Zé Pedro, o lendário guitarrista de Xutos e Pontapés, é para muitos a maior figura do rock ‘n’ roll português. Foi o grande impulsionador do género musical em Portugal, não só enquanto guitarrista fundador de uma das mais aclamadas bandas nacionais de sempre, mas também através da divulgação do rock nos papéis de crítico de música, de radialista e de dono do Johnny Guitar, mítico clube lisboeta e sala de concertos, onde tantas e tantas bandas deram os seus primeiros passos. Combinando imagens de arquivo pessoais e da banda com entrevistas a familiares e amigos próximos, o documentário “Zé Pedro Rock ‘n’ Roll” é simultaneamente uma justa homenagem e uma viagem íntima à vida e ao mundo de um dos mais carismáticos músicos em Portugal, que faleceu em 2017.
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No início dos anos 90, Portugal viveu a sua própria explosão da música de dança. Raves de proporções épicas e um som inovador deram origem ao que na altura chamaram “Underground house music from a paradise called Portugal”. Com imagens exclusivas e entrevistas a DJs, produtores, bailarinos e promotores, o filme retrata a génese e evolução da cultura rave portuguesa, bem como o seu impacto duradouro na música eletrónica a nível mundial.
Num bairro dos subúrbios de Teerão (Irão), Vahid, mecânico de automóveis e antigo prisioneiro político, leva uma vida tranquila até receber na sua oficina Eghbal, um cliente com uma prótese na perna resultante de um acidente. O som que aquele homem faz ao andar desperta em Vahid memórias terríveis: o mesmo ruído que ouvia, de olhos vendados, durante os interrogatórios e agressões a que foi repetidamente submetido. Convencido de que aquele homem foi um dos seus torturadores, o mecânico rapta-o e decide enterrá-lo vivo. Apesar da certeza inicial, não tarda a questionar-se se não estará a cometer uma injustiça. Em busca de provas irrefutáveis, procura então alguns dos antigos companheiros de cárcere que também sofreram às mãos do mesmo carrasco.
Na década de 1970, William Miller, um adolescente de 15 anos, tem a chance de realizar seu sonho acompanhando a turnê da banda Stillwater como jornalista. A sua mãe superprotetora acredita que o mundo do rock é dominado por drogas e sexo, mas as matérias do garoto chamam a atenção da revista “Rolling Stone”, que o convida a viajar com o grupo. Ignorando os conselhos, William faz amizade com os músicos, seus fãs e uma garota em especial.
Zhili, a 150 km de Beijing. Nesta cidade dedicada à manufatura têxtil, jovens trabalhadores vêm de todas as regiões rurais atravessadas pelo rio Yangtze. Têm vinte e poucos anos, dividem dormitórios e comem nos corredores. Trabalham incansavelmente para um dia poderem criar um filho, comprar uma casa ou montar a sua própria oficina. Amizades e amores fazem-se e desfazem-se de acordo com as estações do ano, falências e pressões familiares.
Nas fábricas têxteis de Zhili, as histórias tornam-se mais dramáticas à medida que o tempo passa. Fu YUN continua a ser gozada pelos colegas por causa de erros. Xu WANXIANG não consegue encontrar o seu caderno e sem ele o patrão recusa-se a pagar-lhe o salário. Um grupo de trabalhadores vê um fornecedor envolver-se numa luta com um patrão endividado. Noutra fábrica, o patrão fugiu com o dinheiro. Os trabalhadores ficam sozinhos, sem o fruto do seu trabalho. Hu SIWEN conta a história das manifestações de 2011 em Zhili: a brutalidade policial, as detenções e o medo. Depois de negociações amargas, os trabalhadores regressam a casa para celebrar o Ano Novo.
Norte de Itália, Verão de 1983. Elio Perlman, de 17 anos, passa os dias na casa de campo dos seus pais, uma mansão do século XVII, a ouvir música, a ler e a nadar. Um dia, recebe a visita de um doutorando americano, que será o novo assistente do seu pai. Tal como Elio, Oliver tem ascendência judaica; é também jovem, belo e confiante. De início, Elio mostra-se frio e distante mas, à medida que o Verão avança, a atracção entre ambos torna-se mais intensa.
RIO DE JANEIRO, ANOS 70. No Brasil impera a ditadura militar iniciada em 1964 e que só viria a terminar em 1985. Rubens Paiva é um deputado do regime deposto, casado, pai de cinco filhos, engenheiro de profissão. Em janeiro de 1971, homens armados do regime militar entram na sua casa e levam-no para interrogatório. Nunca regressou, sendo oficialmente considerado como “desaparecido”.
“Ainda Estou Aqui” é a história duma família; é a história de Eunice, uma mãe que tudo faz para que a família tenha uma vida normal, enquanto encobre dos filhos a dura realidade do desaparecimento do pai; é a história duma mulher, Eunice, na procura incessante do marido desaparecido, empenhada em descobrir a verdade por detrás do “desaparecimento”; é uma história do Brasil nos horríveis anos da ditadura militar.
“Ainda Estou Aqui” conta com uma enorme interpretação de Fernanda Torres no papel de Eunice, com Selton Mello no papel de Rubens Paiva e Fernanda Montenegro no papel de Eunice nos dias de hoje.
“Ainda Estou Aqui” é o filme indicado pelo Brasil como candidato aos Óscares de 2025.
O primeiro documentário oficialmente autorizado explora as origens dos Led Zeppelin e a sua ascensão meteórica que, contra todas as probabilidades, a icónica banda conseguiu atingir em apenas um ano. Um filme que quase não chegou a ver a luz do dia face aos enormes desafios que o realizador teve de enfrentar, como a escassez de filmagens do período inicial da banda, e que conta com testemunhos dos seus membros, impulsionados por imagens psicadélicas inéditas e impressionantes atuações. Esta odisseia cinematográfica imersiva mergulha na história dos Led Zeppelin para revelar uma quantidade de imagens raras e nunca antes vistas.







