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Edgar Feldman

Montagem para cinema:
2015 – Montagem de A Fábrica, longa‐metragem, realização Pedro Pinho, produção Terratreme. Em execução;
2014 – Montagem de Montanha, longa‐metragem, realização João Salaviza, produção Filmes do Tejo;
2013 – Montagem de A Batalha de Tabatô, longa-metragem, realização João Viana, produção Papavarenoir; Special Mention Best First Film Berlinale 2013;
2013 – Montagem de Tabatô, curta‐metragem, realização João Viana, produção Papavarenoir; DAAD Schort Film Award Berlinale 2013;

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Nuno Rocha

Nuno Rocha é um realizador, argumentista e produtor. Licenciou-se pelo Instituto Politécnico do Porto no Curso de Tecnologia da Comunicação Audiovisual. Estudou Advanced Directing na Universidade do Texas, nos Estados Unidos. Autor de várias curtas-metragens premiadas, incluindo “3×3”  , “Vicky and Sam” e “Momentos”, em 2016 realizou a sua primeira longa-metragem “A Mãe é que sabe“, alcançando 2 prémios Sophia, bem como melhor filme português no festival festival espanhol Reino de León.

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Joana Ferreira

Joana Ferreira nasceu em Lisboa em 1973. É diretora e produtora na C.R.I.M. Estudou Antropologia na Universidade Nova de Lisboa e tem vindo a trabalhar na produção de filmes portugueses desde 1998. Desenvolveu e financiou projetos de cinema como gerente de produção. Entre os diretores com quem ela trabalhou encontram-se Manoel de Oliveira, João César Monteiro, João Canijo, João Botelho, Raoul Ruiz, Teresa Villaverde, Paulo Rocha, Catarina Ruivo, Miguel Gomes e Marco Martins. Desde 2006 que tem trabalhado como produtor em tempo integral e diretor-gerente da CRIM com um foco especial em longas de ficção.

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Manuel Pinto Barros

Manuel Pinto Barros, licenciado em Cine-Video pela Esc. Superior Artística do Porto (Esap), em 2008.
Após a conclusão dos seus estudos, integrou diversos projectos como Director de Fotografia, passando por publicidades, curtas-metragens e videoclips.
Em cada filme procura incutir um estilo estético único, utilizando variadas técnicas sempre em articulado com as especificidades de cada produção, que o levaram a trabalhar algumas das mais importantes marcas do mercado Português entre as quais, F.C.Porto, Sonae/Continente, Mcdonalds ou TAP.
Em 2014 finalizou as curtas-metragens “Bicicleta” e “Amélia & Duarte”. “Bicicleta”, realizado por Luís Vieira Campos, venceu o Prémio TAP (Curtas Vila do Conde 2014 ) e Melhor Curta-metragem no Caminhos do Cinema Português. “Amélia & Duarte”, animação realizada por Mónica Santos e Alice Guimarães, teve estreia Nacional no Curtas Vila do Conde 2015, tendo vencido o Prémio do Publico SPA e o Prémio Canal+, foi ainda seleccionada para mais de 100 festivais internacionais, tendo sido considerada pela direcção do Festival de Annecy uma das melhores obras a concurso no festival de Annecy 2015.
Em 2015 terminou a curta-metragem “Longe” de José Oliveira, que estreou no Festival de Locarno de 2016.
Em 2016 foi responsavel pela direcção de fotografia de segunda unidade da série “Vidago Palace“, a primeira co-produção entre a RTP e TVGalicia, uma produção HOP! e Portocabo.
Para além de diversos projectos de publicidade, encontra-se a finalizar a animação “Entre Sombras” de Alice Guimarães e Mónica Santos, a curta-metragem “Inverno” de Pedro Magano e “O Sapato” de Luís Vieira Campos.

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Pedro Adamastor

Pedro Adamastor começou a trabalhar como sonoplasta no teatro no final dos anos 90 e em poucos anos era responsável pela captação e pós-produção do som de grandes produções cinematográficas e televisivas.Tem uma carreira profissional abrangente dedicada ao som para cinema, televisão e teatro. Do seu currículo cinematográfico como Director de Som, destacam-se as longas metragens: Balas e Bolinhos 3 (2012), Mau Mau Maria (2014) e Video Vigilância (2013) e o trabalho em muitas curtas e médias metragens premiadas nos principais festivais de cinema nacionais e internacionais: 3x3D – Just in Time (2012) de Peter Greenaway, Land of my Dreams (2012) de Yann Gonzalez, Bicicleta (2013) realizado por Luís Vieira Campos e escrito por Valter Hugo Mãe, Novo Mundo (1999) de Jorge Neves.

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João Torres

Desenvolveu actividade artística nos domínios das artes plásticas, teatro, performance, poesia visual, fotografia e cinema.Dedica a sua actividade profissional à área da Direcção de Arte em Cinema.
Nesse âmbito trabalhou com empresas de produção de filmes, tele-filmes e filmes publicitários de vários países (Portugal, França, Alemanha, Espanha, Inglaterra e Estados Unidos da América). Trabalhou com realizadores como Raoul Ruiz, Riccardo Freda, Bertrand Tavernier, Jean Louis Bertoucelli, Jean Claude Missien, Serge Moari, Denys Granier-Deferre, Michaela Watteaux, Serge Korber, Paolo Marinou Blanco, Joaquim Leitão, Ranier Eurler, Billy August, António Pedro Vasconcelos, Patrick Timsit, Imanol Arias, Tom Carirns, Tom Donnely, Alain Tanner, entre muitos outros.

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Pedro Lopes

Pedro Lopes. Licenciado em História pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, Mestre em Comunicação, Cinema e Televisão, e doutorando em Ciências da Comunicação pela Universidade Católica de Lisboa. Desde 2007 exerce funções como Director de Conteúdos da produtora SP Televisão. Professor no Mestrado de Audiovisual e Multimédia e na pós-graduação em Storytelling, da Escola Superior de Comunicação Social de Lisboa e no Mestrado de Comunicação, Televisão e Cinema, da Universidade Católica de Lisboa. Ainda no âmbito académico é Investigador do Centro de Estudos de Comunicação e Cultura, da Universidade Católica de Lisboa, e vice-coordenador da equipa portuguesa do Observatório Ibero-Americano da Ficção Televisiva. Em 2011 venceu o prémio especial do júri com a série Cidade Despida, no International Festival of Detective Films And Television Programs, em Moscovo, e um Emmy na categoria de Melhor Telenovela Internacional com Laços de Sangue, atribuído pela Academy of Television Arts & Sciences. Em 2013 foi nomeado para os prémios Sophia, da Academia Portuguesa de Cinema, na categoria de melhor argumento original com a longa-metragem Assim Assim. Em 2016 venceu com Coração d’Ouro a medalha de ouro de melhor telenovela internacional no New York Festival’s World’s Best TV & Films.

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Lauro António

Licenciado em História, pela Faculdade de Letras de Lisboa.
Realizador de cinema (Manhã Submersa e O Vestido Cor de Fogo), e de televisão (séries Histórias de Mulheres (ficção), Prefácio a Vergílio Ferreira, O Zé Povinho na Revolução, Vamos ao Nimas, José Viana, Maria Sobral Mendonça, A Paródia, Novo Elucidário Madeirense, Humberto Delgado: Obviamente, Demito-o!, (documentarismo), Cantando Espalharei… (poesia).
Presença em centenas de Festivais e Semanas de Cinema Português. Diversos prémios, nacionais e internacionais. Filmes vendidos para circuitos comerciais e televisões de dezenas de países – Europa, EUA, África e América Latina.

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Fouad Nejmeddine

É Doutorado em Ciências Biomédicas pela Universidade de Paris 13, com Pós-Doutoramento em Biologia na Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa.
É investigador no Centro de Estudos Interdisciplinares do Século XX (CEIS20) da Universidade de Coimbra e tem organizado diversos seminários e congressos na área do Cinema Científico.

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