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Cerimónia de Abertura – JANTAR (Caminhos do Cinema Português,180′, 2025)

A Cerimónia de Abertura da 31.ª Edição do festival Caminhos do Cinema Português propõe uma viagem cinematográfica entre momentos marcantes da história do nosso cinema, pelo olhar de realizadoras e realizadores portugueses.

O cinema português sempre foi uma cartografia dos nossos territórios – rios que descem encostas, planaltos que se perdem no horizonte, dunas que enfrentam o mar. Imagens contemplativas, planos abertos, geografias que respiram.

Nesta cerimónia serão apresentados ao público os pontos altos do programa da 31.ª edição e os seus intervenientes num jantar-cerimónia que estreitará laços entre criadores e espectadores. 

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Cerimónia de Encerramento – JANTAR-CONCERTO (Caminhos do Cinema Português,180′, 2025)

Os Caminhos do Cinema Português encerram a sua 31.ª edição no dia 22 de novembro, às 20h00, na Sala Afonso Henriques (Convento São Francisco) com a Cerimónia de Entrega de Prémios, momento maior de celebração da cinematografia nacional.

Do Grande Prémio Cidade de Coimbra aos galardões técnico-artísticos (realização, fotografia, interpretação, som, argumento, entre outros), passando pelos prémios atribuídos pela FIPRESCI e pelo público, esta noite distingue a excelência, a diversidade e a vitalidade do cinema português contemporâneo.

Na cerimónia poderá desfrutar de um jantar acompanhado pela a atuação de CRUA, projeto que revisita o repertório tradicional ibérico com o adufe como instrumento central, criando uma ponte entre cinema, herança cultural e criação contemporânea.

 

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O Último Suspiro (Costa-Gavras, Drama, 100′, 2024)

Durante uma visita a um hospital parisiense, Fabrice, escritor de renome, conhece Dr. Masset, responsável do serviço de Cuidados Paliativos. Enquanto o médico lhe dá a conhecer o seu dia-a-dia através de encontros com cuidadores e pacientes, Fabrice irá experienciar um turbilhão de emoções tão avassaladoras que, mesmo para ele, será difícil encontrar palavras para descrever. 

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Os Demónios do Meu Avô (Nuno Beato, Animação, 90′, 2023)

Rosa, uma profissional de topo, altamente cotada no mercado empresarial, leva uma vida exigente e inteiramente dedicada ao seu trabalho. A morte do avô, de quem se tinha progressivamente afastado, devido ao trabalho inesgotável, acaba por lhe provocar um súbito ataque de stress que coloca em dúvida as suas escolhas. Rosa decide, então, abandonar a cidade e partir ao encontro do lugar e das memórias da sua infância, vivida ao lado do seu avô. Ao chegar à propriedade isolada, no meio da paisagem transmontana, descobre que o avô lhe deixou um conjunto de terras praticamente abandonadas e a casa da sua infância quase em ruínas. Levada pelo remorso e pela necessidade de encontrar novo rumo para si, tenta reconstruir a casa e os campos. Rosa, contudo, não está sozinha. Além das pessoas com quem estabelecerá novos laços, surge um grupo de demónios de barro modelados pelo seu avô que parecem, por vezes, ganhar vida, aconselhando-a e orientando-a e consolando-a, como ele próprio teria feito. 

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O Riso e a Faca (Pedro Pinho, Drama, 211′, 2025)

Sérgio viaja para uma metrópole da África Ocidental. Vai trabalhar como engenheiro ambiental para uma ONG, na construção de uma estrada entre o deserto e a selva. Ali, envolve-se numa relação íntima mas desequilibrada com dois habitantes da cidade, Diara e Gui. À medida que adentra nas dinâmicas neocoloniais da comunidade de expatriados, esse laço frágil torna-se o seu último refúgio perante a solidão ou a barbárie. 

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