Nuno Gonçalves é licenciado em Ciências Históricas pela Universidade Lusíada de Lisboa. Iniciou o percurso profissional numa empresa multinacional, da área do grande consumo em Madrid, Amesterdão, Colónia, e mais tarde em Portugal.
Foi Diretor de Marketing da Edivideo (representante dos catálogos das Majors americanas Paramount, Universal, Dreamworks e 20th Century Fox).
Posteriormente foi Director Comercial de Distribuição e Exibição da Filmes Castello Lopes, representante à época dos catálogos da 20th Century Fox e Miramax na distribuição para cinema.
A partir de 1999 integra os quadros da Lusomundo, inicialmente como Director de Marketing e posteriormente como Director Comercial, tendo mais tarde sido nomeado Director Geral. Com a compra da Lusomundo pela PT Portugal e com o posterior split para a ZON, é nomeado Administrador Executivo da ZON Lusomundo Audiovisuais.
Desde janeiro de 2015 é partner da Cinemundo.
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Músico, compositor, produtor e instrumentista, nasceu em Coimbra a 20 de Abril de 1979, mas cresceu em Alcobaça até Ingressar na Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra.
Em 1999, surge em Coimbra, o projecto “a Jigsaw”, do qual é um dos membros fundadores. Banda essa, que além de músico e compositor, assume também o papel de Produtor.
Embora sem nunca ter feito uma banda sonora para um filme, com a Jigsaw musicou vários, um dos quais durante o Festival Caminhos do Cinema Português. Já trabalhou com vários realizadores, não com bandas sonoras, mas com vídeos de música, dos quais destacaria António Ferreira. “The Wolf and The Rose” e “Objectosfera” são também dois espetáculos criados de raiz com o Marionetista Rui Sousa (Marionetas da Feira) onde a música faz a banda sonora da peça de Teatro de Marionetas.
Mais recentemente esteve envolvido na peça de Teatro “Tomeo – Histórias Perversas” da Escola da Noite, onde concebeu todo o universo sonoro.
Neste momento além de fazer parte de a Jigsaw, colabora com varias outras bandas da Cidade, Birds Are Indie, The Parkinsons, The Twist Connection, etc… bem como trabalha na Blue House, uma espécie de casa da criação, onde colabora principalmente com bandas da cidade de Coimbra.
Tomás Baltazar possui uma licenciatura em Som e Imagem pela Universidade Católica do Porto, uma pós-graduação em Edição de Cinema e Televisão pela Escola de Cinema e Televisão Septima Ars de Madrid, tendo ainda frequentado o Cumbria Institute of the Arts, em Carlisle, Reino Unido.
Estreou a curta metragem “um dia cabouqueiros” no IndieLisboa2015, competição nacional. A sua segunda curta-metragem, “Descalço” (2010) estreou no Festival Luso-Brasileiro de Santa Maria da Feira, onde venceu o prémio “Onda Curta RTP2”.
Com uma já longa carreira em montagem , montou cerca de 40 filmes desde 2005, entre longas, curtas, documentários e ficção de realizadores como Edgar Pêra, Rodrigo Areias, Miguel Clara Vasconcelos, Raquel Freire, Aya Koretzky, André Gil Mata, João Trabulo, Vincent Lefort, Sofia Marques, Albano Silva Pereira, Júlio Alves ou Jorge Quintela, João Pedro Rodrigues e João Rui Guerra da Mata, Tiago Afonso, António Borges Ferreira, Nathalie Mansoux, Pilar Palomero, Manel Raga Raga. Estes filmes foram exibidos e premiados em festivais como Doclisboa, IndieLisboa , Roterdão, Visons du Réel, Rio de Janeiro, São Paulo, Chicago, Cinesul, Guadalajara, Sevilha, Vila do Conde, Festival Internacional de cinema Curitiba, Fantasporto ou Documenta Madrid, Seul, Berlim.
André Badalo, 35 anos, argumentista, produtor e realizador com contrato assinado com a distribuidora Warner Brothers. Licenciado em cinema na Escola Superior de Teatro e Cinema de Lisboa e formado em Realização e Direção de Atores na University of Southern California em Los Angeles, em Microbudget Film Production no BingerLab em Amsterdão e Robert McKee’s Scriptwriting Story e Love Story na University of Westminster em Londres. Realizou as curtas-metragens “História de Papel”, “Shoot Me” e “Catarina e os Outros”, com Diogo Infante, Maria João Bastos e Victoria Guerra nos papéis principais, filmes que ganharam dezenas de prémios em festivais internacionais. Em Los Angeles, trabalhou com o realizador Bryan Singer (X-Men, The Usual Suspects) que sobre o trabalho de André Badalo menciona: “exquisite and admirable use of camera withintense and outstanding performances”. Foi um dos 9 realizadores internacionais convidados para co-realizar o filme “Baku I Love You”, com um elenco internacional: Asia Argento, Alessandro Bertolucci e Eysan Özhim e produzido pela Mos Film do realizador russo Konchalovskiy (House of Fools; Maria’sLovers; Tango and Cash). Sobre o trabalho de André Badalo, Konchalovskiy menciona: “precise and romantic withthe camera, fearless and meticulous with the actors”. Em pós-produção está a longa-metragem “Portugal não está à venda”, escrita e realizada por André Badalo, com Pedro Teixeira, Ana Zanatti, Dalila Carmo, São José Correia, Rita Pereira, Maria Vieira e Paulo Pires nos papéis principais, filme que será distribuído nos cinemas pela NOS Lusomundo em 2018.
LILIANA S. LASPRILLA (Venezuela, 1987) licenciada em Novas Tecnologias da Comunicação em Aveiro (2008), especializou-se posteriormente em Produção Cinematográfica na ECAM – Escuela de Cinematografia de Madrid.
Em Espanha participou em longas-metragens internacionais tais como “Death of a Pilgrim”, “The Cold Light of Day” e na produção de curtas-metragens, entre elas “Verbenas” de Ana Rodriguez, “El Secreto del Circo”, “The beach” de Elisa Cepedal ou “Estocolmo”, de Juan Viruega.
Em 2011 começa a sua trajetória na área documental com “Tánger Gool”, de Juan Gautier, rodado entre Espanha e Marrocos. Em Portugal continuou o seu percurso na Red Desert Films, dedicada ao desenvolvimento e à internacionalização dos documentários em mercados tais como o do Festival Clermont Ferrand ou o Cross Video Days (FR).
Desde 2014, a Liliana é a produtora da PIXBEE, sócia da EDN – European Documentary Network e recentemente foi Júri no Festival de Cinema Luso-Brasileiro (2016).
Paulo Cunha é Doutor em Estudos Contemporâneos pela Universidade de Coimbra, docente de Cinema na Universidade da Beira Interior, investigador do CEIS20-UC e programador no Cineclube de Guimarães e nos festivais internacionais de cinema Curtas Vila do Conde e Porto/Post/Doc.
Maria João Mayer é produtora cinematográfica há mais de 10 anos e já trabalhou com alguns dos cineastas mais reconhecidos em Portugal — casos de Manoel de Oliveira, Fernando Lopes, Margarida Cardoso, entre muitos outros. Em relação às obras mais recentes, destacam-se Montanha e Rafa, de João Salaviza, Yvone Kane, de Margarida Cardoso, e Um Dia Frio, de Cláudia Varejão.
Em 2015 foi uma de cinco mulheres distinguidas nos Prémios “Mulheres Criadores de Cultura” promovido pelo Gabinete de Estratégia, Planeamento e Avaliação Culturais do Ministério da Cultura.
Licenciado em Cinema pela Escola Superior de Teatro e Cinema com especialização em Produção, colaborou, entre outros, na produção da curta-metragem Rhoma Acans, que integrou a competição “Ensaios Visuais”, da XIX edição do festival Caminhos do Cinema Português (2012). É, desde 2015, gestor de produto na NOS Audiovisuais, integrando a equipa de marketing do catálogo independente.
Nuno Garcia nasceu em Lisboa onde se formou em Realização de cinema, mas tendo começado a estagiar na antiga CEE centro de edição especial, rapidamente se apaixonou pela pós produção.
Começa como assistente de Telecinema e durante 2 anos tem a função de auxiliar o colorista senior na colocação dos rolos de película 16mm e 35mm, fazer grading one light para os editores montarem.
Passado esse tempo e já como sénior colorista tira vários cursos na Rank Cintel e DaVinci com Stuart Black Jones, Davinci 888 dui, DaVinci 2k e SpiritTelecine na empresa LightFilm. Executando trabalhos para todas as produtoras nacionais e estrangeiras de publicidade, cinema, telefilmes, clipes de musica. Trabalhando directamente com as equipas de edição, composição de imagem e 3D.







