Próximas Sessões


  • Duas Vezes João Liberada (Paula Tomás Marques, Drama, Biografia, 70′, 2025)
  • Magalhães (Lav Diaz, Histórico, Aventura, Drama, 160′, 2025)
  • O Que é o Amor? (Fabien Gorgeart, Romance, 100′, 2025)
  • Pai Nosso: Os Últimos Dias de Salazar (José Filipe Costa, Drama, Comédia, 113′, 2025)
  • Backrooms: O Labirinto (Kane Parsons, Thriller/Horror, 110′, 2026)
  • Um Poeta (Simón Mesa Soto, Drama, 123′, 2025)

Notícias

  • Discurso de Encerramento

    Olá muito boa noite e bem vindos aos Caminhos do Cinema Português

    É com um grande prazer que vós recebemos em Coimbra!

    Pode parcer que estou a sussurar numa tentativa de imitar a realização do João Viana no filme “Ò Marquês Vem cá Baixo Outra Vez”, por causa da crise, mas longe de mim estar a plagiar, esta é mesmo a minha voz trémula e nervosa.

    Esta sala e aqueles que por ela ao longo de uma semana passaram podem contrariar aquilo que alguém, no uso de liberdade de expressão, que as novas redes sociais permitem, e a coberto de alguns interesses ocultos, escreveu.  Reza  um comentário, que não posso deixar de partilhar hoje convosco, que, e cito: “o festival Caminhos do Cinema Português é uma originalidade coimbrã que a nomenclatura cultural lisboeta despreza e que o público cinéfilo local tolera, mas não vê.”

     Não conheço a realidade em que dito cidadão coimbrão vive, mas creio que não é na mesma em que este festival decorreu. Se por um lado conseguimos uma digna presença da maioria dos realizadores, produtores e demais intervenientes dos filmes a concurso, trouxemos a este palco, por via das Master Sessions, um não menor grupo de intervenientes, que muito honram e muito deveriam honrar esta cidade.

    Pelo que vejo, este desprezo da nomenclatura lisboeta é então um desprezo marcado pela presença, uma presença feita à custa de sacrifícios financeiros e pessoais. Mas olhe que eles estiveram cá? Onde esteve você?

    E o público, o público de Coimbra, o mesmo que vê e adere, o que esteve patente em diversas sessões. Aliás o eclectismo da programação, permitiu que os diferentes públicos pudessem ter acesso a todo o cinema português.

    É esta a realidade da sociedade conimbricense? É este o apoio que alguém com responsabilidade na área da comunicação, dá a eventos de tão originalidade nacional? Não nos revemos nestes estereótipos culturais e mentalidades e continuaremos a lutar por percorrer um caminho, um caminho com o cinema português e com a cultura portuguesa, o permitir acesso aos que não querem, mas também de abrir os olhos de quem não quer.

    Será sempre mais valida a opinião de um único espectador presente, do que de todo o mundo ausente.

    Do comentário são efectivamente de aproveitar os adjectivos “resistentes e resilientes”, são eles que caracterizam esta equipa que me acompanhou, na presente edição, nas edições anteriores. Entre todos, os que estiveram presentes, os que se ausentaram, é lhes devida a existência deste festival.

    Chegou a altura de deixar de subalternizar a nossa cultura em geral e o nosso cinema em particular.


    Vítor Ferreira
    Director do festival

    Saber mais

  • E os vencedores são…

    – PRÉMIOS JÚRI OFICIAL

    – Grande Prémio do Festival Cidade de Coimbra

    A Nossa Forma de Vida de Pedro Filipe Marques

    – Melhor Longa-Metragem – Porto Douro Réccua

    Florbela de Vicente Alves do Ó

    – Melhor Curta-Metragem – In Tocha

    Cerro Negro de João Salaviza

    – Melhor Animação – Fruti Bairrada

    Fado do Homem Crescido de Pedro Brito

    – Melhor Documentário – Porto Cruz

    Complexo de Mário Patrocínio

    – Prémio Revelação – Domus Legis

    Outro Homem Qualquer de Luís Soares

    – Prémio Melhor Actor

    Cristóvão Campos em Nylon da Minha Aldeia

    – Prémio Melhor Actor Secundário

    Dinarte Branco em A Moral Conjugal

    – Prémio Melhor Actriz

    Dalila Carmo em Florbela

    – Melhor Actriz Secundária

    Margarida Carpinteiro em Assim, Assim

    – Melhor Realizador

    Pedro Filipe Marques em A Nossa Forma de Vida

    – Melhor Direcção Artística

    Pedro Sá em A Vingança de Uma Mulher

    – Melhor Fotografia

    Acácio Almeida em A Vingança de Uma Mulher

    – Melhor Guarda-Roupa

    Produções TCC em A Vingança de Uma Mulher

    – Melhor Caracterização

    Abigail Machado em Florbela

    – Melhor Montagem

    Raphel Lefévre em A última Vez Que Vi Macau

    – Melhor Som

    Jaime Barros/ Elsa Ferreira em Florbela

    – Melhor Banda Sonora Original

    André Joaquim em Assim, Assim

    – PRÉMIOS JÚRI ENSAIOS VISUAIS –

    – Melhor Filme – Fundação da Juventude

    Do Mundo de Manuel Guerra da Escola Superior de Teatro e Cinema

     

    – PRÉMIO JÚRI FICC | IFSS –

    – Prémio Dom Quijote

    A Nossa Forma de Vida de Pedro Filipe Marques

    – Menção Honrosa

    Complexo – Universo Paralelo de Mário Patrocínio

     

    – PRÉMIO REVISTA C –

    Sem Querer de João Fazenda

     

    – PRÉMIO DO PÚBLICO – CHAMA AMARELA –

    Aristides de Sousa Mendes de Francisco Manso e João Correa

    Saber mais

  • Fernando Alvim e Filomena Cautela apresentam Cerimónia de Entrega de Prémios

    A cerimónia de entrega dos prémios da XIX edição do festival Caminhos do Cinema Português vai contar com a apresentação do comunicador Fernando Alvim e da actriz e apresentadora Filomena Cautela. O evento acontece no dia 18 de Novembro, domingo, às 22 horas, no Teatro Académico de Gil Vicente, em Coimbra.

     

    Fernando Alvim começou a actividade na rádio com 17 anos e desde então nunca parou: passou pela Rádio Press, TSF, Rádio Energia, Rádio Nova, Nova Era e aos 24 anos sai do Porto e vai para Lisboa. Iniciou a sua actividade televisiva no “TopRock”, na TVI, ao lado de Mariana Amaral Pedro Marques e Vanda Miranda. Um ano e meio depois, transfere-se para o “Curto Circuito” onde se junta a Rui Unas e Rita Mendes com os quais divide a partir daí a apresentação. Pelo meio, apresenta durante mais de dois anos o magazine de cinema “CineXL” com Nuno Markl, e com o mesmo, interrompe a apresentação do CC para se dedicar ao seu primeiro projecto televisivo a partir de uma ideia original sua: “O Perfeito Anormal”. Depois do CC e do “Prazer dos Diabos”, Fernando Alvim apresentou o “Boa Noite Alvim” na SIC Radical, um programa da sua autoria que teve depois continuidade na Speaky TV. Actualmente apresenta o programa “5 para a Meia-Noite”, na RTP e o programa na Antena 3 “Prova Oral”. Tem projectos como a Revista 365, o livro “Alvim – 50 Anos de Carreira” e dinamiza o Festival Termómetro Unplugged.

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

    <

    p style=”text-align: justify;”>Filomena Cautela é actriz e apresentadora. Actualmente apresenta o programa “Cá Estamos”, na TV Globo Internacional Portugal e “5 para a Meia-Noite” na RTP. Está também em ensaios para um monólogo inspirado na vida e obra de Janis Joplin. Faz ainda o programa de rádio “5 Para o Meio-Dia” em conjunto com os outros apresentadores do “5 Para a Meia-Noite”, na Antena 3. É actriz de séries como “Depois do Adeus”, “República”, “Cidade Despida”, “Casos da Vida”, “Chiquititas”, “Aqui não há quem viva”, “Vingança” e “Morangos com Açúcar”.

    Saber mais

  • Aviso – Greve Geral

    Sessões do festival Caminhos do Cinema Português adiadas para 17 de Novembro

    Devido à greve nacional de 14 de Novembro, todas as sessões inseridas na Seccção Competitiva do festival Caminhos do Cinema Português, a realizar amanhã dia 14 de Novembro, foram adiadas para o próximo Sábado, 17 de Novembro. As sessões anteriormente marcadas para Sábado dia 17 de Novembro passam para Domingo, dia 18 de Novembro, juntamente com a cerimónia de encerramento do festival.

    A sessão dos Ensaios Visuais marcada para dia 14 muda de local, passando a realizar-se nesse dia, no Mini Auditório Salgado Zenha.

    A todos pedimos compreensão por esta alteração.

     

    A Organização

    Saber mais

  • Rolleux Du Cinema

    Divirto-me a descobrir o que consigo fazer com materiais recuperados. Um dia olhei para um rolo de papel higiénico vazio e questionei-me se poderia fazer algo com ele.

    Mais tarde, sem qualquer motivo, tive uma ideia.Utilizei tesouras de manicure e x-acto para recortar as pequenas formas de papel. Para as manipular usei pinças. Seleccionei papel da mesma cor do rolo, criando assim a ilusão de que as figuras são feitas deste.

    A escolha de papel levou a que, durante a concepção, tivesse o cuidado de não deixar que os materiais se possam confundir captando assim melhor a luz.

    A exposição Roleux Du Cinema pode ser vista de 9 a 17 de Novembro no Hall do Teatro Académico de Gil Vicente.

    Saber mais

  • Protocolo de apoio firmado

       

    A organização dos Caminhos do Cinema Português, júris e convidados, foram recebidos hoje, pelas 17h00 no Salão Nobre da Câmara Municipal, pelo Presidente do Município, Dr. João Paulo Barbosa de Melo.

    Na ocasião foi firmado o protocolo de apoio ao festival, garantido o edil que este projecto, faz parte do plano de programação cultural da cidade. Que um dos vectores de afirmação da mesma, passa pelo estímulo e apoio à cultura e à criatividade, onde a sétima arte ocupará um papel de referência.

    A organização do festival, na minha pessoa, agradece as gentis palavras do representante do município de Coimbra, e espera com o desenrolar deste projecto, corresponder às suas expectativas.

     

    Saber mais