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Eduardo Condorcet

Nasceu em Coimbra em 1972. Licenciado em Ciências da Comunicação pela Universidade Nova de Lisboa (especialização em Cinema) em 1995, obteve o grau de Master of Arts in Film na Leeds Metropolitan University (Reino Unido) em 2001, com uma tese dedicada à Narrativa e Novos Media. Efectuou um período de especialização na Hochschule für Film und Fernsehen –Konrad Wolf, antiga Escola Superior de Cinema da Ex-RDA, em Potsdam-Babelsberg, arredores de Berlim. Presentemente está em doutoramento em Arquitectura e Imagem em Movimento na Universidade de Cambridge, em Inglaterra, dedicando a sua tese à intermedialidade, performance e participação do espectador em cinema, teatro e multimedia. Faz trabalho ainda como Realizador, Encenador, Transmedia, Argumentista, Editor, Músico e Actor.

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António Morais

Bragança, Portugal, 1985. Terminou seu curso de Fotografia Profissional no Instituto Português de Fotografia do Porto em 2005. Obteve a Licenciatura em Som e Imagem na Universidade Católica Portuguesa do Porto em 2008. Concluiu o Mestrado em Comunicação Audiovisual com especialização em Produção e Realização Audiovisual no Instituto Politécnico do Porto em 2010.

Desde o início do seu percurso académico, que fez parte de diversas equipa de rodagem inúmeros curtas-metragens, filmes, documentários e programas de TV como Diretor de fotografia. Trabalhou em todo o tipo de produções no Médio Oriente (Jordânia, Yemen, Palestina, Israel). Os últimos projectos a salientar: a longa-metragem “Oversized Coat” para a produtora Nawras Media; o Documentário de longa duração para TV “Camera and the City – Yemen” para a produtora, Vision, cliente Al Jazeera Documentary; o programa de comédia “The Rania Show” para a produtora Green Bananas, cliente Roya TV; a série de televisão “The Asphalt Color” para a produtora Pan East Media, cliente Abu Dhabi TV (ADTV) e o documentário “Born in 48” para produtora, Vision, cliente Al Jazeera Documentary. Em 2016 e 2017 fez a direção de Fotografia cineasta da série documental para TV, “Expats” para Al Jazeera Documentary. Filmada em todo o mundo (Inglaterra, Canada, Brasil, Noruega e Australia). Mais recentemente devido ao trabalho que tem vindo a desenvolver na última década como Cinematógrafo e Diretor de Fotografia foi reconhecido pela Sony, como Independent Certified Expert (ICE). Hoje em dia faz parte da plataforma de formadores ICE da Sony.

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Miguel Martins

Miguel Martins (1975, Lisboa) sound designer e recording mixer.
Desde 2001 trabalhou em mais de 80 filmes entre curtas e longas metragens.
Trabalhou também como director musical (filmes, séries) fez sound design para rádio, publicidade, animação e cinema.
Os seus últimos trabalhos de sound design estão nos filmes El Dorado XXI de Salomé Lamas e Rio Corgo de Sérgio Costa e Maya Kosa presentes na Berlinale.
Em 2015 trabalhou também com Miguel Gomes na trilogia “ As Mil e Uma Noites” tendo sido distinguido pela European Film Association com o prémio Best Sound Design 2015.
Ao longo do deste tempo trabalha com realizadores como Manoel de Oliveira, Fernando Lopes, Raoul Ruiz, João Nicolau,João Vladimiro todos eles presentes e/ou premiados nos mais diversos festivais de cinema.
Trabalha regularmente em Lisboa, Genebra e Paris.

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Luís Antero

Artista sonoro. Desenvolve desde 2008 um trabalho de recolha e documentação do património imaterial sonoro das zonas da Beira Serra e Serra da Estrela, com base em gravações sonoras de campo e que pode ser acompanhado através dos sites www.luisantero.yolasite.com e www.luisantero.bandcamp.com

É curador da netlabel Green Field Recordings, dedicada exclusivamente à edição online de trabalhos sonoros com base em gravações sonoras de campo e do programa de rádio O Coleccionador de Sons (www.ocoleccionadordesons.yolasite.com), na Rádio Zero e Rádio Universidade de Coimbra, de 2009 a 2013. Lugar Sonoro é o seu segundo programa de rádio, com emissões quinzenais a partir da Rádio Boa Nova, em Oliveira do Hospital, com podcast em lugarsonoro.bandcamp.com

Foi artista convidado e um dos responsáveis pelas gravações do projecto Sons do Arco Ribeirinho Sul, na cidade do Barreiro, director artístico do Arquivo Sonoro do Centro Histórico de Coimbra, do arquivo Sons da Montanha: Arquivo Sonoro de São Martinho de Anta (a partir de Miguel Torga), entre outros. É licenciado em Estudos Artísticos.

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Pedro Magano

Pedro Magano (Ílhavo,1981), estudou Tecnologias da Comunicação Audiovisual no Porto, na Escola Superior de Música, Artes e Espetáculo (ESMAE) acabando a licenciatura em 2007. Entre 2003 e 2008 colabora com a RTP como operador de câmara.

Como Diretor de Fotografia participou nos documentários “O Vício da Liberdade”, (2011) e “Manuel António Pina – Um sítio onde pousar a cabeça” (2012), ambos produzidos pela Terra Liquida Filmes. Em 2014 colaborou no projeto ArtMénia”, da Fundação Gulbenkian, e em 2015 nas suas duas primeiras longas-metragens documentais como realizador, “Irmãos” e “A um mar de distância”.

Como realizador, Pedro estreou-se em 2007, com a curta-metragem no âmbito escolar “Logo hoje”,obtendo o Prémio Competição de Avanca, no Festival Internacional de Cinema de Avanca. Seguiu-se a média-metragem documental “Era Uma Vez no Iraque” (2014) sobre o atentado à base militar em Nassíria, em 2003. “Irmãos” é a primeira longa-metragem de Pedro, um documentário sobre as romarias de São Miguel, que obteve o Grande Prémio do Festival Caminhos do Cinema Português (PT, 2015), o Lince de Ouro de Melhor Documentário no Fest – New Directors FilmFestival  (PT, 2016), foi selecionado em vários festivais, entre eles, no Festival Filmes do Homem(PT) e no Festival Internacional de Cinema Documental de Ciudad de México – DOCS MX. “Irmãoschegou também a Cabo Verde, Moçambique e EUA, foi convidado a participar no Mercado do Festival Visions du Réel  (2016) e recentemente foi lançado em DVD pela Real Ficção. 

Em 2016 foi a estreia de “A um mar de distância”, segundo documentário, rodado entre o Canadá e Portugal, sobre as sepulturas esquecidas dos pescadores de bacalhau portugueses. Este filme recebeu uma Menção Honrosa no Festival Caminhos do Cinema Português, foi exibido na Mostra de Cinema Português Contemporâneo de São Paulo (BR), no Festival de Curtas-metragens dos Açores (PT)  e no Festival de Cinema Português de Moscovo (RUS), antes de ter a sua estreia na RTP Internacional e no Portuguese TV Channel (EUA). 

Atualmente, o realizador está a finalizar a pós-produção da curta-metragem de ficção, “Luana”, e a desenvolver um novo documentário para 2018 entre Portugal e EUA.

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David Badalo

David Badalo é Director de Som com experiência em ficção e documentário. Colabora regularmente com André Badalo e com a Original Features. É bacharel (BASc) em Produção de Som no Instituto SAE de Madrid. Frequentemente lecciona na ETIC – Escola de Tecnologias Inovação e Criação.

Ao longo destes anos tem feito Direcção de Som, Perche e Pós Produção de Áudio em vários projectos de Cinema, Televisão e Publicidade. Trabalhou em diversas longas metragens tais como, “As 1001 Noites” de Miguel Gomes , “As Variações de Casanova” , “”Axilas” de José Fonseca e Costa, “Portugal Não Está À venda” de André Badalo, “Tous Les Rêves du Monde” de Laurance Ferreira Barbosa, etc.

Em Televisão fez captação de som para telenovelas Portuguesas e Angolanas, para a série Americana “In Search of Aliens” para o Canal História, entre outros.

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Ricardo Leite

Ricardo Leite nasceu em 1978 em Santa Bárbara d’Oeste, estado de São Paulo, no Brasil. Estudou cine-vídeo e teatro na Escola Superior Artística do Porto entre 1998 e 2002. Organizou e participou desde 1999 em variadas Mostras e Exposições dentro da área do Cinema, tendo participado em eventos na Europa, Marrocos, Brasil e Cabo-Verde. Colaborou e trabalhou com instituições como o Cineclube do Porto, Cineclube Amazonas Douro e a Associação de Iniciativas Culturais e Artísticas, no Porto, (AICART). Foi um dos sócios fundadores do projecto Átomo47, o único laboratório de cinema independente do país, inaugurado em 2007. Tendo trabalhado maioritariamente no género experimental e em película, voltou ao género documental com o longa-metragem em vídeo “Mazagão, a água que volta”, subsidiado pelo ICA e RTP em 2011. É também director de fotografia em projectos filmados em película e vídeo. Presentemente trabalha no seu laboratório de cinema independente de estrutura associativa – Átomo47 que colabora com a Casa da Imagem em V.N. de Gaia. A Átomo47 faz parte de uma lista internacional de 40 laboratórios independentes ( www.filmlabs.org ). É doutorando no curso de Educação Artística da Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto.

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Catarina Alves Costa

Catarina Alves Costa é realizadora e antropóloga. Realizou, entre outros filmes, Senhora Aparecida (1994), Swagatam (1998) Mais Alma (2000), O Arquitecto e a Cidade Velha(2004), Nacional 206 (2009) Falamos de António Campos (2010) Pedra e Cal (2016). Estudou Antropologia Social, fez o Mestrado em Antropologia Visual no Granada Centre for Visual Anthropology da Universidade de Manchester, como bolseira da Fundação Calouste Gulbenkian e o Doutoramento na Universidade Nova de Lisboa com a tese Camponeses do Cinema. Representações da Cultura Popular no Cinema Português. Em 2000 fundou, com Catarina Mourão, a produtora Laranja Azul onde produziu filmes de Daniel Blaufuks, Sílvia Firmino e João Ribeiro, entre outros. É Professora Auxiliar da Universidade Nova de Lisboa e Coordenadora do Mestrado em Antropologia – Culturas Visuais. Coordena o NAVA (Núcleo de Antropologia Visual e da Arte), Linha temática do Centro em Rede em Antropologia / CRIA. Ensina também nos mestrados e doutoramentos da Universidade de São Paulo, no Brasil, e na Faculdade de Ciências Sociais da Universidade de Barcelona, assim como no Lisbon Docs, Fórum para a Produção de Documentários.

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Daniel Ribas

Nasceu e vive no Porto. É diretor e programador do Porto/Post/Doc. É também colaborador do Curtas Vila do Conde. Atualmente, é professor de cinema da Escola das Artes da Universidade Católica Portuguesa e membro do CITAR – Centro de Investigação em Ciência e Tecnologia das Artes. É Doutor em Estudos Culturais pelas Universidades de Aveiro e do Minho. Tem escrito diversos artigos e capítulos de livros sobre cinema português contemporâneo, cinema experimental e documentário. Membro fundador e Presidente da atual direção da AIM – Associação de Investigadores da Imagem em Movimento.

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