as temáticas do desejo e da sensualidade, privilegiando uma abordagem artística e simbólica, em vez de uma representação puramente literal. A seleção de filmes atravessa diferentes períodos e géneros da cinematografia portuguesa.

Nesta sessão serão exibidos:

A Cama (Sinde Filipe, DRAMA, 25′, 1975) :: M/12

Um casal de jovens, na impossibilidade de fazer amor de outro modo, por serem repelidos em diversas circunstâncias (como numa pensão duvidosa), compra uma cama e transporta-a durante quilómetros, até uma praia – onde, extenuados, acabam ambos por adormecer.

Dina e Django (Solveig Nordlund, DRAMA, 76′, 1981) :: M/12

É entre leitaria e bares do Bairro Alto, entre quartos alugados e os passeios da prostituição, entre cozinhas da burguesia intelectual e os autocarros à hora de ponta, que decorre a história de amor de Dina e Django: jovens delinquentes que, sem bem saberem como, virão a assassinar um motorista de táxi e a serem condenados a vários anos de prisão maior. Entre pequenas mentiras, juramentos de sangue, cenas de ciúmes, grandes ilusões, amores de fotonovelas. Em Lisboa e em 1974. 

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Onde O Verão Vai (Episódios Da Juventude) (David Pinheiro Vicente, 2018) + Self Destructive Boys (André Santos e Marco Leão, 2018) + O Inferno (Carlos Conceição, 2011) + 2ª Pessoa (Rita Barbosa, 2022) + Sunday (Hanspeter Ammann, 2019)

VII Programa!Ação – Mostra de Cinema Patrimonial Português

Nesta sua VII Edição, a temática abraçada é “O Desejo e o Sexo no Cinema Português”.

Esta mostra propõe uma reflexão sobre a forma como o cinema nacional abordou, ao longo das últimas décadas, as temáticas do desejo e da sensualidade, privilegiando uma abordagem artística e simbólica, em vez de uma representação puramente literal. A seleção de filmes atravessa diferentes períodos e géneros da cinematografia portuguesa.

Sessão especial curtas:

Onde O Verão Vai (Episódios Da Juventude) (David Pinheiro Vicente, FIC, 21′, 2018) M/12

É verão, um rapaz vai com os amigos para o rio. Na viagem de carro, conta-se a história de um homem e da sua cobra de estimação, que o tenta comer. O rapaz cai de um tronco e faz uma ferida. Uma rapariga segue-o. Um casal namora, outro rapaz descobre a floresta e um terceiro deixa-se a comer um pêssego deitado sobre uma árvore. Em quatro episódios, o calor e a humidade da floresta aproximam o desejo entre os jovens.

Self Destructive Boys (André Santos e Marco Leão, FIC, 27′, 2018) M/14

Em “Self Destructive Boys” olhamos para a intimidade masculina e os mecanismos do desejo, ao acompanharmos três rapazes, António, Xavier e Miguel, tropeçando metaforicamente nos limites da sua elasticidade sexual, construindo este filme sobre um limite: a ambiguidade nas relações humanas. Rapazes serão sempre rapazes.

O Inferno (Carlos Conceição, FIC, 21′, 2011) M/12

No decorrer de uma tarde, o paraíso de Rafael transforma-se numa espiral de culpa e paranóia.

2ª Pessoa (Rita Barbosa, FIC, 16′, 2022) M/12

Um cano velho de uma casa-de-banho provocou uma infiltração num tecto. Nesse tecto, viriam a crescer cogumelos de uma espécie tóxica da ordem Poriales. Sentada na sanita, a senhora desta casa, olha para cima e observa aquele mágico e misterioso fungo que não é bicho, nem é planta. O cogumelo é o futuro, pensou. 

Sunday (Hanspeter Ammann, EXP, 24′, 2019) M/12

Isabel Ruth, uma conhecida actriz portuguesa, decide tirar algumas fotos do rosto de um jovem negro atraente quando ele acorda inesperadamente. Juntos, exploram o seu bairro e encontram alguns dos seus amigos africanos. O filme é inspirado no filme Os Verdes Anos de Paulo Rocha, de 1963, no qual a mesma actriz (então muito jovem) Isabel Ruth explora outro bairro de Lisboa, com outro jovem.

 

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Um Fio De Baba Escarlate (Carlos Conceição, Terror, 59′, 2020)

VII Programa!Ação – Mostra de Cinema Patrimonial Português

Nesta sua VII Edição, a temática abraçada é “O Desejo e o Sexo no Cinema Português”.

Esta mostra propõe uma reflexão sobre a forma como o cinema nacional abordou, ao longo das últimas décadas, as temáticas do desejo e da sensualidade, privilegiando uma abordagem artística e simbólica, em vez de uma representação puramente literal. A seleção de filmes atravessa diferentes períodos e géneros da cinematografia portuguesa.

Nesta sessão é exibido:

Um Fio De Baba Escarlate (Carlos Conceição, FIC, 59′, 2020)

A vida pacata de um serial killer em Lisboa é abalada quando um incidente insólito o transforma subitamente numa estrela das redes sociais. 

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A Pastora (Sinde Filipe, 1974) + Prazer, Camaradas! (José Filipe Costa, 2019)

VII Programa!Ação – Mostra de Cinema Patrimonial Português

Nesta sua VII Edição, a temática abraçada é “O Desejo e o Sexo no Cinema Português”.

Esta mostra propõe uma reflexão sobre a forma como o cinema nacional abordou, ao longo das últimas décadas, as temáticas do desejo e da sensualidade, privilegiando uma abordagem artística e simbólica, em vez de uma representação puramente literal. A seleção de filmes atravessa diferentes períodos e géneros da cinematografia portuguesa.

Nesta sessão serão exibidos:

A Pastora (Sinde Filipe, FIC, 15′, 1974) M/12

Uma rapariga surda-muda é seduzida por um bufarinheiro. Ao regressar a casa, na impossibilidade de falar, conta a aventura aos pais com o auxílio de dois bonecos.

Prazer, Camaradas! (José Filipe Costa, DOC, 105′, 2019) M/12

1975 – pós revolução 25 de Abril. Eduarda, João e Mick viajam da Europa do Norte para trabalhar nas cooperativas das herdades ocupadas em Portugal: conseguirão trazer a revolução sexual aos campos de Portugal? Prazer, Camaradas!, o novo filme de José Filipe Costa, é, como diz o realizador, a dramatização “das memórias de uma revolução que não foi apenas política, mas também sexual e de costumes”, confrontando as ideias e os comportamentos de estrangeiros e portugueses sobre a intimidade e a vivência da sexualidade. 

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Com Cuspe e Com Jeito Se Bota No Cu Do Sujeito (Antónia Seabra, Joaquim Pinto, Nuno Leonel, 1998)+ Sofia e a Educação Sexual (Eduardo Geada, 1974)

VII Programa!Ação – Mostra de Cinema Patrimonial Português

Nesta sua VII Edição, a temática abraçada é “O Desejo e o Sexo no Cinema Português”.

Esta mostra propõe uma reflexão sobre a forma como o cinema nacional abordou, ao longo das últimas décadas, as temáticas do desejo e da sensualidade, privilegiando uma abordagem artística e simbólica, em vez de uma representação puramente literal. A seleção de filmes atravessa diferentes períodos e géneros da cinematografia portuguesa.

Nesta sessão serão exibidos:

Com Cuspe e Com Jeito Se Bota No Cu Do Sujeito (Antónia Seabra, Joaquim Pinto, Nuno Leonel, DOC, 27′, 1998) :: M/12

O trabalho político de Yvonne estende-se à protecção de testemunhas da violência extra-judicial. Em COM CUSPE E JEITO…, um invulgar “documentário de culinária”, Gilson “Xica da Silva” demonstra a confecção de uma feijoada à brasileira enquanto evoca com “sentido de humor” o trajecto da sua vida até uma das mais miseráveis favelas de subúrbio onde se ocultam alguns desses sobreviventes.

Sofia e a Educação Sexual (Eduardo Geada, DRAMA, 101′, 1974) :: M/14

Quadros: 1. Iniciação; 2. Prática; 3. Recapitulação. Sofia regressa dum colégio na Suiça, onde passou a infância e para o qual foi enviada pelo pai, Henrique, após a morte da mãe. Instalada na antiga e luxuosa “villa” que a família possui em Cascais, Sofia descobre, através das relações de Henrique, com a amante Laura, uma vida social complexa e equívoca, egoísta e fechada, discreta e hipócrita, que lhe era desconhecida e à qual não pode escapar… 

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Coitado Do Jorge (Jorge Silva Melo, Drama, 102′, 1993)

VII Programa!Ação – Mostra de Cinema Patrimonial Português

Nesta sua VII Edição, a temática abraçada é “O Desejo e o Sexo no Cinema Português”.

Esta mostra propõe uma reflexão sobre a forma como o cinema nacional abordou, ao longo das últimas décadas, as temáticas do desejo e da sensualidade, privilegiando uma abordagem artística e simbólica, em vez de uma representação puramente literal. A seleção de filmes atravessa diferentes períodos e géneros da cinematografia portuguesa.

Nesta sessão é exibido:

Coitado Do Jorge (Jorge Silva Melo, DRAMA, 102′, 1993)

Poder-se-á dizer que Jorge é um homem feliz. O Jorge vai para casa. É um dia como todos os outros e há fogo em toda a zona. Nessa noite ele vai encontrar-se com um industrial japonês, que lhe permitirá abandonar o seu cargo de professor e retomar o seu trabalho químico. No entanto, quando chega a casa encontra lá uma pessoa. Uma pessoa que ele não conhece. Um assaltante. A partir desse momento, tudo será diferente. 

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