• Adolescência, Sexo e Morte no Acampamento Miasma (Jane Schoenbrun, Terror, 112′, 2026)
  • Hope (Na Hong-jin, Thriller / Sci-Fi, 160′, 2026)
  • A Memória do Cheiro das Coisas (António Ferreira, Drama, 96′, 2025)
  • O Convite (Olivia Wilde, Comédia, Drama, 107′, 2026)
  • Santo António – O Casamenteiro de Lisboa (Ruben Alves, Comédia, 90′, 2026)
  • O Jacaré (Basil da Cunha, Drama, Thriller, 92′, 2026)

Notícias

  • Ao 5º Dia

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    O quinto dia do Festival Caminhos do Cinema Português, dia 13 Novembro,  resultou da exibição de filmes da secção de Cinema Mundial Brasil, com “Praça Saens Peña “, e da secção Competitiva, às 15h, 17.30h e 22h, com um debate sobre a Exclusão Social após a última sessão.

    A sessão das 15h recebeu o trabalho da realizadora Teresa Villaverde, a Longa-Metragem “O Cisne”, e a “A Casa ao lado” de Maria João Ferreira. Ambas relatam um drama onde as personagens se sacrificam para proteger as pessoas que amam.

    Após esta sessão, foram exibidas quatro Curtas-Metragens: duas delas em Animação, como “Ginjas”, que também faz parte dos Caminhos Juniores, e “Os Milionários”. Todo este leque é completado pela Longa-Metragem “Das 9 às 5”, de Rita Alcaire e Rodrigo Lacerda. O Mundo é , cada vez mais, uma sociedade de serviços. O filme mostra como os “trabalhadores do sexo” reclamam que o seu tipo de trabalho é apenas mais um entre muitos. Por isso, à semelhança do que já aconteceu noutros países, reivindicam o fim da discriminação, requerem a mudança na lei e protestam o poder social que lhes é negado.

    Depois da exibição dos filmes inaugurou-se a primeira Master Session desta XVIII edição do Festival. Subordinado ao tema da Exclusão Social, iniciou-se o debate com a presença de convidados, entre os quais a Dra. Sónia Nogueira, docente da Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade de Coimbra e o Dr. Paulo Anjos, Presidente da Associação Existências.

    A última sessão da noite, às 22h, mostrou as Curtas-Metragens  “ Should the wife confess?”, de Bernardo camisão, e “A Primeira Ceia”, de Luís Monge e Sofia Pimentão. Seguiu-se a Longa-Metragem “América”, de João Nuno Pinto. Nesta América, falsificam-se passaportes, futuros, esperanças e a ilusão de um mundo cheio de promessas.

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  • Ao 4º Dia

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    A secção Competitiva foi a única em exibição no dia 12 Novembro, Sábado, no Festival Caminhos do Cinema Português, com três sessões ao longo do dia.

    A primeira sessão, às 15h, apresentou quatro Curtas-Metragens, como “O Homem da cabeça de Papelão” e “O teu sapato”, e a Longa- Metragem “Meio Metro de Pedra” – um documentário sobre a história da contracultura do rock’n’roll nacional desde o seu surgimento no fim da década de 50 até aos nossos dias.

    No fim da tarde, pelas 17.30h, foi a vez da criação da imagem, da personagem e da ficção ser representada em curtas-metragens como “Drawing (Myself) By Numbers”, de Patrícia Guerreiro e “Sonho de Verão”, de Paulo César Fajardo.

    Programado para as 22h, Pedro Resende apresentou “Maybe”. Esta curta metragem descreve o momento em que a criatividade e o amor se encontram. Retrata a história de um rapaz que procura, constantemente, ser criativo para que possa ser aceite pela estimada rapariga. Este filme traduz a procura da criatividade no amor e a imortalização da paixão.

    Com Miguel Gonçalves Mendes na Realização, “José e Pilar” recebe destaque tanto a nível nacional como internacional, como candidato a nomeação para o Óscar de Melhor Filme Estrangeiro, deste ano. Durante 127 minutos conhece-se José Saramago no seu íntimo mas não obstante da sua genialidade. A vida em comum de Pilar del Rio e do escritor é o foco do filme oscilando, assim, entre Lisboa e Lanzarote. Exibe-se, então, a existência de um casal muito criativo, já que se trata de um escritor e de uma jornalista. A criatividade nunca se fica pelo rascunho. Entra em cena em todas as etapas da vida deste par. É também exposto o processo de criação do autor e a capacidade do casal querer mudar o Mundo. É um retrato rotineiro e intimista de um dos maiores criadores do séc. XX.

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  • Ao 3º Dia

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    No dia 11 Novembro, terceiro dia do Festival, estão em exibição as duas sessões da Secção Competitiva, às 17h30 e às 22h00 no Teatro Académico de Gil Vicente, os Ensaios Visuais e o Cinema-Mundial Brasil com o filme “Saneamento Básico”.

    A Secção Competitiva dedicou a tarde, a partir das 17.30h, às  Homenagens. Desde as actrizes portuguesas com “Cada mulher é um filme de amor” ao Centenário da República Portuguesa com “Arte República”, este leque de Curtas-Metragens realçou a importância da Cultura nacional para uma grande assistência.

    A noite foi marcada pelas Curtas-metragens “Mulher Sombra”, de João Imaginário, “O Inferno”, de Carlos Conceição e “Shoot me”, de André Badalo. A Longa-Metragem “Quinze Pontos na Alma”, exibida logo a seguir, relatou a vida de Simone, o resgate dos seus sonhos, do perigo e do desafio. Apesar de ter uma vida estável, todas as suas opções de vida se alteram quando entra num carro e conhece Guilherme. Simone não imagina que pagou para a viagem da sua vida. O filme baseia-se no sonho que a protagonista não quer deixar fugir nem que isso implique deixar tudo para trás.

     

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  • Caminhos Juniores

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    Dar a conhecer o cinema português às crianças é o principal objectivo dos Caminhos Juniores, uma das secções do Festival Caminhos do Cinema Português. Aliado aos filmes, os patrocinadores garantem a animação, todas as manhãs, dos dias 10, 11, 14, 15 e 16 de Novembro.

     

    Em cada sessão, a iniciativa conta acolher cerca de 700 crianças, de 17 Escolas da Região de Coimbra. O programa dos filmes não se altera em nenhum dia dos “Caminhos Juniores”, permitindo às diferentes escolas assistirem sempre à mesma filmografia. Entre vários filmes didácticos, os pequeninos podem testemunhar Curtas-Metragens como o “Gingas”, “Afonso Henriques, o primeiro Rei” e “O Relógio de Tomás”.

    Quanto à brincadeira, a Sapo Kids vai oferecer cartões e ter um sapo a animar a pequenada. Para além disso, podem usufruir de um livro didáctico, feito pelos “Caminhos Juniores”, com a síntese de todas as animações, figuras para pintar e sopas de letras. Vários patrocinadores disponibilizaram pequenos brindes como lápis, chocolates, fruta e bolachas e, por fim, cabe à TMN Kids sortear um telemóvel por sessão para uma escola.

    A responsável dos “Caminhos Juniores”, Ana Andrade, confessa que “o sorriso de satisfação de uma criança faz com que tenha mais vontade para seguir com os Caminhos para a frente”, e fazer com que as crianças reconheçam o valor e a qualidade do cinema português.

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  • Ao 2º Dia

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    p style=”text-align: justify;”>Os Caminhos do Cinema Português arrancaram no dia 9 Novembro com a sessão que teve lugar no Mosteiro de Santa Clara-a-Velha. No entanto, pôde assistir-se, no dia 10 Novembro, segundo dia do Festival, a duas sessões, às 17h30 e às 22h00 no Teatro Académico de Gil Vicente, a Secção Competitiva do Festival.

    A secção dos Caminhos Juniores também começou, às 10h, com a participação de 17 escolas do Distrito de Coimbra. A Sapo e a TMN Kids ajudaram à animação com disfarces e brindes permitindo às crianças aliar o cinema à brincadeira. Entre vários filmes didácticos, a pequenada assistiu a Curtas-Metragens como o “Gingas”, “Afonso Henriques, o primeiro Rei” e “O Relógio de Tomás”.

    Do documentário à animação, a sessão da tarde ofereceu ao público a abordagem de variados temas: do amor ao “retrato da geração nascida em Portugal pela Revolução de Abril”, passando pelas aventuras de um rapaz escondido “numa caravela rumo a África” numa história de bruxas e magia.

    À noite, os Caminhos do Cinema Português dedicam-se ao amor, ao “amor que pode acontecer quando menos esperamos” e ao “amor incondicional”. Desde a história sobre um encontro em “O Amor Acontece” (argumento e realização de João Manso), ao amor incondicional de uma mãe pela sua filha, de uma tia pelo seu sobrinho e do que elas estão dispostas a sacrificar para os salvar em “Sangue do Meu Sangue” (argumento e realização de João Canijo).
    Não perca ainda a secção de Ensaios Visuais, que às 17h30 no Centro Cultural D. Dinis, e o Cinema Mundial, dedicado ao cinema brasileiro, às 22h00, no Mini-auditório Salgado Zenha.

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  • Cerimónia de Abertura

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    O passado dia 9 Novembro abriu a XVIII edição do Festival Caminhos do Cinema Português com a recepção ao Director do Festival, Vítor Ferreira, organização e convidados, pela Vice-Presidente da Câmara Municipal de Coimbra, Maria José Santos, na Câmara Municipal de Coimbra, e com a Cerimónia de Abertura, no Mosteiro de Santa Clara-a-Velha.

    Os Jurados, os Realizadores e a Organização reuniram-se, pelas 17.30h, na Praça 8 de Maio, em Coimbra. No cume de uma escadaria esperava-os a Vice-Presidente da Câmara Municipal de Coimbra para dar as Boas Vindas aos Caminhos do Cinema Português e à cinematografia nacional. O enaltecimento desta iniciativa preencheu todo o discurso e abriu portas à celebração de mais uma edição dos Caminhos com Champanhe e aperitivos.

    A grande Cerimónia de Abertura iniciou às 22h, tal como previsto, no Mosteiro Santa Clara-a-Velha, e contou com lotação esgotada.

    O Magnífico Reitor da Universidade de Coimbra, João Gabriel Silva, que também esteve presente, louva a “continuidade do Festival, que já conta com um reconhecimento nacional”, e espera uma 18ª edição com “um programa culturalmente enriquecedor “ para os que assistem.

     
    A apresentação do festival ficou a cargo dos apresentadores Gonçalo Ribeiro e Marta Heitor, seguindo-se o discurso do Director do festival, Vítor Ferreira. Entre gélidas paredes neutras, arcos e colunas medievais, assistiu-se à união da História com a Cultura, num sítio só, para que esta edição faça, realmente, História.

    Logo por debaixo de um grande Arco, a banda “A Jigsaw” entra em cena, juntamente com o filme “Sofia e a Educação Sexual”. Nasceu arte. Mostrou-se arte. A música inaugurou o sentido do filme, sem ruídos nem vocábulos, e a tela a preto e branco foi revelando o tema. Sofia, volta, após três anos num colégio de freiras, para sua casa. Ao chegar depara-se com a ausência do pai e a presença de Laura, a nova companheira do mesmo.

    O filme sustenta-se com a procura do significado de Desejo, de Sensualidade e de Sexualidade por parte de Sofia. Laura vai ser a instrutora e, numa das lições inesperadas, explica o desejo como “uma espécie de dor. Uma tontura a nascer nos olhos, na boca. Quente.”. Não tardara para a explicação se tornar uma realidade mútua.

    O poder da maquilhagem e da transformação leva Sofia a procurar obsessivamente Jorge, amante de Laura, para experimentar o verdadeiro sentido da sexualidade. A busca acaba por matá-la física e psicologicamente. Afinal, até que ponto o desejo e o amor escapam ao que Deus ensina?

     

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  • Comissão de Honra

    Com o Alto Patrocínio de Sua Excelência
    O Presidente da República

    Prof. Doutor Anibal Cavaco Silva

    Com o Alto Patrocínio de Sua Excelência
    A Presidente da Assembleia da República

    Doutora Assunção Esteves

    Sua Excelência O Primeiro Ministro
    Doutor Pedro Passos Coelho
    [texto]


    Secretário de Estado da Cultura

    Jorge Barreto Xavier
    [texto]

    Magnifico Reitor da Universidade de Coimbra
    Prof. Doutor João Gabriel Silva
    [texto]

    Vice-reitora da Universidade de Coimbra
    Doutora Clara Almeida Santos
    [texto]

    Presidente da Câmara Municipal de Coimbra

    Dr. João Paulo Barbosa de Melo
    [texto]

    Vereadora para a Cultura Câmara Municipal de Coimbra
    Prof. Doutora Maria José Azevedo Santos

    Director do Instituto do Cinema Audiovisual I.P.
    Dr. José Pedro Ribeiro
    [texto]

    Presidente Interino da Federação Portuguesa de Cineclubes

    João Soeiro Lopes
    [texto]

    Turismo do Centro de Portugal
    Dr. Pedro Machado
    [texto]

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  • Cinema Mundial – Brasil

    Dia 10 – Quinta-feira
    22h00 – Mini Auditório Salgado Zenha

    Cheiro do Ralo | Heitor Dhalia | 112′
    Quase Todo Dia | Gandja Monteiro | 19′

    Dia 11 – Sexta-Feira
    22h00 – Mini Auditório Salgado Zenha

    Saneamento Básico | Jorge Furtado | 112′

    Dia 13 – Domingo
    22h00 – Mini Auditório Salgado Zenha

    Praça Saens Peña | Vinícius Reis | 100′

    Dia 14 – Segunda-feira
    22h00 – Mini Auditório Salgado Zenha

    Uma Noite em 67 | Renato Terra e Ricardo Calil | 93′

    Dia 15 – Terça-feira
    22h00 – Mini Auditório Salgado Zenha
    O País do Desejo | Paulo Caldas | 87’24”

    Dia 16 – Quarta-feira
    22h00 – Mini Auditório Salgado Zenha

    Simonal – Ninguém sabe o duro que dei | Claudio Manoel, Micael Langer, Calvito Leal | 84′

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