Próximas Sessões


  • A Festa (Thomas Vinterberg, Drama, Comédia, 106′, 1998)
  • Uma Separação (Asghar Farhadi, Drama, 117′, 2011)
  • Shoplifters: Uma Família de Pequenos Ladrões (Hirokazu Kore-eda, Drama, 121′, 2018)
  • O Dia da Revelação (Steven Spielberg, Ficção Científica, 145′, 2026)
  • Dois Procuradores (Sergei Loznitsa, Drama, 118′, 2025)
  • Acreditamos em Ti (Arnaud Dufeys, Charlotte Devillers, Drama, 78′, 2025)

Notícias

  • Realização 1 — Planeamento e Meios de Produção

     

     

    Nuno Portugal

    Nuno Portugal nasceu em Coimbra em 1982, mas passou a maior parte da sua vida em Seia onde cresceu. Em 2007 concluiu a sua Licenciatura em Estudos Artísticos direccionado para a vertente de cinema na Universidade de Coimbra.
    Desde então realizou e editou inúmeros filmes e video clipes em colaboração com a PERSONA NON GRATA PICTURES (PNG). Enquanto na PNG teve a oportunidade de trabalhar, aprender e ganhar uma inestimável experiênciacom o seu mentor (produtor/realizador e fundador da PNG Pictures, António Ferreira).Como resultado dessa experiência, Nuno cresceu como artista e desenvolveu a sua própria voz e presença criativa,o que o levou a perseguir e produzir os seus próprios projectos. Para além do Cinema e do Video, uma das suas grandes paixões é a fotografia.
    Dos vários prémios ganhos destaca-se o prémio Melhor Curta-Metragem In Tocha com o filme “O Voo da Papoila” na XVIIi edição do festival Caminhos do Cinema Português.

    Preço do Módulo

    50€ / Sócio CEC
     60€ / Estudante
     70€ / Público-Geral

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    Realização 1 — Planeamento e Meios de Produção

    5 + 6 de Abril 2014
    Colégio de São Jerónimo, Universidade de Coimbra
    9:00 — 18:00

    A rodagem ou “produção” de um filme, no sentido mais estrito do termo, corresponde à fase de realização de um filme ou produto audiovisual em que são produzidos os sons e as imagens base que irão compor a obra final. Neste bloco, os módulos de formação incidirão sobre a Realização e a captação de Imagem e Som, abarcando conhecimentos e competências técnicas e artísticas desde a organização da “mise-en scène” à iluminação, passando pelo equipamento de registo de imagem e de som. A articulação entre os módulos deste bloco permitirá aos formandos produzirem, a partir da planificação efectuada na Pré-produção, os materiais que serão depois trabalhados na Pós-produção, dando origem à sua curta-metragem.

    Neste módulo deverão ser abordados temas relacionados com a fase de pré-produção/produção de um filme, planificação das filmagens (plano de trabalho e levantamentos), organização e adaptação do orçamento às necessidades reais do momento, localização de décores, decoração e guarda-roupa, caracterização de personagens, organização de equipa técnica e artística. Em suma deverão ser reunidas todas as condições para que as filmagens possam iniciar-se da melhor forma. Consequentemente deverão abordar-se temas directamente relacionados com as filmagens, gestão de prioridades e imprevistos (questões meteorológicas, atrasos, adaptação constante do plano de trabalho às necessidades). Serão apresentados e analisados casos práticos (excertos de filmes e making-of de filmagens).

    Plano de Sessão


    — Aspectos gerais sobre a pré-produção.
    — Relação entre produtor e realizador. As responsabilidades e funções de cada um.
    — Escolha de guião para análise e adaptação para o restante trabalho de produção.
    — Financiamento e gestão de orçamento de acordo com as necessidades do projecto (teoria).
    — Planificação e preparação da produção.
    — Repérage (selecção dos locais a filmar dentro das limitações de tempo).
    — Casting.
    — Recolha de todos os materiais e equipamentos necessários à produção.
    — Esclarecimento de dúvidas

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  • Direcção de Actores

     

    Nuno Portugal

    Nuno Portugal nasceu em Coimbra em 1982, mas passou a maior parte da sua vida em Seia onde cresceu. Em 2007 concluiu a sua Licenciatura em Estudos Artísticos direccionado para a vertente de cinema na Universidade de Coimbra.
    Desde então realizou e editou inúmeros filmes e video clipes em colaboração com a PERSONA NON GRATA PICTURES (PNG). Enquanto na PNG teve a oportunidade de trabalhar, aprender e ganhar uma inestimável experiênciacom o seu mentor (produtor/realizador e fundador da PNG Pictures, António Ferreira).Como resultado dessa experiência, Nuno cresceu como artista e desenvolveu a sua própria voz e presença criativa,o que o levou a perseguir e produzir os seus próprios projectos. Para além do Cinema e do Video, uma das suas grandes paixões é a fotografia.
    Dos vários prémios ganhos destaca-se o prémio Melhor Curta-Metragem In Tocha com o filme “O Voo da Papoila” na XVIIi edição do festival Caminhos do Cinema Português.

     

    Preço do Módulo

     


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    Direcção de Actores

    29 + 30 de Março 2014
    Estúdios UCV, Casa das Caldeiras, Universidade de Coimbra
    9:00 — 18:00

    When an actor comes to me and wants to discuss his character, I say, ‘It’s in the script.’ If he says, ‘But what’s my motivation?, ‘ I say, ‘Your salary.’

    — Alfred Hitchcock

    A definição da colocação e do movimento dos actores no espaço em função da iluminação, dos “decores” e do enquadramento do plano e dos movimentos de câmara, constituem, para além da representação propriamente dita, uma das tarefas funda- mentais da direcção de actores. Neste módulo, ver-se-á como a colocação e o movimento dos actores podem ser utilizados em conjunto com aqueles restantes elementos da “mise-en-scène”, a representação de ideias e sentimentos, os enquadramentos e os movimentos de câmara, para fins artísticos.

    Para um realizador, saber trabalhar com actores resulta do equilíbrio de todas as decisões que ele mesmo toma, a partir do momento em que tem o argumento do seu filme sob seu inteiro domínio, isto é, a partir do momento em que sabe o que pretende com o filme que vai fazer e o que pretendem as suas personagens com as suas vidas. Mais do que moldar um actor ou uma actriz, será importante para o realizador, sobretudo, saber escolher, saber decidir e saber dirigir.

    Partindo destes pressupostos e da análise de filmes clássicos e contemporâneos, o módulo terá uma componente teórico-prática que incluirá uma sessão de casting, a fim de garantir os actores para o projecto final.

    Plano de Sessão

        1.    Da ideia ao filme
               Dualidade entre o argumento e o actor
 

        2.    As personagens

               Base de trabalho para o realizador e para o actor
               Escolhas, soluções e decisões
 

        3.    A câmara
               Elemento de desequilíbrio e foco/filtro da atenção
               Trabalho de actor/actriz para a câmara


        4.     O casting 
                Atenções especiais

                Saber prever capacidades e antever dificuldades

                Decidir e atribuir personagens
                Equilíbrios entre realização e produção

    Durante a sessão haverá um exercicio de casting. Para mais informações clique aqui.

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  • Direcção de Fotografia 1

     

     

    Vasco Viana

    Vasco Viana é Director de Fotografia desde 2003 tendo trabalhado, em televisão e cinema, com realizadores como João Salaviza, Sérgio Graciano e Tiago Guedes.
    Da sua carreira constam filmes como Cerro Negro, Rafa, Orquestra Geração, Arena ou Vigilantes ou a série de televisão Odisseia.
    Tem igualmente desenvolvido o seu trabalho em videoclips.

     

    Preço do Módulo

    60€ / Sócio CEC
     70€ / Estudante
     80€ / Público-Geral


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    Direcção de Fotografia

    15 + 16 + 22 de Março 2014
    Estúdios UCV, Casa das Caldeiras, Universidade de Coimbra
    9:00 — 18:00

    A forma como as imagens serão captadas durante a rodagem será determinante para os resultados que se pretendem obter num dado projecto cinematográfico. Neste módulo serão abordados as competências e os conhecimentos técnicos e criativos mais directamente relacionados com a captação/registo de imagem, nomeadamente no que diz respeito aos diferentes tipos de equipamento utilizados (formatos analógico e digital), à direcção de fotografia, iluminação e operação de câmara.

    Plano de sessão

    Qual é o papel do director de fotografia:
    Exemplos com projecção de excertos de filmes
    Conjugação com diferentes sectores da equipa:
    A relação com a realizador/a
    A relação com a arte
    A relação com a montagem
    A linguagem do filme
    Analógico vrs Digital,
    Ponto de situação actual no que diz respeito às câmaras, forças e fraquezas de cada uma.
    Adaptação do equipamento e lista de material à estrutura de produção.
    adaptação a diferentes estruturas de produção.
    Iluminação
    Exemplos com projecção de excertos de filmes do próprio.

       

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  • Direcção de Som 1 — Introdução

     

     

    Pedro Adamastor

    Pedro Adamastor começou a trabalhar como sonoplasta no teatro no final dos anos 90 e em poucos anos era responsável pela captação e pós-produção do som de produções cinematográficas e televisivas nacionais.
Tem uma carreira profissional abrangente  nas áreas do som para cinema, televisão, teatro, vídeo jogos e multimédia.
Do seu currículo cinematográfico como Director de Som, destacam-se as mais recentes longas metragens: Balas e Bolinhos 3 (2012) e Video Vigilância (2013) e o trabalho em várias dezenas de curtas metragens presentes nos principais festivais de cinema nacionais e internacionais: 3x3D – Just in Time (2012) de Peter Greenaway, Land of my Dreams (2012) de Yann Gonzalez, Novo Mundo de Jorge Neves e António Antunes, Bicicleta (2013 – em produção) escrito por Valter Hugo Mãe e realizado por Luís Campos.
 No que respeita a trabalho televisivo são de realçar os programas Minutos Mágicos (2010-2013|SIC), Tic Tac Tales (2009-2010|RTP), Red Bull Air Race (2007-2008|FOX), Gato Fedorento (2006|RTP), e várias telenovelas da SIC e TVI entre 2006 e 2008: Floribella, Doce Fugitiva, Resistirei, Rebelde Way.
Foi Director de Som das séries de ficção Triangulo Jota (2005-2006|RTP) e Ecoman (2006|RTP) e são de salientar os documentários: Era uma vez no Iraque (2013), A Arte de Animar Portugal (2012|RTP), Zeca Afonso – Não me obriguem a vir para a rua gritar (2007|RTP), Agostinho da Silva – Um Pensamento Vivo (2004|RTP). 
Pedro Adamastor tem trabalhado ao longo dos anos com os realizadores: Peter Greenaway, Yann Gonzalez, Luís Ismael, Luís Campos, Henrique Oliveira, Jorge Neves, Nick Bolger, Atílio Riccó entre outros.

    Preço do Módulo

    50€ / Sócio CEC
     60€ / Estudante
     70€ / Público-Geral


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    Direcção de Som 1 — Introdução

    9 de Março 2014
    Estúdios UCV, Casa das Caldeiras, Universidade de Coimbra
    9:00 — 18:00

    O som e a imagem interligam-se no cinema moderno e juntos ajudam a contar uma história e a criar um diálogo com os espectadores. O som é responsável por dar voz às imagens do filme, potenciando as sensações e tornando a experiência audiovisual mais viva.
Até chegar à sala de cinema o som passa por três fases principais: a captação, a edição e a mistura; nesta formação vamos abordar a primeira parte da criação sonora do filme, a captação de som.

    Plano de Sessão

      1. Introdução teórica ao som
        — 
Som diegético
        — Som não-diegético

        — Diálogos
        — Ambientes
        — Efeitos Sonoros
        — Ruídos de Sala
        — Foleys
        — Wildtraks
      2.  

      3. Equipamentos de som

        — Microfones (Direccionalidade e Padrões Polares)
        — 
Gravadores digitais
        — Misturadores de som

         
      4. Técnicas de captação
        — Som directo

        — Captação com perche e lapela
        — 
Sistemas wireless

        — Registo do som multipista

        — Sincronia som/imagem

         
      5. Do Guião à Produção
        — 
Organização e pré-produção para o som de um filme
        — 
Visitas técnicas (Repérage)
        — A equipa de som directo

         
      6. Resolução de problemas
        — 
Problemas acústicos
        — 
Ruídos na captação do som

        — Problemas dos sinais de rádio de equipamento wireless

         
      7. Da teoria à prática
        — 
Exercícios práticos de captação de som em interior e exterior com perche e lapela.

    

Durante a formação serão exibidos excertos de filmes e amostras de som de produções cinematográficas nacionais para discussão sobre os vários pontos abordados.

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  • Direcção de Arte

     

     

    João C. Torres

    Desenvolveu actividade artística nos domínios das artes plásticas, teatro, performance, poesia visual, fotografia e cinema. Dedica a sua actividade profissional à área da Direcção de Arte em Cinema. Nesse âmbito trabalhou com empresas de produção de filmes, tele-filmes e filmes publicitários de vários países (Portugal, França, Alemanha, Espanha, Inglaterra e Estados Unidos da América). Trabalhou com realizadores como Raoul Ruiz, Riccardo Freda, Bertrand Tavernier, Jean Louis Bertoucelli, Jean Claude Missien, Serge Moari, Denys Granier-Deferre, Michaela Watteaux, Serge Korber, Paolo Marinou Blanco, Joaquim Leitão, Ranier Eurler, Billy August, António Pedro Vasconcelos, Patrick Timsit, Imanol Arias, Tom Carirns, Tom Donnely, Alain Tanner, entre muitos outros. Esporadicamente colaborou na Direcção Cénica de espectáculos cénico-musicais. Foi convidado para concretizar o projecto Po.N.T.I. – Porto. Natal. Teatro. Internacional, como Director Executivo responsável pela área de Produção e Controlo Operacional, (ed. 1997/1999/2001), vindo a assumir o cargo de Subdirector do Teatro Nacional S. João, de 2000 a 2002. Colabora ainda com diversos colectivos de produção artística no desenvolvimento de projectos e conceitos de produção. Licenciou-se em Engenharia Civil na Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra. Colaborou esporadicamente em jornais e revistas sobre temas da actualidade, nomeadamente moda e cinema.

    Preço do Módulo

    50€ / Sócio CEC
     60€ / Estudante
     70€ / Público-Geral


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    Direcção de Arte

    8 de Março 2014
    Estúdios UCV, Casa das Caldeiras, Universidade de Coimbra
    9:00 — 18:00

    O diálogo entre a Realização, Fotografia e Direcção Artística é essencial para criar uma base de trabalho sólida para os actores. O trabalho conjunto do Director de Arte e Director de Fotografia na criação de ambientes ajudará o Realizador a comunicar as suas intenções e a dirigir a sua equipa. Na Direcção Artística, a escala e geometria dos décores, cores, tipo de adereçagem, entre outras variantes, são pensadas em função dos conceitos do Realizador e em função das necessidades técnicas do Director de Fotografia. Os décores têm de ser “filmáveis”
    Na Direcção de Fotografia, a escolha de objectivas, película, filtros e temperatura de luz, tipos de plano e movimentos de câmara vem materializar a visão do Realizador.
    Neste módulo de Direcção de Arte pretende-se exemplificar como ocorre este dialética e os benefícios desta. Para tal serão exibidos alguns exemplos resultantes desse diálogo e uma demonstração prática como, numa mesma situação, diferentes escolhas trazem resultados díspares.

    Plano de Sessão

    — O que é o departamento artístico, suas especificidades, terminologias e o seu enquadramento na produção de um projeto cinematográfico.
    — Abordagem e desenvolvimento sobre a análise e estudo de um guião/argumento e sinopse.
    — Discussão e trabalho do mesmo com o Realizador e Director de Fotografia e demais departamentos.
    — Elaboração e desenvolvimento dos conceitos cenográficos gerais e específicos e estudos orçamentais assim como a elaboração dos mesmos.
    — Projeção de imagens (filme ou fotografia) de um projeto executado pelo formador como Dir.Artístico, com explicação passo a passo dos métodos, processos que foram utilizados assim como contratempos e peripécias que são elementos indissociáveis de qualquer projeto cinematográfico.

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  • Pré-Produção

     

     

    António Costa Valente

    Docente no Departamento de Comunicação e Arte da Universidade de Aveiro, o seu doutoramento abordou animação, longa-metragem e novas tecnologias. É co-realizador da primeira longa-metragem da animação portuguesa “Até ao Tecto do Mundo”. Sendo um dos fundadores do Cine-Clube de Avanca, ali dirigiu a produção de mais de meia centena de filmes, entre séries, curtas e longas-metragens, que receberam cerca de centena e meia de distinções em festivais dos 5 continentes. Na área do cinema, assumiu cargos administrativos em organizações nacionais e internacionais, é autor e coordenador de vários livros e comunicações e tem orientado dezenas de dissertações de mestrado.
    Director do “AVANCA – Encontros Internacionais de Cinema, Televisão, Vídeo e Multimédia” desde 1997 e da “AVANCA|CINEMA, Conferência Internacional de Cinema – Arte, Tecnologia, Comunicação” desde 2010.

    Preço do Módulo

     50€ / Sócio CEC
     60€ / Estudante
     70€ / Público-Geral

    Pré-Produção

    22+23 de Fevereiro 2014
    Colégio de São Jerónimo, Universidade de Coimbra
    9:00 — 18:00

    A partir do Argumento é necessário preparar-se a produção, quer do ponto de vista criativo, quer do ponto de vista da organização logística e financeira necessária à rodagem do filme. Serão aqui abordados todos os passos necessários a essa preparação desde a “découpage”, o levantamento e “breakdown” orçamental do argumento à planificação das filmagens, passando pela localização/repéragem de exteriores e/ou interiores, construção e decoração de décores (naturais ou estúdio), identificação de adereços, guarda-roupa e maquilhagem, escolha de actores e constituição das equipas de filmagem.

    A ideia primordial deste módulo consiste em colocar os formandos em contacto uns com os outros para obtenção de dúvidas e posterior resolução de problemas habituais na preparação de um filme através de um caso teórico. Numa segunda fase apreende-se as definições técnicas que estão na base de uma preparação audiovisual de cinema, televisão, vídeo ou publicidade. Na conclusão deste módulo, os formandos irão aplicar os seus conhecimentos aplicando-os aos argumentos produzidos ao longo do curso.

    Plano de Sessão

    — Relação produtor / realizador e as escolhas chave de produção;
    — Da ideia à escrita do argumento / a relação com os argumentistas;
    — Noções de financiamentos nacionais e internacionais;
    — A co-produção. Os contrato e as participações técnicas e artísticas em co-produção;
    — A orçamentação geral e por país;
    — A construção dos mapas de produção e do mapa de rodagem.;
    — A escolha das datas de rodagem;
    — O “casting” para a equipa autoral, artística e técnica;
    — Locais de rodagem, escolha, preparação e autorizações;
    — As opções técnicas: equipamentos e metodologias.

     

     

    Local

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  • Introdução à Crítica de Cinema

     

     

    Tiago R. Santos

    Tiago R. Santos nasceu em 1976 e, depois de uma curta carreira como jornalista, iniciou o seu trabalho de argumentista em 2007 com Call Girl. Escreveu A Bela e o Paparazzo, trabalhou em séries como Liberdade 21 e Conta-me como Foi e está a colaborar em Filhos do Rock, um novo projecto para a RTP. Actualmente, é também crítico de cinema para o suplemento Tentações, da Revista Sábado, autor de “Os Gatos Não Têm Vertigens”, o novo filme de António-Pedro Vasconcelos e acaba de publicar “A Velocidade dos Objectos Metálicos”, o seu primeiro livro.

    Preço do Módulo

    35€ / Sócio CEC
     45€ / Estudante
     55€ / Público-Geral


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    Introdução à Crítica de Cinema

    16 de Fevereiro 2014
    Departamento de Engenharia Informática, Universidade de Coimbra
    9:00 — 18:00

    O módulo pretende ajudar todos os estudiosos de cinema a terem as ferramentas necessárias para uma análise mais aprofundada e honesta das longas metragens, traduzindo essas competências para a escrita de um texto crítico jornalístico.

    Plano de Sessão

    — Introdução à escrita de crítica cinematográfica
    — Regras do texto jornalístico, contextualizando-o perante os vários géneros de publicação.
    — A importância de encontrar uma voz e a busca da honestidade intelectual.
    — Os vários elementos que devem estar presentes na crítica cinematográfica
    — Realização, argumento, fotografia e banda sonora. A necessidade de entender os objectivos de um filme e de enquadrar a obra num todo quando necessário.
    — Visionamento de uma longa-metragem
    — Escrita de um texto crítico de 2500 caracteres dessa mesma longa-metragem
    — Leitura e análise do trabalho dos alunos

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  • Cinema Documental — Abordagens

     

     

    Mário Patrocínio

    Nascido em Lisboa em 1978, filho de um médico apaixonado por fotografia e de uma mãe corajosa, aos oito anos já ia com a família a caminho do Japão. O seu primeiro contacto com o universo documental surgiu precisamente nesse país, como objeto de estudo, quando o canal de televisão japonês NHK decidiu relatar a experiência de uma criança Ocidental a estudar e a viver no mundo Oriental.

    Já em Portugal, depois de estudar economia, rumou aos EUA onde iniciou os seus estudos na área do cinema e colaborou em vários filmes de ficção. Nos anos seguintes estudou e trabalhou com diretores de teatro, televisão e cinema em Lisboa, Paris, São Paulo e Rio de Janeiro.

    Mais tarde embarcou na maior aventura da sua vida, dando início a uma extensa pesquisa dentro de um lugar considerado impenetrável: o Complexo do Alemão, maior e mais perigoso aglomerado de favelas do Rio de Janeiro. Depois de anos no terreno, na época de maior tensão de sempre na cidade, filmou a longa-metragem documental “Complexo – Universo Paralelo”, que estreou mundialmente no Festival Internacional de Cinema do Rio de Janeiro, em 2010.  

    “Complexo – Universo Paralelo” tem percorrido o mundo e foi galardoado com vários prémios, nomeadamente o de melhor filme internacional na categoria de direitos humanos no Artivist International Film Festival em Hollywood.

    O seu segundo filme como realizador é “I Love Kuduro”, longa-metragem documental que retrata o Kuduro enquanto fenómeno urbano que arrasta multidões de jovens em África, e começa a se espalhar um pouco por todo o mundo.

    Neste momento com base em Lisboa, Mário desenvolve os seus próximos filmes e é juntamente com o seu irmão Pedro sócio fundador da BRO, produtora de cinema. Mário Patrocínio é um cidadão do mundo, apaixonado pela vida, que continua acreditando que “navegar é preciso”.

    Preço do Módulo

    35€ / Sócio CEC
     45€ / Estudante
     55€ / Público-Geral


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    Cinema Documental — Abordagens

    15 de Fevereiro 2014
    Estúdios UCV, Casa das Caldeiras, Universidade de Coimbra
    9:00 — 18:00

    O documentário é um género cinematográfico que se caracteriza pelo compromisso com a exploração da realidade, assumindo nos dias que correm um papel ainda mais importante numa sociedade indignada e em mudança.
    Não se deve deduzir que ele represente a realidade «tal como ela é». O documentário, assim como o cinema de ficção é uma representação parcial e subjectiva da realidade.
    Neste contexto, é pertinente olhar para o documentário, como uma ferramenta de registo dos acontecimentos presentes.

    Plano de Sessão

    Como encontrar uma boa história?
    Processo de pesquisa?
    Tratamento para documentário.
    Definição de linguagem estética e de montagem.
    A escolha dos personagens.
    Processo de captação de imagens e som.
    Definição de uma visão e o caminho para a sua concretização.

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  • Financiamento e Aspectos Legais

     

     

    Ângela Cerveira

    Ângela Cerveira começou a trabalhar em cinema em 1986. Em 1989 foi sócia, com Joaquim Pinto e João Pedro Bénard, da produtora de cinema Invicta Filmes, Lda. Desde 1990, como Directora de Produção trabalhou com realizadores como João César Monteiro, Manuel Mozos, José Álvaro Morais, Miguel Gomes, Jeanne Waltz, Leão Lopes, Flora Gomes, Jorge Silva Melo, João Canijo entre outros, e recentemente no último filme de Christine Laurent. Produtora executiva da 9ª edição do Festival Internacional de Cinema Independente de Lisboa – Indielisboa.
    Directora de produção em projectos como: conteúdos do Pavilhão de Portugal na EXPO’98, Monumental’95/Mistérios de Lisboa.
    Actualmente é directora de produção da primeira longa-metragem do realizador João Salaviza

     

    Preço do Módulo

    35€ / Sócio CEC
     45€ / Estudante
     55€ / Público-Geral


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    Financiamento e Aspectos Legais

    15 de Dezembro
    Colégio de São Jerónimo, Universidade de Coimbra
    9:00 — 18:00

    O financiamento das produções é uma das componentes essenciais a uma boa execução destas, pois sem a existência de recursos financeiros torna-se impossível levar a bom porto o projecto de filme.
    A captação de recursos passa hoje em dia por uma diversidade de fontes, de entre das quais salientamos as receitas próprias, os financiamentos públicos directos (apoios e subsídios) e indirectos (mecenato) ou o financiamento totalmente privado (patrocínio).
    Neste módulo serão abordados o enquadramento legal à produção cinematográfica e audiovisual, em Portugal e na Europa, muito particularmente os mecanismos de incentivo e financiamento público, entre outros meios de obtenção de financiamento ou apoios à produção, e a elaboração de estimativas e de orçamentos de produção. Serão ainda discutidos os direitos de autor e direitos conexos e as suas implicações legais para a produção cinematográfica e audiovisual, assim como outros aspectos legais a ter em conta no Desenvolvimento e Preparação/Pré-produção de um projecto cinematográfico.

    Plano de Sessão

    — A Elaboração de um Projecto Cinematográfico;
    — O Degloss do Argumento e o Orçamento;
    — Fontes de Financiamento;
    — Produção e Co-Produção;
    — Aspectos Legais;
    — Contractos, Autorizações e Vistos;
    — Os direitos de autor conexos e outros;
    — Distribuição e exibição de um filme;


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