• Magalhães (Lav Diaz, Histórico, Aventura, Drama, 160′, 2025)
  • Mogwai: Se as Estrelas Tivessem Som (Antony Crook, Documentário, 91′, 2024)
  • Ku Handza (André Guiomar, Documentário, 77′, 2025)
  • Pai Nosso: Os Últimos Dias de Salazar (José Filipe Costa, Drama, Comédia, 113′, 2025)
  • Backrooms: O Labirinto (Kane Parsons, Thriller/Horror, 110′, 2026)
  • Little Trouble Girls (Urska Djukic, Drama, 89′, 2025)

Notícias

  • Direcção de Som 1 — Introdução

     

     

    Pedro Adamastor

    Pedro Adamastor começou a trabalhar como sonoplasta no teatro no final dos anos 90 e em poucos anos era responsável pela captação e pós-produção do som de produções cinematográficas e televisivas nacionais.
Tem uma carreira profissional abrangente  nas áreas do som para cinema, televisão, teatro, vídeo jogos e multimédia.
Do seu currículo cinematográfico como Director de Som, destacam-se as mais recentes longas metragens: Balas e Bolinhos 3 (2012) e Video Vigilância (2013) e o trabalho em várias dezenas de curtas metragens presentes nos principais festivais de cinema nacionais e internacionais: 3x3D – Just in Time (2012) de Peter Greenaway, Land of my Dreams (2012) de Yann Gonzalez, Novo Mundo de Jorge Neves e António Antunes, Bicicleta (2013 – em produção) escrito por Valter Hugo Mãe e realizado por Luís Campos.
 No que respeita a trabalho televisivo são de realçar os programas Minutos Mágicos (2010-2013|SIC), Tic Tac Tales (2009-2010|RTP), Red Bull Air Race (2007-2008|FOX), Gato Fedorento (2006|RTP), e várias telenovelas da SIC e TVI entre 2006 e 2008: Floribella, Doce Fugitiva, Resistirei, Rebelde Way.
Foi Director de Som das séries de ficção Triangulo Jota (2005-2006|RTP) e Ecoman (2006|RTP) e são de salientar os documentários: Era uma vez no Iraque (2013), A Arte de Animar Portugal (2012|RTP), Zeca Afonso – Não me obriguem a vir para a rua gritar (2007|RTP), Agostinho da Silva – Um Pensamento Vivo (2004|RTP). 
Pedro Adamastor tem trabalhado ao longo dos anos com os realizadores: Peter Greenaway, Yann Gonzalez, Luís Ismael, Luís Campos, Henrique Oliveira, Jorge Neves, Nick Bolger, Atílio Riccó entre outros.

    Preço do Módulo

    50€ / Sócio CEC
     60€ / Estudante
     70€ / Público-Geral

    View Larger Map

    Direcção de Som 1 — Introdução

    9 de Março 2014
    Estúdios UCV, Casa das Caldeiras, Universidade de Coimbra
    9:00 — 18:00

    O som e a imagem interligam-se no cinema moderno e juntos ajudam a contar uma história e a criar um diálogo com os espectadores. O som é responsável por dar voz às imagens do filme, potenciando as sensações e tornando a experiência audiovisual mais viva.
Até chegar à sala de cinema o som passa por três fases principais: a captação, a edição e a mistura; nesta formação vamos abordar a primeira parte da criação sonora do filme, a captação de som.

    Plano de Sessão

      1. Introdução teórica ao som
        — 
Som diegético
        — Som não-diegético

        — Diálogos
        — Ambientes
        — Efeitos Sonoros
        — Ruídos de Sala
        — Foleys
        — Wildtraks
      2.  
      3. Equipamentos de som

        — Microfones (Direccionalidade e Padrões Polares)
        — 
Gravadores digitais
        — Misturadores de som

         
      4. Técnicas de captação
        — Som directo

        — Captação com perche e lapela
        — 
Sistemas wireless

        — Registo do som multipista

        — Sincronia som/imagem

         
      5. Do Guião à Produção
        — 
Organização e pré-produção para o som de um filme
        — 
Visitas técnicas (Repérage)
        — A equipa de som directo

         
      6. Resolução de problemas
        — 
Problemas acústicos
        — 
Ruídos na captação do som

        — Problemas dos sinais de rádio de equipamento wireless

         
      7. Da teoria à prática
        — 
Exercícios práticos de captação de som em interior e exterior com perche e lapela.

    

Durante a formação serão exibidos excertos de filmes e amostras de som de produções cinematográficas nacionais para discussão sobre os vários pontos abordados.

    Saber mais

  • Direcção de Arte

     

     

    João C. Torres

    Desenvolveu actividade artística nos domínios das artes plásticas, teatro, performance, poesia visual, fotografia e cinema. Dedica a sua actividade profissional à área da Direcção de Arte em Cinema. Nesse âmbito trabalhou com empresas de produção de filmes, tele-filmes e filmes publicitários de vários países (Portugal, França, Alemanha, Espanha, Inglaterra e Estados Unidos da América). Trabalhou com realizadores como Raoul Ruiz, Riccardo Freda, Bertrand Tavernier, Jean Louis Bertoucelli, Jean Claude Missien, Serge Moari, Denys Granier-Deferre, Michaela Watteaux, Serge Korber, Paolo Marinou Blanco, Joaquim Leitão, Ranier Eurler, Billy August, António Pedro Vasconcelos, Patrick Timsit, Imanol Arias, Tom Carirns, Tom Donnely, Alain Tanner, entre muitos outros. Esporadicamente colaborou na Direcção Cénica de espectáculos cénico-musicais. Foi convidado para concretizar o projecto Po.N.T.I. – Porto. Natal. Teatro. Internacional, como Director Executivo responsável pela área de Produção e Controlo Operacional, (ed. 1997/1999/2001), vindo a assumir o cargo de Subdirector do Teatro Nacional S. João, de 2000 a 2002. Colabora ainda com diversos colectivos de produção artística no desenvolvimento de projectos e conceitos de produção. Licenciou-se em Engenharia Civil na Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra. Colaborou esporadicamente em jornais e revistas sobre temas da actualidade, nomeadamente moda e cinema.

    Preço do Módulo

    50€ / Sócio CEC
     60€ / Estudante
     70€ / Público-Geral


    View Larger Map

    Direcção de Arte

    8 de Março 2014
    Estúdios UCV, Casa das Caldeiras, Universidade de Coimbra
    9:00 — 18:00

    O diálogo entre a Realização, Fotografia e Direcção Artística é essencial para criar uma base de trabalho sólida para os actores. O trabalho conjunto do Director de Arte e Director de Fotografia na criação de ambientes ajudará o Realizador a comunicar as suas intenções e a dirigir a sua equipa. Na Direcção Artística, a escala e geometria dos décores, cores, tipo de adereçagem, entre outras variantes, são pensadas em função dos conceitos do Realizador e em função das necessidades técnicas do Director de Fotografia. Os décores têm de ser “filmáveis”
    Na Direcção de Fotografia, a escolha de objectivas, película, filtros e temperatura de luz, tipos de plano e movimentos de câmara vem materializar a visão do Realizador.
    Neste módulo de Direcção de Arte pretende-se exemplificar como ocorre este dialética e os benefícios desta. Para tal serão exibidos alguns exemplos resultantes desse diálogo e uma demonstração prática como, numa mesma situação, diferentes escolhas trazem resultados díspares.

    Plano de Sessão

    — O que é o departamento artístico, suas especificidades, terminologias e o seu enquadramento na produção de um projeto cinematográfico.
    — Abordagem e desenvolvimento sobre a análise e estudo de um guião/argumento e sinopse.
    — Discussão e trabalho do mesmo com o Realizador e Director de Fotografia e demais departamentos.
    — Elaboração e desenvolvimento dos conceitos cenográficos gerais e específicos e estudos orçamentais assim como a elaboração dos mesmos.
    — Projeção de imagens (filme ou fotografia) de um projeto executado pelo formador como Dir.Artístico, com explicação passo a passo dos métodos, processos que foram utilizados assim como contratempos e peripécias que são elementos indissociáveis de qualquer projeto cinematográfico.

    Saber mais

  • Pré-Produção

     

     

    António Costa Valente

    Docente no Departamento de Comunicação e Arte da Universidade de Aveiro, o seu doutoramento abordou animação, longa-metragem e novas tecnologias. É co-realizador da primeira longa-metragem da animação portuguesa “Até ao Tecto do Mundo”. Sendo um dos fundadores do Cine-Clube de Avanca, ali dirigiu a produção de mais de meia centena de filmes, entre séries, curtas e longas-metragens, que receberam cerca de centena e meia de distinções em festivais dos 5 continentes. Na área do cinema, assumiu cargos administrativos em organizações nacionais e internacionais, é autor e coordenador de vários livros e comunicações e tem orientado dezenas de dissertações de mestrado.
    Director do “AVANCA – Encontros Internacionais de Cinema, Televisão, Vídeo e Multimédia” desde 1997 e da “AVANCA|CINEMA, Conferência Internacional de Cinema – Arte, Tecnologia, Comunicação” desde 2010.

    Preço do Módulo

     50€ / Sócio CEC
     60€ / Estudante
     70€ / Público-Geral

    Pré-Produção

    22+23 de Fevereiro 2014
    Colégio de São Jerónimo, Universidade de Coimbra
    9:00 — 18:00

    A partir do Argumento é necessário preparar-se a produção, quer do ponto de vista criativo, quer do ponto de vista da organização logística e financeira necessária à rodagem do filme. Serão aqui abordados todos os passos necessários a essa preparação desde a “découpage”, o levantamento e “breakdown” orçamental do argumento à planificação das filmagens, passando pela localização/repéragem de exteriores e/ou interiores, construção e decoração de décores (naturais ou estúdio), identificação de adereços, guarda-roupa e maquilhagem, escolha de actores e constituição das equipas de filmagem.

    A ideia primordial deste módulo consiste em colocar os formandos em contacto uns com os outros para obtenção de dúvidas e posterior resolução de problemas habituais na preparação de um filme através de um caso teórico. Numa segunda fase apreende-se as definições técnicas que estão na base de uma preparação audiovisual de cinema, televisão, vídeo ou publicidade. Na conclusão deste módulo, os formandos irão aplicar os seus conhecimentos aplicando-os aos argumentos produzidos ao longo do curso.

    Plano de Sessão

    — Relação produtor / realizador e as escolhas chave de produção;
    — Da ideia à escrita do argumento / a relação com os argumentistas;
    — Noções de financiamentos nacionais e internacionais;
    — A co-produção. Os contrato e as participações técnicas e artísticas em co-produção;
    — A orçamentação geral e por país;
    — A construção dos mapas de produção e do mapa de rodagem.;
    — A escolha das datas de rodagem;
    — O “casting” para a equipa autoral, artística e técnica;
    — Locais de rodagem, escolha, preparação e autorizações;
    — As opções técnicas: equipamentos e metodologias.

     

     

    Local

    {mosmap width=’520’|height=’480px’|lat=’40.208671’|lon=’-8.423182’|
    zoom=’20’|mapType=’Satellite’|text=’CSJ’|tooltip=’Colégio de São Jerónimo’|marker=’1’|labels=’1’|align=’center’ } 


    Saber mais

  • Introdução à Crítica de Cinema

     

     

    Tiago R. Santos

    Tiago R. Santos nasceu em 1976 e, depois de uma curta carreira como jornalista, iniciou o seu trabalho de argumentista em 2007 com Call Girl. Escreveu A Bela e o Paparazzo, trabalhou em séries como Liberdade 21 e Conta-me como Foi e está a colaborar em Filhos do Rock, um novo projecto para a RTP. Actualmente, é também crítico de cinema para o suplemento Tentações, da Revista Sábado, autor de “Os Gatos Não Têm Vertigens”, o novo filme de António-Pedro Vasconcelos e acaba de publicar “A Velocidade dos Objectos Metálicos”, o seu primeiro livro.

    Preço do Módulo

    35€ / Sócio CEC
     45€ / Estudante
     55€ / Público-Geral


    Ver Mapa

    Introdução à Crítica de Cinema

    16 de Fevereiro 2014
    Departamento de Engenharia Informática, Universidade de Coimbra
    9:00 — 18:00

    O módulo pretende ajudar todos os estudiosos de cinema a terem as ferramentas necessárias para uma análise mais aprofundada e honesta das longas metragens, traduzindo essas competências para a escrita de um texto crítico jornalístico.

    Plano de Sessão

    — Introdução à escrita de crítica cinematográfica
    — Regras do texto jornalístico, contextualizando-o perante os vários géneros de publicação.
    — A importância de encontrar uma voz e a busca da honestidade intelectual.
    — Os vários elementos que devem estar presentes na crítica cinematográfica
    — Realização, argumento, fotografia e banda sonora. A necessidade de entender os objectivos de um filme e de enquadrar a obra num todo quando necessário.
    — Visionamento de uma longa-metragem
    — Escrita de um texto crítico de 2500 caracteres dessa mesma longa-metragem
    — Leitura e análise do trabalho dos alunos

    Saber mais

  • Cinema Documental — Abordagens

     

     

    Mário Patrocínio

    Nascido em Lisboa em 1978, filho de um médico apaixonado por fotografia e de uma mãe corajosa, aos oito anos já ia com a família a caminho do Japão. O seu primeiro contacto com o universo documental surgiu precisamente nesse país, como objeto de estudo, quando o canal de televisão japonês NHK decidiu relatar a experiência de uma criança Ocidental a estudar e a viver no mundo Oriental.

    Já em Portugal, depois de estudar economia, rumou aos EUA onde iniciou os seus estudos na área do cinema e colaborou em vários filmes de ficção. Nos anos seguintes estudou e trabalhou com diretores de teatro, televisão e cinema em Lisboa, Paris, São Paulo e Rio de Janeiro.

    Mais tarde embarcou na maior aventura da sua vida, dando início a uma extensa pesquisa dentro de um lugar considerado impenetrável: o Complexo do Alemão, maior e mais perigoso aglomerado de favelas do Rio de Janeiro. Depois de anos no terreno, na época de maior tensão de sempre na cidade, filmou a longa-metragem documental “Complexo – Universo Paralelo”, que estreou mundialmente no Festival Internacional de Cinema do Rio de Janeiro, em 2010.  

    “Complexo – Universo Paralelo” tem percorrido o mundo e foi galardoado com vários prémios, nomeadamente o de melhor filme internacional na categoria de direitos humanos no Artivist International Film Festival em Hollywood.

    O seu segundo filme como realizador é “I Love Kuduro”, longa-metragem documental que retrata o Kuduro enquanto fenómeno urbano que arrasta multidões de jovens em África, e começa a se espalhar um pouco por todo o mundo.

    Neste momento com base em Lisboa, Mário desenvolve os seus próximos filmes e é juntamente com o seu irmão Pedro sócio fundador da BRO, produtora de cinema. Mário Patrocínio é um cidadão do mundo, apaixonado pela vida, que continua acreditando que “navegar é preciso”.

    Preço do Módulo

    35€ / Sócio CEC
     45€ / Estudante
     55€ / Público-Geral


    Ver Maior

    Cinema Documental — Abordagens

    15 de Fevereiro 2014
    Estúdios UCV, Casa das Caldeiras, Universidade de Coimbra
    9:00 — 18:00

    O documentário é um género cinematográfico que se caracteriza pelo compromisso com a exploração da realidade, assumindo nos dias que correm um papel ainda mais importante numa sociedade indignada e em mudança.
    Não se deve deduzir que ele represente a realidade «tal como ela é». O documentário, assim como o cinema de ficção é uma representação parcial e subjectiva da realidade.
    Neste contexto, é pertinente olhar para o documentário, como uma ferramenta de registo dos acontecimentos presentes.

    Plano de Sessão

    Como encontrar uma boa história?
    Processo de pesquisa?
    Tratamento para documentário.
    Definição de linguagem estética e de montagem.
    A escolha dos personagens.
    Processo de captação de imagens e som.
    Definição de uma visão e o caminho para a sua concretização.

    Saber mais

  • Financiamento e Aspectos Legais

     

     

    Ângela Cerveira

    Ângela Cerveira começou a trabalhar em cinema em 1986. Em 1989 foi sócia, com Joaquim Pinto e João Pedro Bénard, da produtora de cinema Invicta Filmes, Lda. Desde 1990, como Directora de Produção trabalhou com realizadores como João César Monteiro, Manuel Mozos, José Álvaro Morais, Miguel Gomes, Jeanne Waltz, Leão Lopes, Flora Gomes, Jorge Silva Melo, João Canijo entre outros, e recentemente no último filme de Christine Laurent. Produtora executiva da 9ª edição do Festival Internacional de Cinema Independente de Lisboa – Indielisboa.
    Directora de produção em projectos como: conteúdos do Pavilhão de Portugal na EXPO’98, Monumental’95/Mistérios de Lisboa.
    Actualmente é directora de produção da primeira longa-metragem do realizador João Salaviza

     

    Preço do Módulo

    35€ / Sócio CEC
     45€ / Estudante
     55€ / Público-Geral


    Ver Maior

    Financiamento e Aspectos Legais

    15 de Dezembro
    Colégio de São Jerónimo, Universidade de Coimbra
    9:00 — 18:00

    O financiamento das produções é uma das componentes essenciais a uma boa execução destas, pois sem a existência de recursos financeiros torna-se impossível levar a bom porto o projecto de filme.
    A captação de recursos passa hoje em dia por uma diversidade de fontes, de entre das quais salientamos as receitas próprias, os financiamentos públicos directos (apoios e subsídios) e indirectos (mecenato) ou o financiamento totalmente privado (patrocínio).
    Neste módulo serão abordados o enquadramento legal à produção cinematográfica e audiovisual, em Portugal e na Europa, muito particularmente os mecanismos de incentivo e financiamento público, entre outros meios de obtenção de financiamento ou apoios à produção, e a elaboração de estimativas e de orçamentos de produção. Serão ainda discutidos os direitos de autor e direitos conexos e as suas implicações legais para a produção cinematográfica e audiovisual, assim como outros aspectos legais a ter em conta no Desenvolvimento e Preparação/Pré-produção de um projecto cinematográfico.

    Plano de Sessão

    — A Elaboração de um Projecto Cinematográfico;
    — O Degloss do Argumento e o Orçamento;
    — Fontes de Financiamento;
    — Produção e Co-Produção;
    — Aspectos Legais;
    — Contractos, Autorizações e Vistos;
    — Os direitos de autor conexos e outros;
    — Distribuição e exibição de um filme;


    Saber mais

  • Equipas, Cargos Técnicos e Artísticos

     

     

    Ângela Cerveira

    Ângela Cerveira começou a trabalhar em cinema em 1986. Em 1989 foi sócia, com Joaquim Pinto e João Pedro Bénard, da produtora de cinema Invicta Filmes, Lda. Desde 1990, como Directora de Produção trabalhou com realizadores como João César Monteiro, Manuel Mozos, José Álvaro Morais, Miguel Gomes, Jeanne Waltz, Leão Lopes, Flora Gomes, Jorge Silva Melo, João Canijo entre outros, e recentemente no último filme de Christine Laurent. Produtora executiva da 9ª edição do Festival Internacional de Cinema Independente de Lisboa – Indielisboa.
    Directora de produção em projectos como: conteúdos do Pavilhão de Portugal na EXPO’98, Monumental’95/Mistérios de Lisboa.
    Actualmente é directora de produção da primeira longa-metragem do realizador João Salaviza

     

    Preço do Módulo

    35€ / Sócio CEC
     45€ / Estudante
     55€ / Público-Geral


    Ver Maior

    Equipas, Cargos Técnicos e Artísticos

    14 de Dezembro
    Colégio de São Jerónimo, Universidade de Coimbra
    9:00 — 18:00

    Numa actividade tão complexa e exigente quanto a realização de um filme, a divisão de funções é fundamental para que a concretização de um projecto cinematográfico chegue a bom porto. Desde as equipas de produção, de realização, de imagem e som, aos diferentes técnicos que trabalham desde a preparação ou Pré-Produção à Pós-produção, neste módulo serão apresentadas as diversas actividades técnicas e criativas e os diferentes profissionais que as desenvolvem ao longo da feitura de um filme.

    Plano de Sessão

    Compreender  e  desempenhar funções da produção na fase de preparação de uma ficção.

    Conteúdos:
    — Preparar uma rodagem de ficção;
    — Leitura de um guião;
    — Analisar um modelo de desgloso (levantamento) feito por um assistente de realização;
    — Formação da equipa.
    — Funções e responsabilidades;

    Exercício prático:
    — Entrega 1 guião de curta metragem para análise e desgloso (levantamento por cenas)
    — Análise o levantamento e mapa de rodagem de uma curta-metragem;
    — Elaboração de folhas de serviço;
    — Apresentação e discussão de um mapa de trabalho; 

    Metodologia:
    Interligação de métodos pedagógicos: expositivo, demonstrativo com ênfase no método activo, utilização de documentos específicos de ficção.

     




















     

    Saber mais

  • Argumento 2 — Escrita

     

     

    Vicente Alves do Ó

    Vicente Alves do Ó assinou a sua entrada no mundo do cinema em 2000 com dois telefilmes da Sic/Animatógrafo 2 – Monsanto de Ruy Guerra e Facas e Anjos, de Eduardo Guedes e a colaboração no projecto de António-Pedro Vasconcelos Os Imortais. Depois de três curtas metragens e alguns argumentos para realizadores portugueses, estreou-se como realizador de longas-metragens em 2011 com “Quinze Pontos na Alma”, com Rita Loureiro, João Reis e Marcello Urghege. Em 2012 lançou o seu primeiro romance “Marilyn à beira-mar” e o filme “Florbela”, com Dalila Carmo, Ivo Canelas e Albano Jerónimo. Sucesso de bilheteira, vencedor de vários prémios, actualmente em digressão internacional por vários países e festivais do mundo.
    Neste momento prepara a sua terceira longa-metragem.

    Preço do Módulo

    50€ / Sócio CEC
     60€ / Estudante
     70€ / Público-Geral

     

     

    Argumento 2 — Escrita

    21 + 22 de Dezembro
    Departamento de Engenharia Informática, Universidade de Coimbra
    9:00 — 18:00     

    Durante 4 sessões de trabalho iremos analisar, discutir e experimentar a arte do argumento. Do momento em que pensamos uma ideia até à sua execução final: o filme. Todos os dias ouvimos histórias, ideias disparatadas, biografias convincentes e em todas elas parece existir a possibilidade de cinema. Pois antes de tudo, é preciso aprender a separar uma boa ideia de uma boa, mas falsa ideia. Esta formação pretende não só testar as ideias, perceber o seu potencial e a sua viabilidade, ao mesmo tempo que através das técnicas à disposição, tentar materializá-las. Ao mesmo tempo, utilizando essas ferramentas, criar e fomentar a criação que apesar de escrita pode ser livre, plural e abordada de muitas e variadas maneiras. A arte do argumento também é pessoal e intransmissível.

    Os argumentos a desenvolver pelos formandos serão enquadrados dentro do tema da XVI Semana Cultural da Universidade de Coimbra “REDES”. O tema das REDES desdobra-se para pensar as várias redes em que nos movimentamos ou que nos circundam – de trabalho, sociais, de solidariedade, familiares, dos afetos, do ecossistema, do universo, de transportes, da música, redes de investigação, redes científicas.

     

    Plano de sessão

    21 de Dezembro
    — Construção do diálogo e do personagem.
    — Acção e descrição.
    — Cena.
    — Exercícios práticos.

    22 de Dezembro
    — Depois do argumento escrito – o que fazer e como fazer.
    — Encontrar o argumento perfeito.

     

    Saber mais

  • Argumento 1 — Enquadramento Teórico

     

     

    Vicente Alves do Ó

    Vicente Alves do Ó assinou a sua entrada no mundo do cinema em 2000 com dois telefilmes da Sic/Animatógrafo 2 – Monsanto de Ruy Guerra e Facas e Anjos, de Eduardo Guedes e a colaboração no projecto de António-Pedro Vasconcelos Os Imortais. Depois de três curtas metragens e alguns argumentos para realizadores portugueses, estreou-se como realizador de longas-metragens em 2011 com “Quinze Pontos na Alma”, com Rita Loureiro, João Reis e Marcello Urghege. Em 2012 lançou o seu primeiro romance “Marilyn à beira-mar” e o filme “Florbela”, com Dalila Carmo, Ivo Canelas e Albano Jerónimo. Sucesso de bilheteira, vencedor de vários prémios, actualmente em digressão internacional por vários países e festivais do mundo.
    Neste momento prepara a sua terceira longa-metragem.

     

    Preço do Módulo

    50€ / Sócio CEC
     60€ / Estudante
     70€ / Público-Geral

     

     

    Argumento 1 — Enquadramento Teórico

    07 + 08 de Dezembro
    Departamento de Engenharia Informática, Universidade de Coimbra
    9:00 — 18:00

    Durante 4 sessões de trabalho iremos analisar, discutir e experimentar a arte do argumento. Do momento em que pensamos uma ideia até à sua execução final: o filme. Todos os dias ouvimos histórias, ideias disparatadas, biografias convincentes e em todas elas parece existir a possibilidade de cinema. Pois antes de tudo, é preciso aprender a separar uma boa ideia de uma boa, mas falsa ideia. Esta formação pretende não só testar as ideias, perceber o seu potencial e a sua viabilidade, ao mesmo tempo que através das técnicas à disposição, tentar materializá-las. Ao mesmo tempo, utilizando essas ferramentas, criar e fomentar a criação que apesar de escrita pode ser livre, plural e abordada de muitas e variadas maneiras. A arte do argumento também é pessoal e intransmissível.

    Plano de sessão

    07 de Dezembro
    — Apresentação de ideias e possibilidades de argumento.
    —Discussão, enquadramento teórico e prático, escolha e viabilidade de projectos apresentados ou sugeridos.
    Que histórias e que cinema é que o mundo precisa.
    Que histórias é que nós temos que contar?
    Exercícios práticos.

    08 de Dezembro
    — Introdução à escrita de argumento.
    — Construção narrativa e estrutura inicial do argumento.
    — Exercícios práticos.

    Saber mais