Outros Olhares (2025)
Na seleção Outros Olhares, o festival abre espaço para obras que questionam e expandem os limites da linguagem cinematográfica. Para além disso, é uma programação que pega, assumidamente, o cinema como palco para as mais diversas artes, num diálogo interdisciplinar constante. Este ano, a título de exemplo, destacamos o explícito diálogo entre o cinema e o teatro (em Memórias do Teatro da Cornucópia de Solveig Nordlund), a instalação (Ouro e Cinza de Salomé Lamas) ou até entre a fusão de escrita e a realização (“Fuck the Polis” de Rita Azevedo Gomes).







