• Duna: Parte Três (Denis Villeneuve, Aventura, Sci-Fi, 145′, 2026)
  • A Memória do Cheiro das Coisas (António Ferreira, Drama, 96′, 2025)
  • Adolescência, Sexo e Morte no Acampamento Miasma (Jane Schoenbrun, Terror, 112′, 2026)
  • Santo António – O Casamenteiro de Lisboa (Ruben Alves, Comédia, 90′, 2026)
  • Natal Amargo (Pedro Almodóvar, Drama, Comédia, 111′, 2026)
  • O Convite (Olivia Wilde, Comédia, Drama, 107′, 2026)

Notícias

  • Cinemalogia – da Ideia ao Filme

     

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    Mais de um século após a sua invenção, o cinema continua a ser a forma de expressão artística mais importante do mundo contemporâneo. A sua “linguagem” é hoje adoptada por toda uma série de meios de comunicação e expressão visual, influenciando não só os novos media, mas contagiando ou invadindo mesmo, também, outras formas de manifestação artística tradicionais, da literatura à pintura ou da dança à arquitectura.

     

    De facto, apesar, ou por causa, de todos os desenvolvimentos técnicos e artísticos através dos quais se foi permanentemente (re)inventando, o cinema constitui, independentemente do suporte em que é gravado ou do formato em que é exibido, um dos meios de expressão artística mais complexos que nos é dado apreciar.

     

    Arte-síntese, como já foi descrito, por incorporar técnicas e formas de expressão de todas as artes anteriores, o cinema ou “imagem em movimento”, constitui pois uma das manifestações artística mais expressivas, mas também das mais exigentes do ponto de vista criativo, precisamente, por exigir o domínio de um sem número de conhecimentos técnicos e artísticos, e o desenvolvimento de todo um conjunto de competências específicas.

     

    Neste curso de iniciação à realização cinematográfica, pretende-se transmitir os principais conhecimentos e desenvolver as principais competências, quer do ponto de vista técnico, quer artístico, necessários à realização de um projecto cinematográfico, desde a concepção e desenvolvimento de uma ideia de ficção original à sua exibição numa sala de cinema, habilitando os formandos a produzirem uma curta-metragem, usando os conhecimentos de produção de vídeo digital conseguidos ao longo da formação.

     

    Consulte as datas e as diversas acções de formação existentes:

     

    Elementos Formais da Linguagem Cinematográfica
    Equipas, Cargos Técnicos na Realização
    Financiamento e Aspectos Legais
    Argumento
    Pré-Produção
    Realização
    Imagem
    Som
    Direcção de Actores
    Montagem
    Edição de Som e Imagem
    Promoção e Comercialização
    Projecção Cinematográfica
    Elementos Formais da Linguagem Cinematográfica | Formador Fausto Cruchinho | 19 Novembro 2011| 8 Horas   Equipas, Cargos Técnicos na Realização | Formador António Costa Valente | 20 Novembro 2011 | 8 Horas   Argumento  | Formador Daniel Ribas | 26 e 27 Novembro 2011 | 16 Horas   Financiamento e Aspectos Legais | Formador Vítor Ferreira 2011 | 10 Dezembro | 8 Horas   Pré-Produção | Formador José Farinha | 18 e 19 Fevereiro 2012 | 16 Horas   Realização | Formador Telmo Martins | 25 e 26 Fevereiro 2012 | 16 Horas   Imagem | Formador Eduardo Morais | 3 e 4 de Março 2012 | 16 Horas   Som | Formador Vasco Pimentel | 10 de Março 2012 | 8 Horas   Direcção de Actores | Formador Artur Pinheiro | 11 Março 2012 | 8 horas   Montagem | Formador João Brás | 17 e 18 Março 2012 | 16 horas   Edição de Som e Imagem | Formador Tiago Santos | 24 e 25 Março | 16 horas   Promoção e Comercialização | Formador Sérgio Lopes | 31 Março | 8 horas   Projecção Cinematográfica | 1 Abril | 8 horas   Faça já a sua inscrição aqui.  

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  • Concurso de Cartaz – XVIII Edição

    Este concurso visa a elaboração de um cartaz para o seguinte evento:

    — Festival Caminhos do Cinema Português XVIII

     

    Características a ter em atenção na concepção do cartaz:

    — O cartaz deverá ser entregue em suporte vectorial aberto com layers (ex. SVG, EPS), permitindo a edição total dos elementos. É ainda obrigatória a entrega de uma impressão do cartaz num tamanho nunca inferior ao A4 (ISO 216).

    — O cartaz deverá ter o tamanho MUPI (1760 mm – altura X 1200 mm – largura).

    — No cartaz do Festival Caminhos do Cinema Português XVIII, deverão obrigatoriamente, constar os seguintes elementos:

    1 – “Logótipo Caminhos do Cinema Português”

    2 – “XVIII”

    3 – “Novembro”

    4 – 9

    5 – 17

    6 – “Coimbra”

    7 – “2011”

     

    — No cartaz do Festival Caminhos do Cinema Português XVIII, podem ainda para além das que a concepção considerar oportunas, constar os seguintes elementos:

    1 – Todo o Cinema Português

    2 – Coimbra, Capital do Cinema Português

     

    Datas, prémios e outras considerações:

    — O prémio para o cartaz vencedor será de 300 €.

    — Os cartazes deverão ser entregues até 15 Julho de 2011

    — Os cartazes vencedores serão utilizados em toda a linha gráfica do Festival.

    — O vencedor do concurso terá preferência na elaboração das soluções estéticas para a restante linha do Festival nomeadamente:

    – Capa do catálogo 20cm X 20cm

    – Cartazes A4 e A3.

    – Convites 21cm X 10cm

    – Programas A6

    – Entre outros

     

    — Os participantes no concurso deverão enviar junto com os  seus trabalhos a ficha técnica descrevendo e enumerando todos os elementos usados no cartaz (incluindo fontes tipográficas), assim como uma memória descritiva. Os trabalhos poderão ser alvo de modificações a pedido da organização do Festival.

     

    — A organização reserva-se ao direito de não atribuir nenhum prémio, caso o júri  determine que a qualidade dos trabalhos não seja satisfatória.

     

    — Os interessados poderão consultar o site do Festival “Caminhos do Cinema Português” em www.caminhos.info ou dirigir-se ao Centro de Estudos Cinematográficos/AAC – Rua Padre António Vieira, Edifício AAC, 1º Piso, 3000-315 Coimbra, onde poderão visionar os cartazes dos anos anteriores, que poderão servir de referência para a elaboração do cartaz.

     

    — Os interessados poderão contactar ainda o Centro de Estudos Cinematográficos/AAC para qualquer esclarecimento adicional por:

    – Telefone 239 410 408

    – Fax 239 823 505

    – Por e-mail geral@caminhos.info

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  • A Jigsaw

     

    Os Caminhos do Cinema Português orgulham-se de apresentar, integrado na XIII Semana Cultural da Universidade de Coimbra, o ciclo de cinema retrospectiva de António Ferreira, bem como o espectáculo dos A Jigsaw a musicar o “Respirar [debaixo d’água]”. Com este espectáculo encerra-se a XVII edição e a sua vertente dedicada à música. Brevemente haverá novidades sobre a edição de 2011 dos Caminhos do Cinema Português.
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    O espectáculo dos A Jigsaw decorrerá no Teatro Académico de Gil Vicente a 3 de Março, quinta-feira, pelas 21h30.
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  • Boas Festas

    Nesta quadra festiva, gostava de em nome da organização dos Caminhos do Cinema Português, desejar a todos aqueles que nos acompanharam ao longo do ano que agora termina, os votos de um Bom Natal e das maiores felicidades no ano que se avizinha.
    Que todos os projectos se possam concretizar, remando contra todas as vicissitudes, para que todos possamos voltar a assistir a muito e, bom cinema português em 2011!

     

    Um Abraço
    Vítor Ferreira

     

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  • Extensão Caminhos

    Caminhos do Cinema Português apresentam na Cinemateca do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (Brasil) a 9 de Dezembro:

    48 de Susana Sousa Dias

     

    O Grande Prémio do festival estará em exibição além-fronteiras. Esta é a quarta sessão que levará os principais titulos do cinema português a um novo palco. Com a exibição de uma sessão mensal na Cinemateca do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, vamos levar o cinema português mais longe divulgando-o numa missão que é de todos nós.

    Uma extensão dos Caminhos do Cinema Português em colaboração com o Bacalhau Cinema Clube!

     

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  • Discurso de Encerramento

    Quando, há dias, Boaventura Sousa Santos afirmou que “Coimbra e a Universidade separadas estão condenadas à mediocridade provinciana”, levaram-me estas considerações a pensar que a mesma mediocridade é um risco que corremos se a cidade continuar a virar as costas às actividades culturais mais emblemáticas da Associação Académica de Coimbra.

    É também necessário ter presente que não pode esta Associação Académica de Coimbra continuar a tratar todas as suas actividades culturais à luz de um desprezo, e de um relativismo cultural, que potencia projectos de qualidade duvidosa e descura os que projectam a imagem desta centenária associação. Haja coragem para o fazer, sob pena de, como no passado, os mesmos serem forçados a abandoná-la.

    Ao longo de dez dias conseguimos trazer a Coimbra o melhor do cinema português! Apostando na diversidade dos registos e estilos, proporcionando a todos, ou aspirando a proporcionar a todos, um palco. Um palco de criadores, mas igualmente um palco de público. Aquele público que normalmente dizem não existir no cinema português e que esta semana provou o contrário. Aquele público que as entidades oficiais descuram ao colocar em risco este palco da cinematografia nacional e burocraticamente tolher as candidaturas! Dos festivais, mas igualmente dos filmes!

    Imagine-se, garantem para o único festival de cinema português, e para 2011, a décima parte daquilo que entregam a eventos com públicos similares em Lisboa e Porto. Mas os Caminhos, e graças à equipa fantástica com a qual tive o privilégio de trabalhar, contornaram a situação e demonstraram (tal como alguns dos premiados de hoje) que é possível trabalhar sem o seu apoio. A questão que se coloca é só uma: Até quando? É dessa equipa de voluntários que este festival vive, e através dela que permite a este público, que muito prezamos, continuar a assistir a este evento. Continuar a dar-lhe força, no fundo a defender o cinema português!

    A todos os que connosco trabalharam o meu mais sincero obrigado. A todos os que nos apoiaram com a presença e as palavras amigas, espero que tenham gostado da presente edição e do seu conjunto de actividades. Só posso prometer que a partir deste momento estamos a trabalhar para comemorar a nossa maioridade já em 2011!

    Assim sendo, até já!

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  • Gala de Encerramento

    Não percas, hoje às 22h no TAGV a Gala de Encerramento da XVII edição Caminhos do Cinema Português, com a entrega dos prémios e exibição de alguns dos filmes premiados.

    Assim poderemos rever:
    Curta Metragem – Vicky & Sam de Nuno Rocha
    Animação – Viagem a Cabo Verde de José Miguel Ribeiro
    Longa Metragem – Um Funeral à Chuva de Telmo Martins

    Assiste ainda à actuação do Grupo de Cordas e de Erica Buettner!

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  • Premiados

    Premiados da XVII edição dos Caminhos do Cinema Português:

    Júri Oficial

    Grande Prémio Cidade de Coimbra – 48 de Susana de Sousa Dias
    Melhor Longa Metragem – Um Funeral à Chuva de Telmo Martins
    Melhor Curta Metragem – Vicky & Sam de Nuno Rocha
    Melhor Animação – Viagem a Cabo Verde de José Miguel Ribeiro
    Melhor Documentário – Pare, Escute, Olhe de Jorge Pelicano
    Prémio Revelação – O Conto do Vento de Cláudio Jordão

    Júri Caminhos

    Melhor Actor: Ivo Canelas no filme “Desavergonhadamente Real”
    Melhor Actor Secundário: Nuno Lopes no filme “Efeitos Secundários”
    Melhor Actriz: Rita Martins no filme “Efeitos Secundários”
    Melhor Actriz Secundária: Beatriz Batarda no filme “Como Desenhar um Círculo Perfeito”
    Melhor Realizador: Gonçalo Galvão Teles no filme “Senhor X”
    Melhor Direcção Artística: Artur Pinheiro no filme “Como Desenhar um Círculo Perfeito”
    Melhor Argumento Original: Nuno Rocha no filme “ Vicky e Sam”
    Melhor Argumento Adaptado: Tiago Sousa no filme “Embargo”
    Melhor Fotografia: Pedro Patrocínio e Frederico Miranda no filme “Memórias de Fogo”
    Melhor Guarda-roupa: Susana Jacobetty no filme “Kinotel”
    Melhor Caracterização: Maria Almeida (Nani) no filme “Kinotel”
    Melhor Montagem: João Braz no filme “Fantasia Lusitana”
    Melhor Som: Pedro Lima no filme “Viagem a Cabo-Verde”
    Melhor Banda Sonora: Bernardo Sassetti no filme “Como Desenhar um Círculo Perfeito”

    Júri Ensaios Visuais
    Prémio Ensaios Visuais – Sinfonia dos Loucos de Vasco Mendes
    Menção Honrosa – Ida de Retorno de Lourenço Viana

    Júri da Federação Internacional de Cineclubes
    Prémio D. Quijote – 48 de Susana de Sousa Dias
    Menção Honrosa – Senhor X de Gonçalo Galvão Teles

    Júri de Imprensa

    Prémio de Imprensa – Um Funeral à Chuva de Telmo Martins

    Prémio do Público Chama Amarela
    Um Funeral à Chuva de Telmo Martins

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  • Apresentação do Filme Sofia e a Educação Sexual

    O movimento “Novo Cinema Português” teve início na década de 60, como posição assumida por 1 geração de jovens cineastas, de que se podem pioneiros a ficção Dom Roberto, de Ernesto de Sousa, realizado em 1962, e o documentário Almadraba Atuneira, de António Campos, de 1963.
    Dom Roberto que contou com Raul Solnado, Nicolau Breyner e Rui Mendes, entre outros, foi produzido através dum movimento cineclubista lançado por Ernesto de Sousa através da revista Imagem, estreou em Lisboa, no Cinema Império a 30 de Maio e em 1963 receberia a consagração de Cannes com 1 ‘Menção Especial do Júri’.
    Almadraba Atumeira é um trabalho independente de um dos mais marcantes documentaristas portuguêses que produziu a quase totalidade da sua obra na área do documentarismo, com meios próprios e a expensas próprias.
    O filme que a seguir vamos ver, Sofia e a Educação Sexual, de Eduardo Geada, com Io Appolloni, foi um dos muitos proibidos pela Censura e que, embora produzido em 1973, apenas estreou em 1 de Outubro de 1974, no Estúdio 444, em Lisboa.
    O movimento “Novo Cinema Português” teve início na década de 60, como posição assumida por uma geração de jovens cineastas, de que se podem pioneiros a ficção Dom Roberto, de Ernesto de Sousa, realizado em 1962, e o documentário Almadraba Atuneira, de António Campos, de 1963.

    Dom Roberto que contou com Raul Solnado, Nicolau Breyner e Rui Mendes, entre outros, foi produzido através dum movimento cineclubista lançado por Ernesto de Sousa através da revista Imagem, estreou em Lisboa, no Cinema Império a 30 de Maio e em 1963 receberia a consagração de Cannes com uma ‘Menção Especial do Júri’.
    Almadraba Atumeira é um trabalho independente de um dos mais marcantes documentaristas portuguêses que produziu a quase totalidade da sua obra na área do documentarismo, com meios próprios e a expensas próprias.O filme que a seguir vamos ver, Sofia e a Educação Sexual, de Eduardo Geada, com Io Appolloni, foi um dos muitos proibidos pela Censura e que, embora produzido em 1973, apenas estreou em 1 de Outubro de 1974, no Estúdio 444, em Lisboa.

     

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