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- Na primeira sessão do quinto dia do festival o público assistiu à Seleção Novíssimos, onde os realizadores estrearam os seus primeiros trabalhos.
Consideramos o Cinema Português uma obra elaborada por várias mãos. É interessante reparar no fenómeno de novos realizadores que brotam anualmente, com interessantes produções que merecem ser mostradas. Não é por acaso que surgiu a categoria ‘Selecção Novíssimos’ que tem no seu cerne a ideologia de mostrar primeiras obras, cuja inspiração é variada.
Esta terça-feira, dia 18 de Novembro, o Teatro Académico de Gil Vicente recebeu mais de 700 crianças, prontas para assistir a mais uma sessão de cinema, composta por dez curtas-metragens.
Depois de um fim-de-semana marcado por vários momentos singulares, como a ante-estreia de “Virados do Avesso”, os Caminhos do Cinema Português apresentam uma semana marcada pela diversidade.
A XX edição do Festival Caminhos do Cinema Português teve esta segunda-feira, 17, a sua primeira sessão dos Caminhos Seniores. Com início às 17h30m, foi inaugurada com um momento de poesia em homenagem a Manuel de Castro, escritor português, falecido em 1971. Após a declamação de excertos dos seus poemas, incluindo a referência à sua obra mais conhecida, Paralelo W, teve início a sessão.
Estreia de Caminhos Juniores e de Caminhos Seniores marcaram o arranque da semana no Teatro Académico de Gil Vicente.
A capacidade de documentar vai para além do captar o óbvio. São vários os artistas que documentam o seu próprio país e o mundo que os rodeia, sob uma perspectiva de mostrar aquilo que ainda não foi visto. Partilhar aquilo que a massa desconhece.
O serão de domingo, dia 17, foi passado na companhia das curtas “Os meninos do Rio”, “Miami” e “Imaculado” e com o documentário “Pára-me de Repente o Pensamento”, exibidos pelas 22h no âmbito do Festival Caminhos do Cinema Português no TAGV e contou com a presença do realizador Jorge Pelicano e do actor Miguel Borges.
Às 17h30 de hoje começou mais uma sessão do Caminhos do Cinema Português,sob a alçada do tema “Gerações em Revolta”. Esta contou com três curtas-metragens, uma longa metragem e ainda a presença de Marco Amaral, realizador da primeira curta a ser apresentada- “Outono”. Para além desta última, pudemos assistir a “Lápis Azul”, de Rafael Antunes, “Maria”, de Mariana Marques e ainda a longa-metragem “Um Fim do Mundo”, de Pedro Pinho.





