• Bichos a Bordo (VP) (Jean-Christian Tassy , Benoît Daffis, Animação, 99′, 2025)
  • Broken English (Jane Pollard, Iain Forsyth, Documentário, 100′, 2025)
  • Aos Nossos Amigos (Adrián Orr, Doc-Ficção, 90′, 2024)
  • Uma Separação (Asghar Farhadi, Drama, 117′, 2011)
  • Ku Handza (André Guiomar, Documentário, 77′, 2025)
  • A Ilha de Moraes (Paulo Rocha, Documentário, 102′, 1984)

Notícias

  • Ensaios Visuais

    Dia 10 – Quinta-feira
    17h30 – Centro Cultural D. Dinis

    Luzes, Câmara, Assalto | Fábio Veríssimo | Universidade da Beira Interior | 10’10’’
    Climbing | Joaquim Fontes | Universidade do Porto | 3’20’’
    A New Page | Mónica Ferreira e João Luz | ESTA – IPT | 5’41’’
    Artur | Flávio Pires | Universidade Católica Portuguesa – Porto | 18’
    Esquecimento | João Luz | ESTA | 15’
    Cortextualizar – António Jardim | João Abreu e Pedro Gonçalves | FBAUP | 18’

    Dia 11 – Sexta-Feira
    17h30 – Centro Cultural D. Dinis

    Natural Intervenção | Tiago Cerveira | ESEC-TVAAC | 3’
    (O meu) Outro mundo | André Agostinho| Universidade Lusófona | 16’35’’
    Deeper [re]start | Ana Zilhão | Restart | 59’’
    Olívia | Eduarda Pinto |UBI | 26’29’’
    A Parideira | José Miguel Moreira | ESMAE-IPP | 20’
    Mutter | Tony Costa e Rafael Martins | Universidade Lusófona | 8’26’’

    Dia 14 – Segunda-feira
    17h30 – Centro Cultural D. Dinis

    Beijos Ternos são difíceis de encontrar | Inês Ponte| University of Manchester| 20’53’’
    Piton | André Guiomar | Universidade Católica Portuguesa – Porto | 19’56’’
    O Milagre | Amadeu Pena da Silva | ESMAE – IPP | 11’20’’
    A Corrida | Rui Madruga, Catarina Carrola | Universidade Lusófona | 9’30’’
    Novelo de Lã | Mónica Ferreira | ESTA-IPT | 5’25’’
    Cubolution | Paulo Lopes | ETIC | 4’36’’
    A Musa | Diana Cardoso | ETIC | 6’45’’

    Dia 15 – Terça-feira
    17h30 – Centro Cultural D. Dinis

    Beija-me Depressa | José Ricardo Lopes | ESTC | 24’42’’
    Alguma Coisa tinha de Acontecer | Mónica Ferreira | ESTA-IPT | 7’23’’
    Alegoria dos Sentidos | Nelson de Castro e Wilson Pereira | Universidade Lusófona | 11’44’’
    Submersa | Alexia Fernandes | ETIC | 15’
    Quando os Monstros se vão embora | Bernardo Gramaxo | Universidade Lusófona | 13’14’’

    Dia 16 – Quarta-feira
    17h30 – Centro Cultural D. Dinis

    They Shoot Crows…don´t They? | Joana Filipa Sá | UBI | 25’
    Trash TV | Rodolfo Rodrigues | ETIC | 3’07’’
    Como fazer pranchas de Surf | Marco Ribeiro | Restart | 7’50’’
    Demora | Ricardo Martins | Restart | 3’42’’
    Despedida | Andrea Fernández | Restart | 9’55’’
    O Gato | Bernardo Ferreira e João Teixeira | Restart | 9’44’’
    Assembly Line | Tiago Ferreira | Restart | 5’28’’
    Deja Vú City | Fábio Cunha | 6’46’’  

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  • Cinema Europeu

    Sábado 18 de Abril
    17h00 Mini Auditório Salgado Zenha

    El Sol del Membrillo de Víctor Erice – 130′

    Domingo 19 de Abril
    17h00 Mini Auditório Salgado Zenha

    Abre los Ojos de Alejandro Aménabar – 119′

    Segunda-feira 20 de Abril
    17h00 Mini Auditório Salgado Zenha

    Lucia e o Sexo de Julio Medem – 128′

    Terça-feira 21 de Abril
    17h00 CLP – Faculdade Letras/UC

    La Celestina de Gerardo Vera – 92’

    Quarta-feira 22 de Abril
    17h00 Mini Auditório Salgado Zenha

    El Otro  Lado de la Cama de Emilio Martínez Lázaro – 104′

    Quinta-feira 23 de Abril
    17h00 Mini Auditório Salgado Zenha

    Cosas que Hacen que la Vida Valga la Pena de Manuel Gómez Pereira – 90′

    Sexta-feira 24 de Abril
    17h00 Mini Auditório Salgado Zenha

    Mar Adentro de Alejandro Amenábar – 125′

    Sábado 25 de Abril
    17h00 Mini Auditório Salgado Zenha

    Tiovivo, c.1950 de José Luis Garci – 150′

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  • Material Imprensa

    Dossiê de Imprensa Cinemalogia 3                          Fotografias Formadores Cinemalogia

                                                                                   

     

    Dossiê de Imprensa 2011

            

    Fotos Ensaios Visuais                       Fotos Júris                              Fotos Secção Competitiva

                                                                      

     

     

    O nosso clipping encontra-se disponível aqui.

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  • Os Premiados!

    Finalmente temos os vencedores de 2008, antes de revelar os seus nomes deixar em nome da organização do festival um muito obrigado pela sua participação, carinho e empenho em promover, divulgar e estimular o gosto pelo cinema português coisa que se reflecte pela sua participação neste festival. Mas a hora é dos vencedores, eis os melhores de 2008 nas diferentes categorias:
     
    JÚRI OFICIAL
    Grande Prémio do Festival

    Deus não Quis, de António Ferreira
    "pela forma cinematograficamente belíssima com que conta uma história de amor trágica, com uma excelente desenvoltura narrativa, numa concepção global da obra que considera dignificar o Cinema Português." 

    Prémio para a Melhor Longa-Metragem

    Daqui p’ra Frente, de Catarina Ruivo
    "pela coragem com que a realizadora assumiu uma temática interessante e difícil, por caminhos inexplorados, pela sua sensibilidade e criatividade e ainda pela beleza crua da fotografia e fluidez da narrativa." 

    Prémio para a Melhor Curta-Metragem

    Antes de Amanhã, de Gonçalo Galvão Teles
    "pela forma irrepreensível e surpreendente segurança com que filmou e nos passou, em poucos minutos, tanta informação e sentimento, renovando-nos a esperança no Cinema Nacional." 

    Menção Honrosa
    China, China, de João Pedro Rodrigues e João Rui Guerra da Mata
    "pela originalidade do argumento, pela excelente direcção de actores e pelos riscos assumidos e capacidade de nos provocar sensações tão contraditórias." 
    Prémio para a Melhor Animação
    Ossudo, de Júlio Alves
    "pela dramaticidade dos traços, pela beleza da musicalidade, e pela magnífica atmosfera." 
    Prémio para o Melhor Documentário
    Mulheres Traídas, de Miguel Marques
    "pela originalidade do desafio e por nos ter proporcionado momentos tão surpreendentes e divertidos." 

    Prémio Revelação

    No Ponto mais Alto da Lua, de Marina Palácio
    "pela maravilhosa e poética animação."

    JÚRI FICC
    Prémio Dom Quijote – Júri da Federação Internacional de Cineclubes

    Tóquio Porto 9 Horas, de João Brochado
    "The jury appreciates how such a simple yet clever idea shows us the differences and similarities between two cities that are so far away, one in Asia and one in Europe. We are observers to the people everyday life, and the director doesn´t try to interfere or tell us what to think. We find the film very fascinating because it shows the two cities activities at the same time, side by side, using split-screen.  It can be understood all over the world, with no explanation or translation needed. It is a true global film." 
     
    JÚRI IMPRENSA
    Prémio de Imprensa

    Deus não Quis, de António Ferreira
    “pois a narrativa desenrola-se sem qualquer diálogo, apostando na emotividade visual, reforçando deste modo o tema da separação e do reencontro ansiado por ambas as personagens.” 
    PÚBLICO
    Prémio do Público

    Dot.Com de Luis Galvão Teles
     
     
     

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  • Crónica

    A segunda longa-metragem a concorrer na XV edição do Caminhos do Cinema português, "Corrupção", filme não assinado pelo director mas produzido por Alexandre Valente causou surpresa. Porém, não foi pelas peculiaridades da película – que mistura o non-sense e a telenovela numa tentativa de film noir que, por esses motivos, fica distante de qualquer tentativa de compreensão. Cenas gratuitas, personagens mal-estruturados, um frágil e confuso enredo que envolve a corrupção no universo do futebol e figurões da política em Portugal, não convence e incomoda.
    Além disso, a cópia enviada à organização do festival continha legendas que se repetiam a cada quinze minutos com a seguinte máxima:FOR PER VIEW PROPOSES ONLY … O que o torna ainda mais incompreensível ou inconcebível ou, mesmo, inaceitável.
    Na tentativa de "dinamizar" o cinema, atrair o público e divertir, o cinema português tem caído em armadilhas como "Corrupção" que nos fazem reflectir sobre o compromisso ético com a sétima arte ou, no mínimo, sobre o respeito com o qual o público deveria ser tratado.
    Entre curtas e longas a surpresa da segunda noite foi mesmo a película de João brochado "Tóquio Porto 9 Horas" que, como sugere o título, traça um imprevisível paralelo entre estas duas cidades que revelam, na sua diferença,uma estranha semelhança. Bastante gráfico, com boa fotografia e excelente escolha na selecção dos espaços a filmar. O filme revela uma consistência na realização e o bom gosto do director.

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  • Crónica

    98 octanas, de Fernando Lopes

    Tudo sem um certo ar retrospectivo, a começar pelos personagens – em uma constante revisão dos seus passados. Entretanto, o olhar do realizador é sobretudo contemporâneo: consegue misturar poesia com road movie e ainda continuar a parecer um filme português dos bons. O enredo, na fragilidade de um encontro casual entre dois desconhecidos, estabelece uma profunda relação sensual entre Maria e Diniz com cenas absolutamente sugestivas – com um som muito bem trabalhado, aliás marca do realizador que desde Belarmino estabelece a banda sonora não como um complemento à imagem, mas como um elemento potencializador da síntese entre o som e imagem.
    Os diálogos surpreendem – pela imprevisibilidade e sofisticação. Mas a força maior do filme é mesmo os actores, ou os complexos personagens que eles conseguem estabelecer na inconstância de vidas frágeis que se impõe no encontro entre a sexual rapariguinha de 20 e poucos anos orfã e o senhor de meia-idade amargurado e repleto de frustrações. Pode soar o clichê, mas de facto Fernando Lopes apropria-se disso muito bem e faz nos sorrir outra vez…

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  • Eis os caminhos!

    De 21 a 25 de Maio decorre mais um festival Caminhos do Cinema Português. Este certame vai na sua XV Edição, sob a organização do Centro de Estudos Cinematográficos da Associação Académica de Coimbra, sempre com o intuito de divulgar o que de melhor se faz na sétima arte, no nosso país.

    As várias rubricas que o compõem vão desde as Sessões Competitivas, onde os filmes portugueses realizados no último ano são exibidos, até aos Ensaios Visuais, em que é dada a oportunidade a alunos de escolas de cinema apresentarem o seu trabalho ao público em geral, onde por vezes pode assistir a autêntica jóias artísticas produzidas com toda a irreverência que caracteriza a juventude.

    Abarca igualmente sessões de cinema europeu, onde obras provenientes de outros países têm lugar em espaços alternativos, neste caso da Holanda. Pais esquecido nos meandros do cinema europeu que nos traz a Coimbra um cinema diferente, iniciativa esta em colaboração com o Leitorado de Neerlandês da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra.

    De “Parto Orgásmico”, mostra organizada em colaboração com a realizadora Marta Lima e que pretende que se abram novos caminhos no cinema português, pois ao mostrar as experiências de partos naturais através de imagens recolhidas e produzidas por todo o mundo, poderá ou anseia-se que possa servir de inspiração aos nossos documentarista.

    Estão disponíveis ainda workshops para quem pretende aprender os meandros da realização e produção de obras cinematográficas. Este ano, há lugar a uma retrospectiva dos quinze anos de caminho, tantas vezes árduo e solitário, talvez porque utópico aos olhos dos menos crédulos…

    Os palcos do festival são o Teatro Académico Gil Vicente e o Mini-Auditório Salgado Zenha, no edifício da Associação Académica, locais onde se pode assistir gratuitamente a qualquer das produções em exibição. Dobrando um cabo das tormentas a cada edição que passa, os seus organizadores não esmorecem e, com afinco, insistem em fazer de Coimbra o palco do único festival dedicado de corpo e alma ao cinema nacional.

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  • Exposição

    Exposição – 15 Anos de Memorias

    21 a 25 de Maio das 10:00 às 24:00
    Foyer e Sala Verde TAGV

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    p align=”left”>Os Caminhos do Cinema Português fazem quinze anos e por ocasião desta singela data queremos que os espectadores possam reviver os momentos fotográficos que mais marcaram cada edição, dando a conhecer ao público o que foi o nosso passado e permitindo àqueles fiéis espectadores do festival o reviver das suas memórias. Paulo Abrantes acompanhou ao longo do tempo este evento e através da sua singular objectiva, mostra-nos de forma criativa as mais diversas facetas da organização do festival.
    A não perder esta exposição no Teatro Académico de Gil Vicente.

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  • Prorrogação Cartaz

    Devido à parca participação no Concurso de Cartaz para 2009, a direcção do festival entendeu prorrogar o prazo para a apresentação de propostas até 31 de Julho de 2008. Participe e veja o seu cartaz como imagem oficial da XVI edição do festival a ter lugar em Abril de 2009!

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