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Benedita Pereira

Benedita Pereira nasceu e cresceu no Porto e foi lá também que nasceu e cresceu o seu amor pelo teatro e pela representação. Fez teatro desde criança, e chegou mesmo a pisar o palco do Teatro Nacional São João com 13 anos. Fez algumas participações em televisão, ainda em adolescente até que com 17 anos foi escolhida para protagonista de uma série juvenil que viria a ser o fenómeno “Morangos com Açúcar”. A partir daí, a sua carreira em televisão foi lançada e protagonizou outras telenovelas de horário nobre e participou em espetáculos de teatro. Aos 22 anos, muda-se para Nova Iorque para estudar representação no Lee Strasberg Theater and Film Institute. Apaixona-se pela cidade e pelas possibilidades que ela representa. Volta a Portugal em 2009 para protagonizar a série de comédia “Ele é Ela”, que lhe vale o prémio de Melhor Actriz de Série no ano seguinte, mas logo depois regressa a Nova Iorque para ficar alguns anos a estudar com a professora Polina Klimovitskaya e investir numa carreira internacional e diversificada. Fez teatro, aliando-se a diferentes companhias independentes, cinema e publicidade e aproveitava as férias em Portugal para participar em séries/telenovelas como “Salazar”, “Maternidade” e “Mar Salgado”. Em 2013, foi júri do New York Portuguese Short Film Festival.

Em 2015, Benedita volta a Portugal para protagonizar “Santa Bárbara” na TVI e é nomeada para Melhor Atriz. Regressa depois aos EUA e participa em 3 filmes independentes em Los Angeles e São Francisco, a comédia dramática “I Hate The Man in My Basement”,  e os suspense/thrillers  “Ascension” e “Lasso”.

Seguem-se projectos de teatro em Portugal, primeiro no Teatro do Bairro com “O Homem” de João Telmo, e depois nos Teatros Nacionais do Porto e Lisboa com “Os Últimos Dias da Humanidade” de Karl Kraus. Volta à televisão em 2017 com a comédia “Sim, Chef!” Na RTP1 que teve 2 temporadas. Entre as temporadas participa na série americana “Blacklist” onde contracena com James Spader.

Mais recentemente, entrou em 2 episódios da série “Versailles” , filmada em Paris e que passa em 180 países, como Infanta Isabella de Braganza. Este ano também protagonizou o filme “Quero-te Tanto” de Vicente Alves do Ó, com estreia marcada para 2019.

Benedita vive entre Lisboa e Nova Iorque/Los Angeles, fala 4 línguas e tem o sonho de trabalhar nos 4 cantos de mundo.

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Diogo Amaral

Diogo Amaral é um dos mais promissores actores da sua geração.
Iniciou a sua carreira em 2001, com a novela “Sonhos Traídos”, da TVI, à qual se seguiu o papel de protagonista em “Morangos com Açúcar”, em 2003. Desde então já integrou o elenco de inúmeros projectos como Fascínios, Equador, Espirito Indomável, Jardins Proibidos ou Belmonte, nomeado para Melhor Telenovela nos Emmy Internacionais. Actualmente é um dos protagonistas de “Vidas Opostas”, na SIC.
Em 2016 regressou aos ecrãs do cinema com “Perdidos” de Sérgio Graciano e, já em 2018, dá vida a D. Pedro de Portugal na longa-metragem de António Ferreira, “Pedro e Inês” – possivelmente, o papel mais desafiante da sua carreira.

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Luís Ismael

Luís Ismael, cujo verdadeiro nome é Luís Miguel da Rocha Ferreira, é um cineasta, argumentista e ator português. Confessa que começou a interessar-se por fazer cinema aos 17 anos de idade. Luís nasceu em Valongo, no Porto, a 20 de novembro de 1971. É particularmente conhecido pelo seu trabalho na trilogia “Balas e Bolinhos”, cujo primeiro filme estreou em 2001 e o último, mais recentemente, em 2012. Luís Ismael dirigiu, escreveu e inclusivamente participou como personagem nos filmes.
O cineasta não se cinge somente aos filmes, em 2009 realizou e argumentou uma curta- metragem intitulada “consequências”. Luís Ismael já participou também noutras atividades paralelas com humoristas, nomeadamente com Fernando Rocha e Óscar Branco. Óscar caracteriza o seu trabalho como “cinema que podemos chamar nosso” (2018).
Mais recentemente na sua carreira, Luís Ismael realizou um filme de comédia português em Janeiro de 2018, intitulado de “Bad Investigate”, que estreou em Janeiro do presente ano.

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João Cabral

Nasceu em 1961 em S. Miguel. Tem a licenciatura em teatro do Conservatório Nacional de Lisboa (1980-85) e o mestrado em Teatro da ESAD.
Em 1982 começou a sua actividade como actor. Em televisão salienta o seu trabalho nas produções “Mau Tempo no Canal”, “A Banqueira do Povo”, “Jornalistas”, “A Mulher do Ministro”, “Jura”. No cinema participou em filmes de João Canijo, Rosa Coutinho Cabral, Fernando Lopes, Jorge António, Fernando Matos Silva, Francisco Manso. No teatro participou em peças encenadas por Mário Feliciano, Rosa Coutinho Cabral, Carlos Avilez, Diogo Dória, José António Pires e São José Lapa entre outros.
Dirigiu e encenou o Grupo de Teatro do ISCSP e o grupo Ultimato de Teatro universitário da FPCEUL. Foi professor de Expressão Dramática e do Curso Profissional de Artes Performativas na Escola Secundária Passos Manuel. Fez parte das equipas de dobragens de Teresa Madruga, de Teresa Sobral e de Cláudia Cadima.

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Tiago Cerveira

Tiago Cerveira é licenciado em Comunicação Social. Foi jornalista mas a paixão pelo documentário independente foi mais forte. Actualmente documenta, através da fotografia e vídeo, o património imaterial e material da Serra da Estrela e Beira Serra portuguesa. A dicotomia que dá o nome ao projeto do fotógrafo e realizador – O Meio e a Gente – está intrinsecamente ligada aos aspetos e características identitárias desta região do país. Realizou vários documentários antropológicos sobre a vida rural, exibidos e premiados em festivais de cinema.

Enquanto fotógrafo já fez várias exposições individuais e colectivas. Conta com várias publicações em vários orgãos de comunicação nacionais e internacionais.

Após o grande incêndio do passado dia 15 de Outubro 2017 tem focado o seu trabalho no pós-fogo onde se destaca com a websérie documental “15 memórias do fogo“, exibida na TVI24.

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Sukayna Najmudin

Sukayna Najmudin é membro no “Cinema for all” desde 2017. Ela juntou-se ao quadro após ter voluntariado durante 5 anos na unidade fílmica da universidade de Sheffield onde se empenhou de alma e coração na comunidade de cinema. Como presidente do comitê da unidade fílmica, trabalhou arduamente com a sua equipa para criar um espaço filmico que fosse inclusivo e enquanto membro ela tem trabalhado com o resto dos colaboradores para incentivar mais jovens para o movimento. Sukayna acredita que o Cinema deve ser algo fácil de se ter acesso porque tem o poder de aproximar pessoas.

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Konrad Domaszewski

Konrad Domaszewski é licenciado em Direito pela Universidade de Varsóvia e em Estudos Fílmicos pela Universidade Jagiellonian, em Cracóvia. Em 2006, no Orange Factor Film Festival, em Cracóvia, ficou reconhecido pela curta-metragem independente “What The Author Had in Mind”, um projecto com Michal Domaszewski. Foi o assistente de realização do êxito polaco “Ciacho” (realizado por Patryk Vega em 2010). No festival 48 Hours Film Project Warsaw, em 2012, o seu filme “How Many Degrees In A Warm Voice?” foi premiado em 6 distinções, nomeadamente filme do ano. Criou o estúdio de cinema independente Sashimodo Pictures (cuja produção é fundamentalmente curtas-metragens, videoclipes e programas). O objectivo é evoluir continuamente enquanto artista para que não se torne limitado a nenhum género fílmico. Gosta de Cronenberg, Polanski, Scorsese, Jodorowsky e tantos outros realizadores. Em 2014 foi membro do júri no Jameson Cinefest, 11ª edição do Miskolc International Film Festival e em 2017 foi também jurado na 24ª edição do Etiuda & Anima International Film Festival.

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José Cid

José Cid (1942) é um cantor, compositor, instrumentista e produtor musical português. Iniciou a sua carreira aos 14 anos de idade ao integrar o grupo “Os Babies”, criado em 1955. Foi aos 17 anos que se estrou no mundo da composição, criando a música “Andorinha”, com fortes influências de jazz.

Terminado o secundário no Colégio Portugal, em 1960, ingressou no ensino superior na Faculdade de Direito da Universidade de Coimbra. Abandonou o curso cinco anos mais tarde, sem conseguir terminar o primeiro ano. Contudo, o tempo que lá passou não foi em vão, tendo integrado três grupos: “Conjunto Orfeão”, “Trio los Dos” e “Os Claves”. Após uma audição, José Cid foi convidado a juntar-se ao grupo, que viria mais tarde a chamar-se “Quarteto 1111”, e foi como vocalista e teclista deste que se destacou no panorama musical.

O cantor foi um concorrente assíduo do Festival da Canção, tendo a sua primeira interpretação acontecido com a música “Balada de D. Inês”, em 1968, juntamente com o “Quarteto 1111”. Mais tarde, em maio de 71, editou o seu primeiro álbum solo, ao qual deu o seu nome próprio, e lançou a EP “Lisboa Perto e Longe”. Depois das várias músicas levadas ao Festival da Canção, venceu com “Um Grande, Grande Amor” e qualificou-se em sétimo lugar no Festival Europeu. Posteriormente, regressou com o tema “Morrer de amor por ti”, ficando em segundo lugar. Em 1988, conquistou o primeiro lugar numa edição especial, com a composição “Se eu te pudesse abraçar”, apresentada por José Gonçalo. Nesse ano lançou também o disco “Oda a Frederico Garcia Lorca”, que reúne as guitarras de Coimbra e a poesia de Lorca. Para além do Festival da Canção, colaborou noutros projetos associados à RTP como a “Música Portuguesa” e “O Natal com José Cid”. Participou, ainda, no disco solidário “Abraço a Moçambique”.

Em 2009 lançou o álbum “Coisas do Amor e do Mar”, que inclui o tema, distinguido com um Emmy Award, “Mais um dia”. José Cid foi ainda galardoado, nesse mesmo ano, com o prémio de consagração de carreira pela Sociedade Portuguesa de Autores, tornando-se o primeiro artista musical a recebê-lo. Não só a nível nacional foi conhecido e reconhecido. O cantor participou, dois anos seguidos, no World Popular Song Festival em Tóquio; foi premiado no Festival Yamaha; estreou o Festival OTI, em Madrid E foi reconhecido pela Billboard com o álbum “10 000 anos entre Vénus e Marte”; gravou em Cannes e Los Angeles e obteve sucesso nos mercados australiano e sul-africano. Lançou o seu último álbum, até ao momento, em 2015, intitulado “Menino Prodígio”.

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João Rui Guerra da Mata

João Rui Guerra da Mata nasceu em Lourenço Marques, Moçambique. Passou os seus anos formativos em Macau, na China, então uma colónia portuguesa. Estudou e trabalhou em Design Gráfico e Tipografia em Lisboa, onde reside actualmente. Trabalha em cinema desde 1995 como art director, production designer, actor, assistente de realização, argumentista e realizador.

Em 2003 foi convidado pela Escola Superior de Teatro e Cinema a desenhar o programa da disciplina de Art Direction/Production Design, até aí inexistente. Foi professor da referida disciplina de 2004 a 2011.

Em 2012 realizou a sua primeira curta-metragem a solo, O QUE ARDE CURA, premiada na competição do Festival Internacional de Cinema de Locarno. Apresentada em vários festivais de cinema, integrou uma projecção especial do Festival Internacional de Turim sobre “A voz humana” de Jean Cocteau, sendo exibida juntamente com “Una Voce Umana” (1948) de Roberto Rossellini com Anna Magnani e “The Human Voice” (1966) de Ted Kotcheff‘s com Ingrid Bergman.

Co-realizou várias curtas e a longa A ÚLTIMA VEZ QUE VI MACAU (2012) com o seu companheiro e colaborador artístico habitual, João Pedro Rodrigues, sendo IEC LONG (2014) a curta mais recente da dupla, fazendo parte de um corpo de trabalho a que gostam de chamar os seus “filmes asiáticos”.

Também trabalhou como argumentista em várias longas e curtas, sendo a última, O ORNITÓLOGO (2016), realizada por Rodrigues.

Em 2016, o Centro Pompidou de Paris dedicou-lhe uma Retrospectiva Completa e Instalação (25/11/2016-2/01/2017), em conjunto com Rodrigues.

Outras retrospectivas internacionais incluem duas retrospectivas itinerantes no Japão – Athénée Français em Tóquio, Yokohama, Yamaguchi Centre for Arts and Media, Quioto, Osaka – IndieTokyo, 2013/2015; The Road to Macao – The Floating Worlds of João Pedro Rodrigues and João Rui Guerra da MataHarvard Film Archive, (2015); Taipei International Film Festival (2015); Instituto Moreira Salles, Rio de Janeiro (2017); Around “The Ornithologist”, Harvard Film Archive (2017); FilmMadrid (2017).

Em 2016, SAN MA LO 270, MACAU, projecto para a sua nova longa-metragem asiática que desenvolve actualmente, foi premiado no Crouching Tigers Project Lab do 1º International Film Festival & Awards – Macau.

Os seus filmes fazem parte das colecções de várias cinematecas e museus, destacando-se a colecção permanente do Museum of Modern Art (MoMA).

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